| Partido Verde Oxigénio | |
|---|---|
| Presidente/a | Íngrid Betancourt |
| Fundação | 1998 - (desaparece em 2005 ) |
| Sede | Bogotá |
| Ideologia política | Centro esquerda - Ambientalismo[1] |
| Afiliación internacional | Os Verdes Europeus |
| Sitio site | Arquivo sitio em 2005 |
O Partido Verde Oxigénio foi um partido político de Colômbia fundado em 1998 pela ex senadora e ex candidata presidencial colombiana Íngrid Betancourt.
Conteúdo |
O partido conseguiu nas eleições de 1998 mais de 160.000 votos que lhe permitiram ocupar duas cadeiras no Senado, um para Íngrid Betancourt e outro para a vallecaucana Margarita Londoño.[2] Conquanto Betancourt e Londoño terminaram distanciadas já que Londoño apoiava a reforma política proposta pelo governo e não apoiava a revocatoria do congresso ao invés do proposto por Betancourt e seu partido, inclusive Betancourt chegou a lhe pedir a curul e disse que o partido Oxigeno se tinha equivocado ao a eleger como segunda do renglón, "devemos ter contado com pessoas que realmente estivessem mais identificadas conosco" disse a Senadora.[3] Outro dos lucros políticos em ditas eleições foi o ter atingido a prefeitura de San Vicente do Caguán a mãos de Néstor León Ramírez.
Em 2001 Íngrid Betancourt renúncia ao congresso dizendo que aquele era um "ninho de ratas" e se postuló para a presidência com a pretensão de fazer uma reforma política que revogasse o congresso, seu chefe de debate era Clara Vermelhas. Betancourt não tinha conseguido um importante respaldo popular, entre outras coisas, porque seu livro A raiva no coração não tinha sido bem recebido no país e porque o candidato que recebia mais respaldo, Álvaro Uribe Vélez, apresentava um discurso forte para enfrentar à guerrilha enquanto Betancourt fazia questão da saída negociada ao conflito.
Para o 23 de fevereiro de 2002 Ingrid Betancourt e Clara Vermelhas foram sequestradas pela guerrilha das FARC quando no meio da campanha presidencial se dirigia a San Vicente do Caguán população na que se levavam a cabo as conversas de paz do governo de Andrés Pastrana Arango e que se tinham terminado de maneira abrupta pelo que era uma zona de perigo. Betancourt disse que se dispunha a acompanhar ao povo e ao prefeito León Ramirez, elegido pelo movimento, a quem tinha prometido acompanhar nas boas e nas más. Despues disto a mamãe tento lançar de novo a Ingrid Betancourt mas a solicitação foi negado, e nas seguintes selecções o partido teve seu fim com 45.000 votos. [4]
O esposo de Betancourt Juan Carlos Lacompte e a mãe de Betancourt, Yolanda Pulecio, trataram de seguir adiante com a organização política, e postularon o nome de Íngrid Betancourt à presidência apesar de que esta se encontrava sequestrada, também decidiram postular a Clara Vermelhas como vice-presidente.
Devido a seu pequeno tamanho e mínimo respaldo popular, o partido perdeu a personería jurídica e hoje faz parte da história dos partidos políticos extintos de Colômbia.