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| Patricio Rei e seus Redonditos de Ricota | |
|---|---|
Logo da banda | |
| Informação pessoal | |
| Origem | A Prata, Buenos Aires, |
| Informação artística | |
| Género(s) | Rock Hard Rock Blues rock Rock Alternativo Pós punk |
| Período de actividade | 1976 —— 2001 |
| Discográfica(s) | Wormo Do Cielito Records Patricio Rei Discos |
| Membros | |
| Carlos "Índio" Solari Eduardo "Skay" Beilinson Daniel "Semente" Bucciarelli Walter Sidotti Sergio Dawi | |
| Antigos membros | |
| Willy Crook Tito "Fargo" D´Aviero Daniel "Piojo" Ávalos "Coelho" Jolivet Roddy Castro César Barboza "O pipa" | |
Patricio Rei e seus Redonditos de Ricota —popularmente conhecida como "Os Redondos", "Os Redonditos de Ricota", "Patricio Rei"- banda argentina de Rock, oriunda da Cidade da Prata, capital da Província de Buenos Aires. A banda obteve um grande reconhecimento como influência no rock argentino junto a solistas como Pappo, Charly García e Luis Alberto Spinetta. É considerada como uma das bandas mais importantes do rock argentino junto a Serú Girán, Os Avôs da Nada, Soda Stereo e Sumo.
Os Redondos criaram com sua música uma original estética do rock, atingindo masividad sem entrar no circuito cultural oficial; mantendo sua independência da indústria musical e transformando-se na única banda que, por princípios, jamais se apoiou na TV para difundir seu trabalho. Em general os recitais eram promovidos pela boca em boca, método que posteriormente seria utilizado por grupos como Os Piojos e A Renga.
Sua obra sempre esteve marcada pelas metáforas em suas letras, a cultura, o vanguardismo em sua posta em cena e um imperante misticismo em suas obras gráficas. Representa um paradigma contracultural, reforçado e marcado por sua produção independente.
As letras de suas canções caracterizam-se pelo uso de metáforas e possíveis interpretações várias. Musicalmente destacam-se por seus instrumentales sumamente criativos, por uma primeira guitarra sempre presente -executando riffs e sozinhos- em combinação com a voz e com agregados de outros instrumentos, tais como o violín, a trombeta, o piano, a harmônica ou percussão em várias de suas canções.
A banda tem sua orígen na Prata, em 1976 . Descendente directa da Cofradía da Flor Solar, em um princípio não tinha nem nome nem integrantes fixos, senão que ao redor de 15 músicos se alternavam nos instrumentos. Os três pilares fundamentais para a gestación da mesma seriam o Índio Solari (voz), Skay Beilinson (guitarra) e Carmen Castro A Negra Poly (manager e alma mater), ademas de contar com a presença de Ricardo Cohen, Rocambole como director artístico do agrupamento. Nas primeiras apresentações a banda incursionó por outros generos ademas do estritamente músical, tais como a posta em cena de números de teatro e ballet. Em numerosas apresentações repartiam-se redonditos de ricota ao público, o qual radicaría posteriormente na designação do nome do grupo.
Em 1978 realizam sua primeira apresentação em Buenos Aires, posteriormente seguirian tocando em teatros under até 1979, ano no que a banda decide interromper momentaneamente seus shows. Em 1981 o grupo retoma o rumo dos pubs, para chegar a gravar seu primeiro demo profissional em 1982 : "Nene, nena", "Borboleta Pontiac", "Superlógico" e "Pura sorte" foram os temas registados em RCA, que conseguem uma importante difusão nas FM porteñas. Para esse então também se tinham unido à banda as coristas Bay Bisquits (Vivi Tellas, Fabiana Cantilo e Isabel de Sebastián). Também participava o jornalista Enrique Symms, recitando e monologando na introdução do espectáculo.
A partir de 1982 o grupo experimentaria um crescimento na convocação de seus shows, fomentado principalmente pela boca a boca de seus fãs.
Em dezembro de 1984 gravaram Gulp, sua primeira placa, nos estudos de MIA com Lito Vitale como operador e músico convidado. O dinheiro para esta produção independente proviu de um poço comum formado por uma percentagem dos ganhos da cada show. A distribuição comercial correu por conta de Carmen Castro (Negra Poly) quem desde seus inícios fosse a manager do grupo.
A quase 8 anos de seu nascimento Os Redondos começavam a ser conhecidos em massa, com temas como Barbazul contra o amor letal, A besta pop ou Ñam fri fruli fali fru. Oktubre (1986), a segunda placa, termina de lançá-los à masividad. Os hits mas relevantes deste álbum são Semen-Up , Fogos de outubro e Jijiji. Este disco é possivelmente o de maior conteúdo ideológico explicito que tenha feito a banda, o título faz uma clara referência à Revolução de outubro de 1917 que teve lugar na Rússia.[2]
A começos de 1987 o grupo sofre várias mudanças em seus integrantes, Walter Sidotti substitui a Avalos na batería, também se afasta Tito D'Aviero, ficando a guitarra somente a cargo de Skay Beilinson. Em novembro desse ano Willy Crook deixa o grupo para unir aos Avôs da Nada e seu lugar o ocupa Sergio Dawi. Com esta nova formação o grupo consegue acaparar mais seguidores e a atenção da imprensa, asi como tambien se multiplica os números de shows brindados em diferentes lugares da capital.
O facto de contar com uma sozinha guitarra origina um som mas cru e desemboca na composição de novos temas que constituem a base do terceiro disco: Um baión para o olho idiota (1988). Este albúm é considerado pelo próprio Índio Solari como o que reflete mais fielmente o som do grupo, e que contém uma canção emblemática para eles e seu público, Vamos as bandas, ademas de outros grandes exitos como Vencedores Vencidos, Massacre no Puticlub, Notícias de ontem, Todo Preso é Politicoe Todo um pau (considerada como uma das melhores canções do rock nacional .
Essa estrela era meu luxo, A pabellum de um psicópata e Herói do whisky são os temas que sobresalen do seguinte LP, Bang! Bang! Estás liquidado! (1989). O 29 de dezembro de 1989 , dez dias após encher duas vezes o Estádio Fazes Sanitárias, apresentam-se no campo de hockey do mesmo clube, ante 25.000 fãs, cifra inédita até então para eles. No ano 1990 decorreu com constantes apresentações em discotecas e no Estádio Fazes Sanitárias. Isto provocou certa modificação na relação entre a banda e parte de seu público, muitos fãs consideraram que apresentar em um estádio com tanta capacidade consistia em uma traição aos princípios do grupo, os quais essencialmente eram opostos à comercialização e ao merchadising.
O 19 de abril de 1991 voltam a apresentar-se em Obras Sanitárias, depois de alguns incidentes ocasionados por fãs a Polícia detém a umas 40 pessoas por averiguación de antecedentes entre as que se encontra Walter Bulacio, o mesmo é abandonado pela polícia 12 horas após a detenção em uma ambulancia do Cipec. Depois de passar horas de detenção em condições de dudosa legalidade e 5 dias em coma, morre no meio de declarações contradictorias. A carátula passa de morte por lesões graves" a "morte dudosa", mas os culpados não aparecem pese a várias marchas de repudio organizadas por fãs (sem a presença oficial dos Redondos). Desde esse então, um novo cantito é incorporado pelo público: "Eu sabia, eu sabia, a Bulacio o matou a Polícia". [3]
Para fins desse ano Patricio Rei volta-se a apresentar em Obras com sua nova placa: A mosca e a sopa (1991). No disco, assinada por Patricio Rei (e escrita pelo Índio) aparece uma fábula alusiva ao incidente. Para esta ocasião Lito Vitale é convidado novamente no piano no tema Blues da Artilharia. O albúm marco um exito em massa estando em vários meses nos primeiros postos das rádios argentinas. Tal repercussão fez-se matéria por canções como Meu cão dinamita -um rock and roll com base boogie-woogie e uma letra muito singular- e Um pouco de amor francês -um rock de pulso suave, em base a um riff na guitarra e um instrumental final baseado no saxo, que contém uma das poucas letras baseada em uma relação intima.
Assim mesmo o álbum consegue uma grande repercussão com temas como Queijo Russo o qual representa uma crítica à participação dos Estados Unidos na Guerra do Golfo [4] ou Fuzilados pela Cruz Vermelha uma crítica aberta aos abusos por parte do estado e a polícia aos cidadãos. O mesmo tema tem sua inspiração a partir do desenho de tampa (criado por Rocambole) do disco anterior, o qual a sua vez se inspirou na clássica pintura do 3 de maio de 1808 em Madri de Francisco de Goya, em dita tampa os soldados fusileros têm sido substituídos por membros mulheres da Cruz Vermelha.
A partir destes anos começa a gestarse uma rivalidad entre os seguidores dos Redondos e Soda Stereo devido principalmente ao estilo musical contraposto que estas bandas mantinham e às classes ou estratos sociais aos que estavam dirigidas, o que deriva é uma divisão entre Ricoteros e Sifones (nome despectivo com o que se referem aos fãs de Soda Stereo) [5]
Em 1993 retornaram com a apresentação do disco duplo Lobo solto/Cordeiro atado, com o que encheram o estádio de Furacão, convocando a mais de 80.000 pessoas em duas noites. Para esta apresentação jogam mão de seu antigo parceiro Coelho Jolivet, quem como convidado participa em sete temas. Neste disco destacam-se temas como Rock para o Negro Atila, Eu Canibal, Cana Seca e um Membrillo, e Um anjo para tua solidão apresentando um rock mas dinâmico com certas inovações que melhoravam a qualidade do som do álbum. Incluem-se tambien temas experimentales como Invocação, Capricho Magyar e Soga de Caín.
Em 1994 baseados sempre a publicidade de boca em boca, iniciam uma gira por diferentes lugares do Grande Buenos Aires (Furacão e Mar da Prata entre outros) e as províncias (Santa Fé, Rosario e Córdoba entre outras). Concluída gira-a e depois de longos meses de silêncio, anunciam-se em uma apresentação na cidade santafecina de San Carlos, em agosto de 1995 . Para a data do show, a capacidade hotelera tinha sido totalmente saturada e hordas de fanáticos instalavam-se em carpas nas afueras da cidade. Realizaram dois shows em uma discoteca com capacidade para 3000 pessoas que foi totalmente colmada.
Em 1996 sai à venda um de seus álbuns mais populares, Luzbelito, com temas como; Luzbelito e as sirenas, Matam-me limão!, Brinquedos perdidos e Borboleta Pontiac/Rock do país; este último tema, junto a Blues da liberdade, foram compostos durante a primeira época do grupo. (Existem gravações como a do Teatro Margarita Xirgu onde "Borboleta Pontiac" é parte do Show, ao igual que Blues da Liberdade) Este seria o último disco dos denominados "hiteros" da banda. Seus seguidores, que se costumam identificar como "As Bandas", reclamavam a presença do grupo sobre algum palco. Portanto, em junho desse ano fixa-se cita-a no Patinódromo de Mar da Prata. Nessa oportunidade, o público chegou à cidade desde muito temporão e desde Buenos Aires organizou-se a saída dos famosos comboios ricoteros. Uma das características deste disco foi sua apresentação em uma caixa de cartón, com sons de alta qualidade e fidelidade e com grandes obras de arte a cargo de Rocambole.
A polémica volta-os a encontrar a raiz de um decreto do intendente de Ovalarría (Eseverri), que proibiu os recitais programados para o 16 e 17 de Agosto de 1997 . Tal situação fez possível que Solari brinde uma conferência de imprensa televisada ao vivo pela primeira vez em sua vida, explicando as razões e dando a nova data e lugar dos recitais. Finalmente o show realizo-se sem incidentes em Tandil ante 21000 pessoas, que suportaram uma intensa chuva durante todo o concerto. Nesse mesmo ano realizam um recital em Villa María, Córdoba, durante o rendimento produzem-se sérios desmanes a raiz das 12.000 pessoas que assistiram, já hartos deste tipo de situações Solari comenta dantes de começar o show: -Estes "quilombos" não fazem outra coisa que acelerar o fim da banda-.
No ano 1998, chamam novamente a Coelho Jolivet, para incorporar-se definitivamente à banda. Toca quase todos os temas do concerto em Racing Clube, ao que assistem 120.000 pessoas. Ao mesmo tempo gravam junto ao assistente da banda "O Soldado" um CD chamado "Comboio de Fugitivos", no que participam Skay, Semente, Sidotti, Dawi, Índio e Coelho, com grande repercussão under, devido a reclamos monetários de Coelho, nunca bién atendidos, (os chumbos cobraram mais que ele nos concertos anteriores em Furacão!), distanciam-se novamente ao terminar os concertos, não sem deixar sua impressão, os meios o nomeiam como um antigo Maradona da guitarra, chamado a salvar o concerto. Para 1998 incorporou-se também à banda, como membro estável um velho colaborador da época de Lobo solto/Cordeiro atado: Hernán Aramberri, em samplers e teclados. Nesse mesmo ano saiu à venda Último bondi a Finisterre, disco que representa um giro musical em sua carreira graças à incorporação de sons digitais e samplers.
Este material foi apresentado as noites do 18 e 19 de Dezembro no estádio de Racing Clube de Avellaneda , totalizando noventa mil espectadores.
Em abril de 2000 realizaram dois recitais no estádio de River Plate; a assistência ao evento, mais de 70.000 espectadores a cada noite, converteu-o em um dos shows pagamentos mais exitosos da Argentina, e marcou, quiçá, a cume de sua popularidade [7] . Durante este recital sucederam-se acontecimentos violentos que terminaram com vários feridos de arma branca, o qual levou à banda a parar o show um instante ao inteirar da notícia, para comunicar a todo o público presente o sucedido.[8] Este facto levou a que a banda se proponha deixar de tocar.
No final desse ano pôs-se à venda Momo Sampler, um disco completamente "artesanal" segundo Solari já que a mesma banda (não se contratou a nenhum artista nem empresa para estes trabalhos) se encarregou de todo o desenho exterior do disco.[cita requerida] Esta, sua última produção discográfica, é misturada em parte em Nova York e afunda mais na experimentación com samplers, do qual toma parte do nome. Este disco seguiu a linha que tinha começado a traçar Último Bondi a Finisterre, com sons mais elaborados, uma maior participação de computadores e aparelhos digitais. Neste disco somente gravaram Solari, Aramberri e Beilinson, já que utilizaram-se os sons sampleados de Sidotti, Dawi e Bucciarelli.
Para a apresentação do último trabalho, o grupo cruza a fronteira com a República Oriental do Uruguai e apresenta-o no Estádio Centenário de Montevideo nos dias 22 e 23 de abril de 2001. Na cada recital assistiram ao redor de 22 mil pessoas e em um ambiente de total normalidade.
O último concerto da banda levou-se a cabo no estádio Chateau Carreiras, na província argentina de Córdoba, durante o mês de agosto de 2001 e contou com a presença de cerca de 40.000 espectadores. Ao show seguiram-lhe em vários meses de silêncio, até que finalmente, Skay e a Negra Poly anunciaram que "ao menos por um tempo", Patricio Rei permaneceria em silêncio.
O 2 de novembro de 2001 , depois de prolongadas especulações sobre o futuro da banda, se oficializó sua separação. Desde então, os integrantes da última formação da banda começaram ou priorizaron seus projectos solistas:
A carta, publicada em uma página site, termina aclarando: "Sigo com minhas dúvidas ao correr este velo, mas as declarações vertidas por Skay me obrigaram". Os motivos terminam-se de confirmar em Maio de 2010 quando se filtram através de Internet os videos reclamados por Solari dos recitais da banda em Racing em 1998 . [11] [12]
"O Doze" ou o "Sultán" chamado Edgardo Gaudini vivia em Gonnet onde conheceu aos irmãos Beilinson, a Solari e a Fenton, seus vizinhos que tinham uma oficina de estampado de teias e roupa. Grande cocinero e excelente anfitrião, fizeram-se amigos e "o Doze", que foi baptizado assim porque se apresentava como "docente", se fez vendedor dessa roupa. Segundo contam, uma de suas especialidades culinarias foram uns buñuelos pequenos de ricota, redonditos, que tinha extraído de um livro da ecónoma Patricia Rei. Buñuelos que terminaram baptizando ao grupo que nesses momentos, estava em plena gestación.
O estabelecimento definitivo do nome surge por necessidade. Em certa ocasião a banda tinha-se que apresentar em um boliche na cidade Salta para pagar dívidas contraídas com o dono, quem quis colar uns afiches para promocionar o show. Assim, em uma rápida decisão, se optou por homenagear aos manjares que entregava a banda na cada uma de suas estranhas apresentações.[cita requerida]
Recorda-lho disfarçado de Sultán repartindo seus redonditos de ricota nos míticos recitais do teatro Lozano. Essa é a imagem que trascendió e por isso os devotos fãs do grupo de Skay e o Índio, o recordam como o Sultán.
Patricio Rei é uma personagem que faz parte do imaginario da banda de rock Patricio Rei e seus Redonditos de Ricota. Usualmente confunde-se esta personagem com Carlos "O Índio" Solari, vocalista e principal letrista do conjunto.
Conquanto em algumas entrevistas os integrantes da banda falavam sobre a personagem como um sujeito que os ajudou economicamente em seus começos, que tinha muito poder e que a cada tanto se comunicava com eles; supõe-se que "Patricio Rei não existe; Patricio Rei são todos", tal como o definiu Solari.
Como parte do complexo espectáculo circense que o conjunto musical desenvolvia em seus primeiros anos, O Índio Solari transmitia os gnómicos mensagens de Patricio Rei, o segredo ideólogo e mentor do grupo, a seus seguidores que personalizavam a cada espectáculo com "cantitos" , entre outros "Os redondos , são um sentimento , não se explica, se leva bem adentro e por isso te sigo a onde seja, sou redondo até que me morra"
| Instrumento | De 1978 a 1979 | De 1979 a 1987 | De 1987 a 1998 | 1998 | De 1999 a 2001 |
|---|---|---|---|---|---|
| Voz | Carlos "Índio" Solari | Carlos "Índio" Solari | Carlos "Índio" Solari | Carlos "Índio" Solari | Carlos "Índio" Solari |
| Guitarra | Eduardo "Skay" Beilinson | Eduardo "Skay" Beilinson | Eduardo "Skay" Beilinson | Eduardo "Skay" Beilinson | Eduardo "Skay" Beilinson |
| Guitarra | Jean Gabriel "Coelho" Jolivet | Tito "Fargo" D´Aviero | Jean Gabriel "Coelho" Jolivet | ||
| Baixo | Daniel Fenton | Daniel "Semente" Bucciarelli | Daniel "Semente" Bucciarelli | Daniel "Semente" Bucciarelli | Daniel "Semente" Bucciarelli |
| Batería | Marcelo Pucci | Daniel "Piojo" Ávalos | Walter Sidotti | Walter Sidotti | Walter Sidotti |
| Saxo | César "o pipa" Barboza | Willy Crook | Sergio Dawi | Sergio Dawi | Sergio Dawi |
| Manager | Carmen "Negra Poli" Castro | Carmen "Negra Poli" Castro | Carmen "Negra Poli" Castro | Carmen "Negra Poli" Castro | Carmen "Negra Poli" Castro |
| Teclados/Samplers | Roddy Castro | Roddy Castro | Hernan Aramberri | Hernan Aramberri | |
| Arte | Ricardo "Rocambole" Cohen | Ricardo "Rocambole" Cohen | Ricardo "Rocambole" Cohen | Ricardo "Rocambole" Cohen | Ricardo "Rocambole" Cohen |
Caracterizaram-se por gravar seus discos independentemente das grandes companhias discográficas. Seu primeiro disco Gulp! foi editado em 1985 , 9 anos depois de ser criado o grupo.
| Disco | Ano | Gravação |
|---|---|---|
| Gulp! | 1985 | Estudo |
| Oktubre | 1986 | Estudo |
| Um baión para o olho idiota | 1988 | Estudo |
| Bang! Bang! Estás Liquidado | 1989 | Estudo |
| A Mosca e a Sopa | 1991 | Estudo |
| Ao vivo | 1992 | Ao vivo |
| Lobo solto - Cordeiro atado (disco duplo) | 1993 | Estudo |
| Luzbelito | 1996 | Estudo |
| Último Bondi a Finisterre | 1998 | Estudo |
| Momo Sampler | 2000 | Estudo |
(*) "Ao vivo" é um disco ao vivo, definido pelo próprio Skay Beilinson como um disco "Pirata Oficial". A realidade é que contém temas de Bang! Bang! Estás Liquidado, Um baión para o olho idiota, Gulp! e "O Blues do Noticiero", um tema inédito. Totaliza assim 12 canções ao vivo, remasterizadas nos Estados Unidos. Estas foram gravadas por De o Cielito Records durante os recitais de 1991 no Estádio Fazes Sanitárias, da Cidade Autónoma de Buenos Aires.
| Ano | Videoclip | Direcção e gravação |
|---|---|---|
| 1988 | Massacre no Puticlub | Rocambole |
| 1991 | Blues da Artilharia | Rocambole |