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Pereza (banda)

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Para outros usos deste termo, veja-se Pereza (desambiguación).
Pereza
Perezafarga.JPG
Informação pessoal
OrigemMadri, Espanha
EstadoEm activo
Informação artística
Género(s)Pop
Período de actividade2001 - Actualidade.
Álbum mais exitosoAviões (2009)
Singelo mais exitosoPrincesas (canção) (2005)
Discográfica(s)Sony BMG
Site
Sitio sitehttp://www.pereza.info/
Membros
Leiva (voz, guitarra, baixo e batería)
Rubén (voz e guitarra)
Antigos membros
Tuli (batería, saxofón)

Pereza é um grupo musical de Alameda de Osuna (Madri) de Pop composto por Rubén Poço Prats e José Miguel Coelho Torres conhecidos artisticamente como Rubén e Leiva. Têm gravado seis discos: Pereza, Algo para cantar, Animais, Os amigos dos animais (um disco recopilatorio publicado em 2006 no que se incluem alguns de seus melhores temas, e no que têm colaborado artistas da talha de Amaral , Bunbury ou Ariel Rot), Aproximações publicado no verão de 2007 , e, por último, Aviões, publicado em agosto de 2009 , bem como dois DVD: o primeiro, Algo para encantar no que se incluem os videoclips de seu disco anterior Algo para cantar e alguns temas ao vivo, e Barcelona, um DVD com um concerto ao vivo em dita cidade acompanhado de um CD titulado Rarezas, no que dão a conhecer temas inéditos desde o início da banda. São amigos próximos do fubolista Guti.

Conteúdo

História

Inícios. Pereza (2001)

Em 1999 juntaram-se com a sã intenção de fazer versões de Lenha. Rubén (guitarra e voz) vinha de gastar costume com os fugaces Boas Noites Rose, enquanto Leiva (baixo e voz), tinha desparramado o tempo entre seu grupo Malahierba e os parques do bairro de Alameda de Osuna. O trío completava-se então com o batería Tuli. Em seus primeiros gateos pelos pequenos clubs de Madri chegaram inclusive a oficiar como banda de acompañamiento do crítico musical e antigo cantor dos Desperados Fernando Martín, irmão do sentido falta guitarrista Guille Martín(Loquillo, Calamaro). A conta de curtirse o couro no circuito de garitos, foram nascendo os primeiros temas próprios, que evidenciaban uma dívida clara com os glamurosos setenta, encabeçados por Marc Bolan e os Stones, sem esquecer referências autóctonas como Burning e Tequila, assimilados todos eles em uma veia claramente pop, que jamais desprezava um bom riff.

Um cazatalentos de RCA viu-os ao vivo e de imediato depositou neles sua confiança, atisbando um enorme filão comercial e uma atrayente e sólida imagem, ainda que ainda tivesse coisas que pulir. A banda ficha para a multinacional e edita seu primeiro disco: "Pereza" (2001). O trabalho ainda evidência sua juventude e inexperiência; limitado, sim, mas o suficientemente firme como para dar uma centena de concertos e se crer a si mesmos um pouco mais. Em seus devaneos pela península vão fazendo tabelas como teloneros de Porretas, Os Inimigos ou Siniestro Total. Também contribuem valiosos granitos de areia em diferentes recopilatorios: no solidario Patitos Feios fazem o clássico infantil televisivo "A Bruxa Avaria", em Calaveras e Diablitos o inédito "Em onde estejas", e na homenagem a Homens G atacam com "Me vou passar o bem", canção que terminaria dando título ao álbum tributo.

Leiva durante um concerto.

Algo para cantar (2003)

Para o segundo disco, Algo para cantar (2003), Pereza se reduz a dúo e a formação ao vivo se completa com Rober (batería) e Pitu (guitarra), o que constituirá uma equipa ideal e necessário para consolidar repertorio e maneiras sobre um palco. O disco supõe um aldabonazo para suas aspirações, situa-os em uma inmejorable posição de saída para sua desejada carreira. As composições têm crescido e mantêm um fino equilíbrio entre a chulería irreverente e a melodia e a querencia eterna, agradável para todos os públicos. Nas apresentações deixam-se pele e ossos a cada fim de semana em uma exhibición contínua de sex appeal stoniano... somam outros duzentos concertos a seu tenaz aprendizagem. Entre outros telonean ao mismísimo Bon Jovi, e na estrada vão fazendo migas com outros colegas de geração como Deluxe, Sidonie, Amaral ou Os Piratas. A imprensa começa a falar muito seriamente deles como "os novos Tequila", "os novos Ronaldos", etc. Por último gravam o videoclip de "Eu penso naquela tarde" com a colaboração de David Summers e Dani Martín, vocalistas de Homens G e O Canto do Louco respectivamente.

Animais (2005)

O salto cualitativo chega com Animais (2005), trabalho produzido por Nigel Walker (Bob Dylan, Tom Petty, Aerosmith), que acerta no alvo do desejado pelo grupo e lhes converte na nova promessa do rock cool em castelhano. Assim soam rabiosamente eléctricos sem deixar de apaixonar, gamberros e conquistadores, cuidadosamente pop e saudavelmente canallas. O single "Princesas", ao que seguiria o também exitoso "Tudo", os situa no mapa dos triunfadores da rádio fórmula comercial.

Pese ao calentón da nova febre, o grupo segue fiel a suas aspirações criativas: no final desse mesmo ano 2005 participam junto a Iván Ferreiro, Xoel Deluxe, Quique González, Juan Aguirre e Eva Amaral no projecto da SGAE, Laboratório Ñ, encerrando em uma casa de Buenos Aires (Argentina) para compartilhar ideias e compor. Desta excursión trazem-se laços ainda mais sólidos com seus colegas de quinta musical. Por outro lado a indústria não é alheia ao devir do grupo e, tanto nos X Prêmios da Música 2006 como nos Prêmios 40 Principais 2006, são nominados a melhor grupo de pop-rock melhor canção e melhor álbum de pop. Assim mesmo, nos prestigiosos prêmios MTV europeus, são nominados a melhor artista espanhol.

Amigos dos animais (2006)

Seu seguinte disco, que começa sendo uma mera diversión entre amigos, termina se convertendo em uma enorme jogada comercial. Os amigos dos animais (2006) é um party privado onde Rubén e Leiva chamam a outros colegas para que cantem em alguns dos temas aparecidos em seus três primeiros discos. Por um lado estão os colegas de geração: Amaral, Pastora, Deluxe, Sidonie, Iván Ferreiro e Quique González, e por outro lado, apelando a seu coração de fãs, recorrem a seus admirados maiores: Enrique Bunbury, Carlos Tarque, Burning, Christina Rosenvinge, Coque Malha, Kevin Johansen e Ariel Rot; sem esquecer a contribuição flamenquita dos Delinqüentes, Alva Molina e Menino Josele (convém recordar que Leiva é um grande amante do flamenco).

O disco resulta ser um clamoroso sucesso da popularidade e os aúpa à crista da onda do quem é quem no actual panorama da música pop espanhola. Indústria, crítica e público rendem-se a seus encantos: nos XI Prêmios da Música 2007 são os ganhadores do prêmio ao melhor álbum de pop e as vendas de Animais" quase rozan o Disco de Platino.

Como culminación a uma gira inesgotável de outros 200 bolos, a banda cria uma série de pontuas concertos em forma de "unplugged". Da actuação do Teatro Tívoli extrai-se o material que compõe seu DVD "Barcelona" (2006), que se completa com um CD de rarezas que inclui inéditos, tomadas caseiras e até uma versão de Barricada, "Não sê que fazer contigo".

Dantes de enfrascarse na criação de seu novo trabalho, Rubén e Leiva colaboram aqui e lá com diferentes compadres: no disco "Dúos, tríos e outras perversiones" de Ariel Rot participam em Canal 69", com Burning cantam "Move tuas caderas" no Teatro Joy Eslava a princípios de 2007, durante a apresentação de "Doces dezasseis", e no mesmo lugar fazem-se "Quatro rosas" com Jaime Urrutia para o directo "Em Joy", no estádio Vicente Calderón interpretam junto a Loquillo "Rock'n'Roll star", durante a celebração do quarenta aniversário dos 40 Principais. Também terminam sendo memorables suas escapadas a jams loucas com Xoel Deluxe e Quique González.

Barcelona (DVD + CD "Rarezas") - 2006

Pereza cria este verdadeiro presente para seus mais incondicionais. Um DVD gravado no Teatro Tívoli de Barcelona , que além de incluir novas versões de temas antigos, contém um CD titulado “Rarezas”, repleto de canções inéditas que faziam parte do baúl das lembranças da banda. No desdobrável de seu interior encontramos-nos com parte da história da banda, incluído um pós it escrito por José María Câmara, presidente de BMG , dirigido a um colega da discográfica no que lhe pede que firme o pré-contrato para a gravação do primeiro disco.

Créditos:

Leiva (guitarra acústica e voz), Ruben (guitarra acústica e voz), Pitu (guitarra), Rober Aracil (batería), Manolo Mejías (baixo), Angel Samos (piano e hammond), Luismi “Furacão Ambulante” (percussão), Miguel Malca (chefe de produção), Kikin (stage manager), Carlos Hernández (técnico de som), George Grande (road manager), Sexi Sabih (técnico de backline), Miguel Angel López (técnico de monitores), Alfonso Valverde (técnico de luzes), Mónica Esteban (técnico de palco), Javier Valverde (chefe de equipa), Tua (som e luzes), Jorge Gutiérrez (auxiliar de som), Carlos, David e Tony (auxiliares de iluminação) e Miguel, Antonio e Ricardo (transporte).

Aproximações (2007)

Voltam a recorrer ao produtor Nigel Walkery para mediados do 2007 Pereza tem pronto seu novo disco, “Aproximações”, do qual se extrai um primeiro single, “Aproximação”, cuja sedosidad lhes faz, por uma ocasião, soar mais beattlemanos que stonianos. O resto do álbum certifica seu contínuo crescimento como compositores e como grupo de rock. Já ninguém lhes compara com outros que não sejam eles mesmos, e se constata o triunfo de suas letras singelas, e desamores, suas melodias impagables e sua pegajoso groove. No disco, gravados quase todos os instrumentos (uma vez mais) por eles mesmos, destaca, por entrañable, a colaboração do mítico guitarrista ex -Stone Mick Taylor. A partir de agora Rubén e Leiva cantarão e tocarão as guitarras, e o resto da formação se completa com Rober (batería), Luismi (percussão), Pop (teclados) e Manuel Mejías (baixo). Os singles deste albúm foram Aproximação, Estrela polar, Tristeza, Por minha tripa e Margot.

Aviões (2009)

Pereza durante um concerto de gira-a Vinagre e rosas de Joaquín Sabina que teve lugar o 15 de dezembro de 2009 em Madri .

Seu último álbum até o momento saiu à venda no dia 26 de agosto, sendo seu primeiro singelo "Violento amor". Trata-se do disco com ar mais acústico e ritmo mais suave. A produção do disco foi levada pelos próprios Rubén e Leiva enquanto da distribuição encarrega-se, uma vez mais, Sony BMG. Tuli, membro da banda no primeiro disco, colabora em algumas canções de Aviões ("Lady Madri", "Leões" e "Cuspe"), tocando o saxo. Há duas colaborações de especial importância: Andrés Calamaro em Amelie e Ariel Rot em Leva-me ao dance. Trata-se do disco mais acústico até a data. Durante este ano vão produzir, pôr música e realizar os coros do primeiro single de Joaquín Sabina "Tiramisú de limão" de seu novo disco "Vinagre e rosas". O segundo singelo é Lady Madri e o terceiro, Pirata, para o lançamento deste a pagina site oficial do grupo tem comunicado que se vai gravar uma nova versão da canção de maneira que tambien participa Leiva. O videoclip este dirigido pelo director Titán Poço.

Com este disco iniciam gira-a "Puro Teatro Tour", durante 2009 e 2010, centrada em teatros e auditórios para procurar uma maior intimidem com o público e maior desfrute de canções mais acústicas que as de anteriores discos. Todo um forte contraste com Aproximações, que fechou gira em uma rebosante Praça das Vendas de Madri, ante mais de 16.000 pessoas.

Discografía

  • 2009: Baires, livro CD e DVD.

Singles

Colalaboraciones

   * "Não te tocar" (Arde a rua. Um tributo a Rádio Futura) Rádio Futura (2004).
   * "Minha doença" (Calamaro querido! Cantando ao salmón) Andrés Calamaro (2006).
   * "Despertame contigo" (Todo chegará. Rebeca Jímenez.) Carlos Tarque, Pereza e Rebeca Jiménez (2009)
   * "Rocanrol Bumerang" (Bem-vindos. Tributo a Miguel Rios) Miguel Rios (2009).
   * "Tiramisú de limon" (Vinagre e rosas) Joaquín Sabina (2009).
   * "Embusteira" (Vinagre e rosas) Joaquín Sabina (2009).
   * "Peter Pan" (Rádio A Colifata apresenta ao canto do louco) O Canto do Louco (2009).

Enlaces externos

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