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Perfil biofísico fetal

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O perfil biofísico fetal obtém-se por ecografía em tempo real, pelo geral, com transductor de 3,5 MHz.

O perfil biofísico fetal é um método ecográfico baseado em um sistema de pontuação, utilizado em medicina para determinar o bem-estar de um feto durante uma gravidez de alto risco.[1] Pelo geral se inidca quando o teste de reactividad fetal arroja resultados não reactivos, ainda que um obstetra pode solicitar a valoração por outras causas.

O perfil biofísico é uma combinação de marcadores agudos e crónicos. A reactividad cardíaca fetal, os movimentos corporales fetales, os movimentos respiratórios e o tom fetal descrevem-se como marcadores agudos, enquanto o volume de líquido amniótico, junto com as características da placenta se consideraram como marcadores crónicos.[2] O objectivo do perfil biofísico fetal é de identificar oportunamente aqueles fetos com hipóxia e acidosis, com o fim de tomar a conduta perinatal mais adequada, evitando a morte intrauterina e a morbilidad perinatal.[3]

Conteúdo

Critérios

O perfil biofísico consta dos seguintes cinco parámetros de estudo:[4]

O perfil biofísico fetal não se realiza dantes da segunda metade da gravidez como os movimentos fetales ainda não estão presentes dantes dessa data gestacional.

Interpretação

A cada parámetro pode ter uma pontuação máxima de 0, 1 ou 2.[5] Uma pontuação perfeita sacaria 10 dos 10 pontos possíveis e interpreta-se como um correcto estado de bem-estar fetal.[6] Uma pontuação de 6 ou mais provavelmente amerite ser observado mais de perto por um especialista por estar em franco risco de hipoxia . Uma pontuação menor de 5 pode indicar uma hipoxia iminente e a séria possibilidade de ter que induzir o parto de imediato.[4] Se somam-se 8 pontos ou mais, é provavelmente uma gravidez estável, sugerindo que à medida que se comprometem as variáveis biofísicas, piora de maneira progressiva as condições de vitalidad fetal intra-útero.[7]

Veja-se também

Referências

  1. Alfirevic Z, Neilson JP (2000). «Biophysical profile for fetal assessment in high risk pregnancies». Cochrane Database Syst Rev (2):  pp. CD000038. doi:10.1002/14651858.CD000038. PMID 10796097. http://dx.doi.org/10.1002/14651858.CD000038. 
  2. HERNANDEZ, Carmen E. Correlação do perfil biofísico e do equilíbrio ácido-base em pacientes de alto risco obstétrico (em espanhol). Rev Obstet Ginecol Venez. [on-line]. jan. 2007, vol.67, não.1 [citado 05 Dezembro 2009], p.5-13. ISSN 0048-7732.
  3. BRITO HURTADO, Julio G, CORRENTE, Luis Fernando, DUQUE, Fernando et a o. Perfil hemodinámico em comparação com perfil biofísico como prova de bem-estar fetal (em espanhol). Rev Obstet Ginecol Venez. [on-line]. set. 2001, vol.61, não.4 [citado 05 Dezembro 2009], p.229-237. ISSN 0048-7732.
  4. a b Deska, Kathleen; Timothy James Pagana (2001). Guia de provas diagnósticas e de laboratório, 5ta edição (em espanhol), Elsevier Espanha, pp. 674. ISBN 8481745561.
  5. Taeusch, H. William; Mary Ellen Avery (2001). Compendio de Neonatologia de Avery, 7ma edição (em espanhol), Elsevier Espanha, pp. 23. ISBN 8481745294.
  6. González-Merlo, Jesús (2006). Obstetrícia, 5ta edição (em espanhol), Elsevier Espanha, pp. 91, 268. ISBN 8445816101.
  7. MORAES, Vardeli Alves de. Perfil biofísico fetal na ruptura prematura dás membranas (disponível em português). Rev. Bras. Ginecol. Obstet. [on-line]. 1999, 21(4), pp. 241-241. ISSN 0100-7203. doi: 10.1590/S0100-72031999000400010. Último acesso 5 de dezembro de 2009.
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