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Petrocaribe

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Petrocaribe
 de Petrocaribe
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Idiomas oficiais n/d
Tipo Organismo internacional
Fundação 14 de dezembro de 2004.
Membros Flag of Antigua and Barbuda.svg Antiga e Barbuda
Bandera de Bolivia Bolívia
Bandera de Cuba Cuba
Flag of Dominica.svg Dominica
Bandera de Ecuador Equador
Flag of Nicaragua.svg Nicarágua
Flag of Saint Vincent and the Grenadines.svg S. Vicente e Granadinas
Bandera de Venezuela Venezuela
Superfície
 • Total

? km2
População
 • Total
 • Densidade

69.513.161
100 hab/km2
PIB (PPA)
 • Total (2008)
 • PIB per capita. 

622.880 milhões
IDH 0.7993 (84º) – médio
Moeda SUCRE[1]
Domínio Internet #redirección Modelo:Lista desdobrável
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     Venezuela      Países membros de Petrocaribe e CARICOM      Membros de Petrocaribe que não participam de CARICOM      Membros do CARICOM que não participam de Petrocaribe

Petrocaribe é uma aliança em matéria petrolera entre alguns países das Caraíbas com Venezuela. A iniciativa por parte do Governo de Venezuela leva como objectivo uma aliança que consiste em que os países caribeños comprem o petróleo venezuelano em condições de pagamento preferencial.
Esta aliança foi lançada em junho de 2005 pelo Presidente Hugo Chávez. O acordo permite que as nações das Caraíbas comprem até 185.000 barris de petróleo por dia.

Conteúdo

Criação

A organização nasceu o 29 de junho de 2005 , na cidade de Porto A Cruz situada no oriente venezuelano dentro do Primeiro Encontro Energético de Chefes de Estado e de Governo das Caraíbas sobre Petrocaribe, e ficando subscrito por 14 países o «Acordo de Cooperação Energética».

Objectivos

Petrocaribe foi criado devido aos abusos que os navios estrangeiros realizavam com os países das Caraíbas com respeito à venda do petróleo, o levando a preços excessivos[cita requerida]. O acordo de Petrocaribe está baseado na eliminação de todos os intermediários para só intervir as entidades dirigidas pelos governos.

Procura-se a transformação das sociedades latinoamericanas e caribeñas, fazendo-as mais justas, cultas, participativas e solidarias. A ideia concebe-se com a finalidade de criar um processo integral que promova a eliminação das desigualdades sociais, fomenta a qualidade de vida e uma participação efectiva dos povos.

Esta organização coordenará e articulará as políticas de energia, que não só inclui petróleo senão também seus derivados; gás, electricidade, cooperação tecnológica e capacitação, desenvolvimento de infra-estrutura energética, e o aprovechamiento de fontes alternadas, tais como a energia eólica e solar.

Forma de pagamentos

Propôs-se uma escala de financiamento nas facturas petroleras, onde se toma como refere o preço do cru. Estender-se-á um período de graça para o financiamento em longo prazo de um a dois anos e se prevê uma extensão do período de pagamento de 17 a 25 anos, reduzindo o interesse ao 1%, se o preço do petróleo supera os 40 dólares por barril. O pagamento em curto prazo estende-se de 30 a 90 dias.

Venezuela dá a opção de cancelar parte dos pagamentos com produtos que proporcionarão ao país, tais como: plátanos, arroz, e açúcar e qualquer outro de bens e serviços que sejam utilizados no país. Deste modo, Cuba paga parte de sua factura com serviços médicos, de educação e desporto.[2]

Países integrantes

O acordo de integração foi assinado o 7 de setembro de 2005 e seus integrantes são: Venezuela, Cuba, República Dominicana, Antiga e Barbuda, as Bahamas, Belice, Dominica, Grenada, Guyana, Honduras (suspendida[3] ), Jamaica, Surinam, Santa Luzia, Guatemala, San Cristóbal e Neves e San Vicente e as Granadinas.

Os únicos países em não assinar foram Barbados e Trinidad e Tobago. Por outra parte Haiti não foi convidado às negociações, já que o Governo de Venezuela não reconheceu seu governo para esse entoces. Haiti finalmente uniu-se ao acordo, uma vez que o presidente eleito René Préval tomasse o palácio em Porto Príncipe, foi em III Cimeira Petrocaribe (agosto 2007) onde também entrou a fazer parte a Nicarágua, sendo na actualidade 16 membros.

É comprensible que Trinidad e Tobago não assinasse o acordo por ser um produtor de petróleo. Alguns críticos têm perguntado sobre Barbados especulando que tem sucumbido à pressão dos Estados Unidos, devido a sua relação tensa com Venezuela. Barbados por sua vez tem negado que esta seja a razão, e não têm descartado a possibilidade de convir Petrocaribe no futuro. Barbados tem feito alusão desde então que Petrocaribe agregaria uma quantidade considerável de dívida à economia de seu país.

Desde 2005, a República Dominicana participa no acordo energético Petrocaribe, através do qual vários países da região podem adquirir petróleo e derivados a Venezuela em condições favoráveis. Em um acordo com data 5 de Maio subscreveu-se acordo de complementación económico na companhia Refidomsa, com a aquisição de 49% das acções de dita refinaria por parte de PDV Caraíbas.

Referências

Veja-se também

Referências

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/t/e/Ate%C3%ADsmo.html"
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