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Playing the Angel

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Playing the Angel
Álbum de Depeche Mode
Publicação 17 de outubro de 2005 na Inglaterra
18 de outubro de 2005 nos Estados Unidos
Gravação Vários lugares durante 2005
Género(s) Música electrónica
Música industrial
Música alternativa
Dark Wave
Duração 52 minutos
Discográfica Mute Records na Inglaterra
Sire/Reprise nos Estados Unidos
Produtor(é) Ben Hillier
Calificaciones profissionais
Singelos de Playing the Angel
  1. Precious
    Publicação: 3 de outubro de 2005 na Europa
    11 de outubro de 2005 na América
  2. A Pain That I'm Used To
    Publicação: 19 de dezembro de 2005 ; só na Europa
  3. Suffer Well
    Publicação: 27 de março de 2006 ; só na Europa
  4. John the Revelator/Lilian
    Publicação: 5 de junho de 2006 ; só na Europa
Cronología de Depeche Mode
2004
Remixes 81-04
2005
Playing the Angel
2006
The Best of - Volume 1

Playing the Angel é o undécimo álbum do grupo inglês de música electrónica Depeche Mode (Martin Gore, Andrew Fletcher, David Gahan) produzido e publicado em 2005.

Foi produzido por Ben Hillier. A maioria das canções foram escritas por Martin Gore, excepto os temas I Want It All, Suffer Well e Nothing's Impossible, que foram escritos por David Gahan, Christian Eigner e Andrew Phillpott.

Com motivo do disco, Depeche Mode realizou durante 2005-06 gira-a Touring the Angel, acompanhados do próprio Eigner na batería e o teclista Peter Gordeno como músicos de apoio.

O título Playing the Angel foi tomado da letra da canção The Darkest Star.

Conteúdo

Listagem de canções

O álbum apareceu em cinco edições, a regular só em CD, como edição de luxo em SACD /CD acompanhada de um DVD com conteúdo adicional, como álbum digital descargable da rede, em duplo disco de vinilo, e por último em formato UMD para o PlayStation Portable de Sony .[11] [12]

Edição em CD

Esta reflete o conteúdo regular

  1. A Pain That I'm Used To – 4:11
  2. John the Revelator – 3:42
  3. Suffer Well – 3:49
  4. The Sinner in Me – 4:56
  5. Precious – 4:10
  6. Macro – 4:03
  7. I Want It All – 6:09
  8. Nothing's Impossible – 4:21
  9. Introspectre – 1:42
  10. Damaged People – 3:29
  11. Lilian – 4:49
  12. The Darkest Star – 6:55

Edição de luxo

A edição de luxo americana contém o mesmo disco da edição normal acompanhado do DVD, enquanto a edição européia contém o disco em formato SACD acompanhado do DVD. De qualquer modo, em ambos casos o conteúdo dos discos é o mesmo.

O que muda é a cor do "angelito" (chamado Tubby Goth pela própria banda) na portada, também a foto posterior é diferente e está parcialmente a cor, não em alvo e negro como na edição normal; ademais, o booklet do disco tem várias fotos mais que a edição normal.

Disco um, SACD/CD

Playing the Angel

Disco dois, DVD

  1. Playing the Angel em 5.1 e em estéreo
  2. Making the Angel (mini-documental)
  3. Precious (video promocional dirigido por Uwe Flade)
  4. Clean (tocada em estudo)
  5. Galería de Fotos

Após Playing the Angel os dez primeiros álbuns de Depeche Mode foram relançados em edição duplo da mesma forma: na Europa em SACD /DVD e na América só como CD/DVD; assim mesmo a primeira compilação posterior a Playing the Angel, The Best of - Volume 1, apareceu em edição normal e edição com DVD extra; seguidamente o álbum Sounds of the Universe de 2009 publicou-se em edição normal, edição com DVD e edição de luxo em três CD e um DVD.

Em realidade o álbum debut solista de Dave Gahan, Paper Monsters de 2003, foi o primeiro em aparecer assim; posteriormente seu segundo material solista, Hourglass de 2007, lançou-se também em edição normal e edição com DVD.

Edição em LP.

Desde 1993 todos os discos de Depeche Mode se editam na Europa também em formato de disco de vinilo. O caso do LP Playing the Angel resulta diferente à versão em CD, pois é apresentado não em um senão em dois discos com os doze temas do álbum, e cujos lados estão ordenados alfabeticamente do À o D, ainda que numerados desde 1 na cada lado.

Disco um

Lado A

  1. A Pain That I'm Used To – 4:11
  2. John the Revelator – 3:42
  3. Suffer Well – 3:49

Lado B

  1. The Sinner in Me – 4:56
  2. Precious – 4:10
  3. Macro – 4:03

Disco dois

Lado C

  1. I Want It All – 6:09
  2. Nothing's Impossible – 4:21
  3. Introspectre – 1:42
  4. Damaged People – 3:29

Lado D

  1. Lilian– 4:49
  2. The Darkest Star – 6:55

Esta é uma situação que se deu só com alguns outros materiais de Depeche Mode, as compilações de 1998 The Singles 86>98 e The Singles 81>85, a do 2004 Remixes 81-04, bem como os álbuns Exciter de 2001 e Sounds of the Universe de 2009, ainda que por verdadeiro junto com estes dois últimos são os únicos álbuns de estudo do grupo em aparecer assim em sua edição de Long Play.

Edição digital

Playing the Angel é o primeiro álbum de Depeche Mode disponível como descarga digital de Internet desde seu lançamento, ainda que com todo e as bondades da rede curiosamente esta versão foi exclusiva para Norteamérica, só através de iTunes .

O disco digital contém os doze temas do álbum mas outro tema adicional tocado em estudo, exclusivo desta versão, e o video do primeiro singelo desprendido.

Conteúdo

Playing the Angel
Waiting for the Night (tocada em estudo)
Precious (video de Uwe Flade)

A interpretação acústica de Clean , da edição de luxo, também esteve disponível como descarga da rede na América, mas por aparte, só fosse do álbum digital.

Edição em UMD.

A edição em formato UMD para o PlayStation Portable de Sony não foi exactamente a mais publicitada versão de Playing the Angel, evidentemente pelo limitado número de proprietários e utentes daquela consolilla de videojuegos, ademais, foi exclusiva para a Europa, em parte pelo mesmo motivo.

Esta versão contém os correspondente doze temas do álbum bem como os bonos adicionados à edição de luxo.

Conteúdo

Playing the Angel
Making the Angel (mini-documental)
Precious (video de Uwe Flade)
Clean (em estudo)
Galería de Fotos

Playing the Angel é o único álbum de Depeche Mode lançado neste formato ainda que não seu único material. Os concertos Devotional de 1993 e One Night in Paris de 2002 bem como o documental 101 relançaram-se também em UMD em 2005 coincidindo com a publicidade ao redor de Playing the Angel, sendo de tal modo os únicos quatro materiais disponíveis para a consolilla de Sony .

Créditos

Martin Gore, guitarra, baixo eléctrico, sintetizador e segunda voz; ademais canta tema-los Macro e Damaged People.
David Gahan, voz principal, excepto Nothing's Impossible que cantam a dueto, o tema The Sinner in Mo cantam parcialmente a dueto; segunda voz em Macro.
Andrew Fletcher, sintetizador, baixo na Pain That I'm Used to, em The Sinner in Me e na interpretação de Clean da edição de luxo; segunda voz em The Darkest Star. Tem participação vocal na Pain That I'm Used To e John the Revelator.
Ben Hillier, Produção, Engenharia e Mistura.
Dave McCracken, Programação; piano em The Darkest Star (por um erro de impressão no booklet do disco aparece o crédito de que toca o piano em I Want It All, canção na que não há nenhum piano).
Richard Morris, Programação e Engenharia.
Steve Fitzmaurice, Mistura.
Christian Eigner e Andrew Phillpott, programação original de Suffer Well, I Want It All e Nothing's Impossible.
Emily Lazar, Masterización.
Sarah Register, assistente de masterización.
Devin Workman e Kt Rangnick, assistentes de gravação e mistura.
Nick Sevilla, Arjun Argerwala e Rudyard Lê Cullers, assistentes de gravação.

Singelos

A versão de Precious como singelo, coisa rara, é ligeiramente mais longa que a do álbum.

Teve edições promocionais como singelo em 12 polegadas do tema The Darkest Star. De qualquer modo o disco sempre aparece só com quatro singelos.

Lados B

Os únicos temas que ficaram fora de Playing the Angel e apareceram como lados B dos singelos foram as canções Free, Newborn e Better Days, compostas também por Martin Gore.

No caso da canção Free aparece como lado B de Precious , mas só na edição européia do singelo. De maneira adicional agregou-se como número treze exclusivamente na edição japonesa de Playing the Angel.

Dados

É o primeiro disco do grupo no que aparecem temas compostos por David Gahan, os quais foram bem recebidos por seus seguidores, após todo quando Gahan no 2003 realizou seu primeiro álbum solista se lhe tinha criticado por não apresentar um som diferente ao de Depeche Mode.[13]

Um pouco a diferença dos três anteriores álbuns do grupo neste a musicalización foi mais electrónica, isso devido sobretudo a que o produtor Ben Hillier optou pelas equipas análogos sobre os digitais conseguindo assim acercar a Depeche Mode à corrente de música industrial desse ano.

No entanto isso não quer dizer que DM simplesmente imitasse as tendências de música dessa época, pelo contrário duas de seus primeiros discos vinte anos atrás já tinham sido de música industrial, Construction Time Again de 1983 e Some Great Reward de 1984.

Ademais, o álbum não foi totalmente industrial, alguns temas resultaram influídos por diferentes géneros, como I Want It All que tem elementos trip hop, The Sinner in Me que em seu som se acerca ao rock gótico, ou as duas canções cantadas por Martin Gore que são mais bem minimalistas, e inclusive Precious é uma canção electrónica mais do tipo de música que Depeche Mode tinha feito em seus mais conhecidos discos.

O disco foi considerado por alguns membros da imprensa como uma luta entre Martin e Dave, opinião quiçá não muito afortunada considerando que de Gahan aparecem unicamente três temas que ademais não escreveu ele só, enquanto as outras oito canções e o tema intrumental foram compostos por Martin Gore. A primeira metade do disco foi considerada pela crítica como insuperable com as canções A Pain That I'm Used To, John the Revelator, The Sinner in Me e Precious, enquanto se produz uma decadência na segunda parte do disco com canções como Macro, Nothing's Impossível ou The Darkest Star. Apesar disto, outras críticas consideraram uma obra mestre The Darkest Star.

Em soma, o aspecto mais trascendente de Playing the Angel, além da que se considera uma volta a um som mais tradicional para DM, é a inauguração de David Gahan como compositor do grupo ao que precisamente ele baptizou Depeche Mode. Em 2003, o cantor tinha realizado seu desigual mas muito llamativo debut solista, o álbum Paper Monsters, lançando-se inclusive a uma pequena gira promocional, e independentemente de todas as críticas positivas e negativas recebidas seu disco não passou de ser mais bem uma curiosidade que a ter uma verdadeira relevância.

Os temas de Gahan para Playing the Angel em mudança conseguiram conservar o discurso lírico e musical de Martin Gore em Depeche Mode e não desentonar em nenhum momento com a colecção, com o qual o cantor demonstrou uma maior segurança como compositor, que Gore é em verdade seu referente mais próximo para escrever e que não pretende inventar nada novo nem revolucionar a música do grupo. Tão só um par de anos depois, em 2007, Gahan lançou seu segundo disco solista, Hourglass, concebido outra vez com Eigner e Phillpott, ainda mais parecido à música de Depeche Mode mas conseguindo em general uma melhor resposta de público e de crítica.

O álbum Hourglass de Gahan ao ser realizado junto com Eigner e Phillpott é uma sorte de trabalho colateral ao disco de DM; aliás o próprio Gahan declarou durante sua promoção que seu segundo álbum era como "a conclusão de Playing the Angel".

Outro aspecto singular de Playing the Angel é a maneira em que foi promocionado, isto é, dos quatro singelos só um, o primeiro, foi publicado na América, entre tanto os restantes três se lançaram unicamente na Europa, e, ainda assim, o singelo Precious, o único para a América, apareceu lá sem canção adicional; enquanto em sua edição européia apareceu com a canção Free como lado B, regressando com isso às velhas formas de promoção de Depeche Mode centradas principalmente a Europa. Isto provavelmente pela injerencia de Martin Gore em Depeche Mode, quem já alguma vez referia o culto que seguem encontrando na Europa e não na América onde em suas próprias palavras os tratam "como a qualquer outra banda".

Por verdadeiro que como lados B se apresentaram só três canções que ficaram fora do álbum, ainda que teve uma quarta titulada Martyr, uma forte balada com elementos industriais muito rítmica e com reminiscências do country norte-americano, que pelo mesmo consideraram desentonaba com o disco, a qual foi apresentada para promocionar a primeira compilação posterior a Playing the Angel como único tema inédito, ainda que seu lançamento como disco singelo foi também só para a Europa.

Por último, também a gira Touring the Angel foi de muito sucesso para DM. Em realidade é a mais longa na qual se embarcaram desde 1993-94 com o Devotional-Exotic Tour, a qual tinha sido uma volta ao mundo em um desgastante período de treze meses com mais de cem destinos que quase os leva à dissolução total. Onze anos depois, depois de dois giras curtas, The Singles Tour em 1998 e Exciter Tour em 2001, os três membros de Depeche Mode sentiram-se de novo com a suficiente confiança como para levar a cabo uma gira longa com Touring the Angel, redundando ademais com isso na boa resposta conseguida em general pelo álbum.

Como curiosidade, a maior falha do disco é inteiramente incidental, se for o caso um defeito na masterización do material, o qual de por si é corregible em algumas equipas de audio e sobretudo por computadores.

Canção por canção

A Pain That I'm Used To é um tema totalmente industrial. Depois de de ter sido artífices da Música industrial no primeiro lustro dos ochentas, quando este era um movimento emergente não por completo bem visto, Depeche Mode o abandonou em pos de explorar novas tendências da electrónica. Na Pain That I'm Used to simplesmente voltaram ao industrial mas na forma na qual tinha evoluído após eles, recordando mais a bandas como Nine Inch Nails. O tema começa com um contundente efeito de reactor para dar passo a uma musicalización electrónica industrial com acompañamiento de guitarra e batería, e uma letra igual de agressiva ainda que muito dentro da linha de DM, o qual o volta um de seus temas mais selvagens; uma dor ao que estou acostumado.
John the Revelator é outro tema muito industrial, com uma base mais electrónica, um ritmo forte e uma letra fora de todas as formas de Depeche Mode, de facto cabe mencionar que sua lírica está inspirada em uma personagem tradicional da Inglaterra. O tema é o mais identificable de Playing the Angel, e ainda dantes do segundo singelo se anunciava que invariavelmente seria também um dos promociónales. Os sons que maneja são contundentes, distorsionados e muito sintéticos. Letra indubitavelmente apocaliptica e controverciales indirectas contra norteamérica identificam esta canção como uma das milhares de jóias de Gore.
Suffer Well é a primeira contribuição do trío Gahan, Eigner, Phillpott, a qual inclusive se lançou como um dos singelos promociónales do álbum. É um tema bastante autobiográfico para Dave Gahan, quem inspirou-se em sua própria experiência prévia com drogas chegando no ponto de sofrer bem, ainda que já no passado Martin Gore tinha composto um tema também baseado no problema de seu colega, Barrel of a Gun de 1997. Musicalmente o lucro da canção para o grupo foi que em verdade soa “muito Depeche Mode”, com a guitarra de Gore e o acompañamiento electrónico de Fletcher. A ideia para o tema, surgiu a raiz de um comentário que lhe disseram em pleno inferno de drogas "sim queres seguir assim, segue... mas pelo menos sofre bem (suffer well)"
The Sinner in Me é um tema próximo ao rock gótico, em letra e em musicalización, ainda que em realidade afastado dos experimentos prévios de DM com essa música, é mais provocadora, pelo qual também não entra forçadamente às formas da música escura. O tema é uma mistura de gótico com electrónico moderno, com efeitos fortes e distorsionados, e por exemplo bastante longínquo aos clássicos temas religiosos de Depeche Mode, mais bem se propõe como uma canção pecaminosa, uma espécie de canto à futilidad de ajudar na queda. Fala a canção, por outro lado, do pecado original, tema que tem mantido ocupada à igreja católica por anos, ao reconhecer que temos um pecador adentro, a letra diz, "se pudesse sacar, ao pecador que levo dentro".
Precious é um tema curioso, porque é por completo próximo às mais tradicionais formas de Depeche Mode para fazer música, de facto sua base é a mesma do clássico de 1990 Enjoy the Silence. É uma canção de amor decepcionado, inspirada no próprio divórcio de Martin Gore, quase totalmente electrónica, excepto por um discreto acompañamiento de guitarra. A letra é das mais sentimentais de todo o disco, um lamento por uma relação perdida por dolorosos motivos triviais, fala tambien do papel dos filhos no rompimiento de um casal, como reconocio o mesmo Gore em uma entrevista, "este é um processo muito triste e os meninos devem sentir algo parecido ao que descrevo na canção", provavelmente os meninos são representados como os " angeles de asas douradas que não deberian conhecer o sofrimento".
Macro é o primeiro tema mais bem minimalista do disco, cantado por Martin Gore. A crítica se regodeó em repetir que era um tema high-tech (de alta tecnologia), com uma muito boa base electrónica, ainda que em realidade é um tanto experimental recordando por momentos as aproximações com ritmos africanos factos por outros músicos famosos como Paul Simon ou Peter Gabriel. A letra é também muito curiosa ao fazer uma analogia sobre sexo e uma cosmovisión desde a perspectiva humana. Se podria interpretar tambien como um desejo de visão conjunta do mundo, uma vision "Macro", na que tudo encaixa, como diz a canção em uma parte: "Olha o macrocosmos, em uma macrovisión, e vê que nada se move, como se fosse uma oposição. Uma celebração universal, uma evolução, uma criação". desta forma Martin Gore demonstra que as alabanzar a Dark King, ou rei escuro não estão erradas, se segue fazendo música escura, como nos velhos tempos.
I Want It All o segundo tema de Gahan, Eigner, Phillpott, mostra novamente as experiências pessoais do primeiro, falando sobre desejo e insatisfacción. Destaca o trabalho de Eigner e Phillpott na musicalización, quem conseguiram dar-lhe uma completa orientação trip hop ao tema, ainda que certamente este sim se nota mais afastado dos estereotipos de Martin Gore para o grupo. Por verdadeiro, a música foi utilizada como intro para os concertos da gira Touring the Angel.
Nothing's Impossible o terceiro tema de Gahan, Eigner, Phillpott. É uma função electroacústica mais próxima ao tradicional som de DM, sintético e contundente com os elementos industriais que distinguem ao disco, bem como a grave guitarra de Gore, e uma letra sobre amor desesperado e descontentamento. Dos três temas contribuídos por Gahan, certamente é este o que soa mais electrónico, tributando com isso sua trajectória profissional com Depeche Mode.
Introspectre é o único intermediário instrumental de curta duração, como os incluídos nos anteriores discos, e se for o caso tenta ser uma função mais fantasmagórica que aquelas, por isso seu nome.
Damaged People é uma canção que está entre experimental e minimalista. Cantado por Martin Gore, como Macro, é também de letra muito peculiar e mais bem próximo aos estereotipos tradicionais de Depeche Mode. O tema em realidade é bastante dramático em sua proposta lírico; uma sorte de lamento à sociedade moderna abrindo com a triste proclama de que "Somos Gente Danificada".
Lilian é um tema que soa bastante convencional para Depeche Mode, de facto bem pôde ter estado incluído em algum de seus antigos discos, ainda que de passagem demonstra como são capazes de seguir fazendo canções bailables sem complicações, por isso o que adicionalmente tenha sido lançada como singelo.
The Darkest Star como feche do álbum é um experimento de canção grandilocuente e emotiva, como o fosse por exemplo Clean no álbum Violator ou inclusive Goodnight Lovers no álbum Exciter. novamente com reminiscências de música gótica ou mais claramente de Darkwave . A musicalización é singela mas sublime com acompañamiento de piano. A letra é um louvor a todos os tipos de devotos ao redor do mundo, nomeia exemplos nos que encaixam todos os fanáticos do trio ingles. A canção conclui em que todos os devotos do mundo têm algo em comum, esten onde esten, eles seran a estrela mas escura, brilhando para eles (o grupo) majestosamente

Tabela de posições

Lista musical (2005) Melhor
posição
Certificación Vendas
Lista de álbuns australianos[14] 45
Argentina 30,000+
Lista de álbuns austriacos[15] 1 Platino 30,000+
Lista de álbuns belgas[16] 4
Brazil 10,000+
Canada 1 Ouro 70,000+
Lista de álbuns checa[17] 1
Lista de álbuns dinamarquesa[18] 1
Lista de album neerlandés[19] 11 Ouro 25,000+
Lista de álbuns finlandes[20] 1 Ouro 17,000+
Lista de álbuns frases[21] 1 Platino[22] 240,000+
Lista de álbuns aleman[23] 1 2x Platino/Ouro[24] 500,000+
Lista de álbuns irlandes[25] 15
Lista de álbuns italiana[26] 1 x2 Platino 225,000+
México Ouro 65,000+
Lista de álbuns noruega[27] 1
Lista de album portuguesa[28] 1
Lista de álbuns russa 3x Platino 60,000+
Lista de album espanhola[29] 2 Platino 90,000+
Lista de album sueca[30] 1 x2 Platino 65,000+
Lista de álbuns suíça[31] 1 x2 Platino 40,000+
UK Albums Chart[32] 6 Ouro 120,000+
US Billboard 200[33] 7 550,000+
Vendas na Europa 1 Platino 1,550,000+
Vendas mundiais Platino+Ouro 3,600,000+

Referências

  1. http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:uqjw7i55g72rT00
  2. http://www.blender.com/guide/new/53676/playing-angel.html
  3. http://www.ew.com/ew/article/0,,1120793,00.html
  4. http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/music/cd_reviews/article577323.ece
  5. http://www.guardian.co.uk/music/2005/oct/14/popandrock.shopping1
  6. http://www.pitchforkmedia.com/article/record_review/16980/Depeche_Mode_Playing_the_Angel
  7. http://www.sputnikmusic.com/album.php?albumid=4197
  8. http://www.rollingstone.com/reviews/album/7695509/review/7702815?utm_source=Rhapsody&utm_medium=CDreview
  9. http://www.stylusmagazine.com/review.php?VÃO=3551
  10. http://uk.launch.yahoo.com/051018/33/1yfc0.html
  11. http://www.depechemode.com/discography/albums/19_playingtheangel.html
  12. http://www.depmod.com/albums/playing_the_angel/index.html
  13. Quan, Denise. "A Sobering Interview with Depeche Mode". CNN.com. 13 de maio de 2009.
  14. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta australiana". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  15. "Discography Depeche Mode". AustrianCharts.at. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  16. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Belga". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  17. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta checa". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  18. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta dinamarquesa". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  19. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Neerlandésa". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  20. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Finlandesa". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  21. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Francesa. Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  22. "Depeche Mode Platinum certification". Infodisc.fr. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  23. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Alemã". Acharts.us. Retrieved 14 May 2009.
  24. "Gold/Platin-Datenbank". MusikIndustrie.de. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009. Nota: User must define 'Sie können nach Titel, Jahr oder Interpret suchen' search parameter as "Depeche Mode".
  25. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Irlandesa". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  26. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Italiana". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  27. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta Noruega". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  28. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta portuguesa". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  29. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta espanhola". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  30. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta sueca". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  31. "Depeche Mode Playing the Angel Pronta suíça". Acharts.us. Retrieved 14 May 2009.
  32. "Depeche Mode Playing the Angel UK chart". Acharts.us. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.
  33. "Depeche Mode > Charts & Awards > Billboard Albums". Allmusic. Revisado o dia 11 de dezembro de 2009.

Enlaces externos

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