| Ponte de Occidente | |
|---|---|
| País | |
| Localidade | Entre Olaya e Santa Fé de Antioquia, sobre o Rio Cauca |
| Construção | 4 de dezembro de 1887 - 27 de dezembro de 1895 [1] |
| Coordenadas | |
| Longitude | 291 m |
| Gálibo de navegação | 4.60 m |
| Arquitectos | José María Villa (engenheiro) |
| Tipo | Ponte colgante |
| Material | Madeira, Ferro e aço |
A Ponte de Occidente, denominado assim por estar localizado no Occidente Antioqueño, é uma ponte colgante colombiano que comunica os municípios de Olaya e Santa Fé de Antioquia, ao oriente e ocidente do Rio Cauca, respectivamente. Em seu momento foi considerado a sétima ponte colgante mais importante em todo mundo.[1]
Conquanto hoje em dia existem outras pontes colgantes em América do Sul bem mais longos, originalmente a Ponte de Occidente era o mais longo de todo o subcontinente em seu tipo, e é alli onde radica a importância histórica e cultural da ponte, sendo em seu momento peça finque no desenvolvimento da região e o país. A obra é fiel depoimento, ademais, da extraordinária visão vanguardista de seu desenhador, o ingeniro José María Villa, bem como do mais avançado quehacer técnico e cientifico da época.[1] Foi declarado Monumento Nacional de Colômbia o 26 de novembro de 1978 .[2]
José María Villa tinha como profissões a ingenería civil e a mecânica. Aos 14 anos iniciou a universidade e foi becado com 1800 pesos para estudar em Nova Camisola; uma vez terminados seus estudos nos Estados Unidos, participou na construção da ponte de Brooklyn, sobre o East River.
A ponte de Occidente inicialmente foi aberto só para o passo de peatones, e posteriormente se permitiu o passo de veículos.