| Quando O Sangue Galopa | |||||
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| Álbum de Jaguares. | |||||
| Publicação | 11 de março de 2001. | ||||
| Género(s) | Rock | ||||
| Discográfica | RCA, BMG | ||||
| Cronología de Jaguares. | |||||
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Terceiro álbum dos Jaguares chamado Quando O Sangue Galopa (2001), este disco a diferença dos demais, soa mais pesado tanto em suas letras como em seus sons. É um dos melhores discos da banda, após seu lançamento o 11 de março de 2001, foi bem recebido pelos milhares de fanáticos que sem perder mais tempo o compraram nas primeiras semanas do lançamento, a tal grau que consigo disco de ouro quase imediatamente, o qual para a banda repercutiu de maneira favorável, em México foi bem recebido mas onde teve criticas favoráveis foi nos Estados Unidos a tal grau de estar em uma categoria dos prêmios Grammy.
O sucesso comercial de Quando O Sangue Galopa se refletiu na incursão de dito material no top dos discos mais vendidos da revista Billboard, debutando no número um, lucro que nunca dantes uma banda de rock em espanhol tinha conseguido.
O som de Quando O Sangue Galopa, a diferença do anterior trabalho de estudo -Baixo o azul de teu mistério-, retoma as reminiscências da música latinoamericana e o folk mexicano, as quais estavam implícitas em grande parte da obra de Caifanes e no primeiro disco de Jaguares , O Equilíbrio Dos Jaguares. No entanto, também se percebem os ecos do pop britânico de grupos como Led Zeppelin, The Clash, King Crimson, The Beatles e da nova onda conformada por Radiohead , Coldplay e Travis. Cabe destacar o track titulado "O Isolamento": uma clara oda a "Riders On The Storm" do grupo norte-americano The Doors. Sem lugar a dúvidas, trata-se de um autêntico disco de rock alternativo.
Os temás mais destacados, devido a sua estrutura, são "Quando o Sangue Galopa", "A Vida Não Tanto faz", "Velho O Mundo?" e o polémico primeiro single promocional, "Como Tu", uma canção que aborda o temática amor-desamor e cujas bases foram tomadas da música do combo tropical mexicano A Sonora Santanera.