| Rata Branca | |
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Rata Branca em concerto. | |
| Informação pessoal | |
| Origem | Buenos Aires, Argentina |
| Informação artística | |
| Género(s) | Heavy metal Metal neoclásico Hard rock |
| Período de actividade | 1985 – 1998 2000 – presente |
| Discográfica(s) | Polygram, Popart |
| Artistas relacionados | Walter Giardino Tempere Barilari Aliança V8 Má Medicina Doogie White Heroes do Silêncio Tarja Turunen Angeles do Inferno Ian Stravaganzza |
| Site | |
| Sitio site | www.rataweb.com.ar |
| Membros | |
| Walter Giardino Adrián Barilari Guillermo Sánchez Fernando Scarcella Danilo Moschen | |
| Antigos membros | |
| Hugo Bistolfi Saúl Blanch Sergio Berdichevsky Gustavo Rowek Mario Ian Gabriel Marián Javier Retamozo Yulie Ruth Rodolfo Cava Shito Molina Carlos Perigo | |
Rata Branca é uma banda argentina de heavy metal formada em Buenos Aires, em 1985 por Walter Giardino e Gustavo Rowek e integrada actualmente por dito guitarrista, Adrián Barilari (voz), Guillermo Sánchez (baixo) e Fernando Scarcella (batería). É considerada uma das bandas mais importantes do metal argentino e latinoamericano, sendo também a mais reconhecida internacionalmente.
Dois de seus álbuns têm sido incluídos na lista dos 250 melhores de todos os tempos do rock iberoamericano ou latino: Magos, Espadas e Rosas (n.º 42) e O caminho do fogo (n.º 16).[1] O tema Mulher Amante de seu segundo álbum, tem sido considerada a 52º melhor de todos os tempos do rock latino em general segundo o lugar site Sou Rock.[2] Em menos de um mês desde sua saída, seu nono disco de estudo, O Reino Esquecido posicionou-se no posto número 2 do ranking de CAPIF como o segundo disco mais vendido e escutado do mês de agosto.[3]
A fins do ano 1991 ganharam numerosos prêmios dos meios de difusão argentinos, entre eles: Walter Giardino, melhor guitarrista do ano; Magos, Espadas e Rosas, melhor álbum do ano; A lenda de Hada e o Mago e Mulher amante, 1º e 3º melhores temas do ano; Adrián Barilari, melhor vocalista do ano. A apresentação de seu terceiro material discográfico, "Guerreiro do Arco Íris", levou-se a cabo no estádio de Vélez Sarfield sendo a primeira e única banda argentina em colmar um estádio com seu terceiro disco.
Em dezembro de 2009 , o popular programa radial de Mario Pergollini, "Qual é?", organizou junto a Movistar uma encuesta a nível nacional cuja consigna consistiu em eleger os 250 melhores temas da história do rock nacional argentino. Em dito ranking, o tema épico A lenda do hada e o mago de Rata Branca atingiu o terceiro posto, inclusive sendo um tema do ano 90, isto é, 19 anos após ter sido publicado, o tema mantém à banda nas bichas das mais emblemáticas e consagrando-se como hino do rock nacional.[4]
Até a data de hoje a banda tem sido consagrada com 6 discos de ouro e um de platino os fazendo a banda de hard rock argentino mais exitosa ao longo do tempo. Seu segundo álbum titulado "Magos, Espadas e Rosas" tem conseguido vender mais de 5 milhões de cópias mundialmente, o qual lhe abriu as fronteiras à banda a consagrando não só a nível nacional senão também internacional.
Em 1986 , o guitarrista Walter Giardino abandona o popular grupo V8. Vendo que o panorama da música pesada na Argentina estava em seus piores momentos e não tinha propostas que respondessem a seus interesses musicais, Walter lhe comunicou a Gustavo Rowek - ex baterista de V8 - sua ideia de gravar independentemente um demo com os temas de sua autoria, para que lhe servisse como carta de apresentação na Inglaterra, já que tinha pensado emigrar do país pelo péssimo momento que vivia a música pesada. Gustavo acedeu a esta petição. A gravação teve lugar nos Estudos Buenos Aires; os músicos que participaram junto a Walter Giardino foram: Gustavo Rowek, Rodolfo Cava e Yulie Ruth de Alakran . Gravaram quatro temas: "Chico De rua", "Gente do Sur", "Rompe o Feitiço" e "A Bruxa Branca", três dos quais se incluíram depois no primeiro álbum de Rata Branca. O resultado gostaram tanto a de os músicos que decidiram tentar uma vez mais a formação de uma banda na Argentina.
Surgiram alguns problemas para manter uma formação estável, e Rodolfo Cava com Yulie Ruth abandonam o projecto.Em seu lugar ingressam Saúl Blanch, um representante do rock duro dos 70s,ex-Plus, Gabriel Morais como guitarra e voz primária , Guillermo Sánchez no baixo e Sergio Berdichevsky como segundo guitarrista. Ao princípio a banda ia ter um estilo bem mais duro, como Accept, contava Giardino, mas com a chegada de Blanch o som deveu adaptar à voz do cantor. Os primeiros dois anos de Rata Branca foram de ensaio dantes de sua debut um 15 de agosto de 1987 no teatro "Luz e Força" em Buenos Aires ante 600 pessoas que colmaram a capacidade do lugar.
O 19 de setembro desse mesmo ano produziu-se a segunda apresentação; nesta ocasião no Teatro Lasalle. Novamente um cheio total e muita expectativa. Teve algumas pessoas que lhe recordaram o nome de sua anterior banda a Giardino, mas a questão não se fez maior. Depois deste show, Saúl Blanch afastar-se-ia da banda. Segundo suas próprias palavras, via que o grupo tinha boas intenções, que as ideias valiam, mas a coisa distaba muito de estar armada. Em seu momento as apresentações faziam-se a pulmão e não deixavam ganhos, e tratavam de conseguir todo a pagar mais tarde. O 2 de janeiro de 1988 fizeram sua terceira apresentação no Teatro Fénix do bairro de Flores, introduzindo ao novo vocalista Carlos Périgo.
Este cantor platense era poseedor de uma voz interessante, ainda que bem mais crua que o estilo da banda. De seu passo por Rata Branca ficou a coautoría de "Um caminho novo", rebaptizado como "Dias duros" para o segundo álbum da banda. A banda conseguiu um contrato com Polygram, para gravar seu primeiro disco. O mesmo foi gravado em Buenos Aires Records, anteriormente chamados Estudos Buenos Aires, o mesmo lugar em onde anos atrás tinham gravado o demo que deu origem à banda. Já tinham registadas todas as bases e as guitarras, mas não tinham as vozes por um problema com seu novo cantor Shito Molina, o qual sofreu alguns inconvenientes que o deixaram praticamente sem voz.
Ante o desespero por cumprir com as datas de gravação, Walter chamou a Saúl Blanch, já que era o único que conhecia os temas à perfección e estava capacitado para os cantar. Em outubro de 1988 saiu à venda o primeiro álbum de Rata Branca, homónimo, superando as expectativas e esgotando sucessivas edições (20.000 cópias nos primeiros 7 meses ). O tema de difusão "O sonho da gitana" prendeu entre o público não metálico, enquanto "Chico De rua" seria o hino dos primeiros anos da banda.
Em 1989 o tecladista Hugo Bistolfi uniu-se à banda, enquanto Saúl Blanch foi-se alegando falta de democracia à hora das decisões". Marcelo Michel (por então guitarrista de Attaque 77) ,amigo em comum de Walter e Adrián Barilari, sabia que Rata procurava cantor e os pôs em contacto. Realizou-se uma reunião na casa do vocalista à que assistiram Walter e Hugo Bistolfi. Adrián por aquele então cantava em Dias de Glória e não estava convencido de abandonar aquela banda para entrar a Rata Branca porque tinha uma amizade com o resto dos músicos, e ademais alguns contactos com os quais tratariam de fazer descolar sua proposta. Foram justamente seus amigos, os músicos de sua banda os que o incitaram a provar sorte em Rata Branca já que tinham um disco editado e lhes tinha ido muito bem. Foi bem como chego Barilari à banda, quem revelou-se como o cantor mais apto para a proposta do grupo através dos anos.
Assim, seria o seguinte disco, titulado Magos, Espadas e Rosas" o que dar-lhes-ia um reconhecimento desmesurado para o que a cena metalera de então tinha conhecido, já que seu sucesso trascendió o meio heavy de revistas tradicionais como Revista Metal e Madhouse ou o único programa radial grande de então, a Heavy Rock & Pop e passou a uma sorte de difusão em massa que chegou aos grandes canais de televisão e a um público totalmente heterodoxo. Até a data o disco supera o milhão de cópias vendidas. O corte difusão "A lenda do hada e o mago" converteu-se em um clássico do rock nacional argentino, sendo considerado um dos melhores temas da história do hard rock. Mas foi Mulher Amante" o tema que lhe abriu à banda as fronteiras e sendo até a actualidade o mais conhecido de Rata e um das melhores canções da história do rock argentino.
A apresentação do álbum levou-se a cabo na grande gira "Pelo Caminho do Sol", uma das maiores e de maior convocação realizadas na Argentina. Foi bem como Magos, Espadas e Rosas foi apresentado no Estádio Fazes Sanitárias ante quase 7000 pessoas em sua primeira função, sendo igualados somente por seus compatriotas Soda Stereo. Também se apresentaram em dito teatro junto ao mítico integrante de Deep Purple, Ian Gillan, sendo teloneros de seu show. Em setembro do '90 participaram no Chateau Rock, realizado no estádio Chateau Carreiras de Córdoba.Dão um total de 120 shows em 1991 e são a banda mais taquillera. Vêem-nos 170.000 pessoas e ao todo vendem 205.000 discos (10.000 do primeiro, 130.000 do segundo e 65.000 do terceiro). Fecham gira-a do interior ante 6.000 cordobeses, preparando-se para voltar aos estudos a concluir o que seria sua terceiro placa, Guerreiro do arco íris.
Depois do abrumador sucesso cosechado por seu segundo disco, a banda volta aos estudos para gravar sua terceira placa. O seguinte álbum, "Guerreiro do Arco Íris",(que já era duplo platino dantes de sair à venda), em homenagem ao barco de Greenpeace , saiu através de PolyGram . O tema que dá título à placa se converteu em um clássico infaltable até hoje em dia nos concertos. Guerreiro do Arco Íris foi apresentado o 28 de dezembro no estádio de Vélez Sarsfield como acto principal, com Attaque 77 como suporte, ante 30.000 pessoas, algo que nenhuma banda metalera argentina conseguiu dantes ou depois, lhe pondo fim à gira "Pelo caminho do Sol", uma das giras que mais dinheiro arrecadou e mais gente mobilizou na Argentina, para a sua vez dar início à "Gira Guerreira". Um dado historico e irrelevante foi que esta presentacion no estádio de velez estava pensado para um posterior disco ao vivo gravado como lembrança dessa noite, lamentavelmente o som não foi o melhor nessa noite e Walter Giardino decidio não gravar esse material.
Durante aqueles dias desatou-se uma polémica entre os metaleros, porque a convocação de Rata Branca tinha trascendido longamente a capacidade dos lugares acostumados pelas bandas metaleras, de modo que o grupo decidiu tocar em palcos não tradicionais que eram repudiados pelos heavies. Segundo explica César Fontes Rodríguez no libreto interno de "A Lenda Continua": Na crista da onda surgiu um polémico contrato para percorrer o recelado circuito de bailantas. Para então, o público de Rata era muito heterogéneo, e as críticas arreciaron principalmente desde o sector rockero, que de algum modo sentiu que perdia de vista a seus ídolos.
A situação minou a credibilidade do grupo entre os mais pesados, mas foi um revés injusto se temos em conta que nunca fez mais que apresentar seus próprios temas mal em lugares pouco ortodoxos, precisamente na época em que já tinha desbordado por muito os limites naturais de alcance ao vivo para qualquer banda de heavy metal autóctona. Deveram passar anos para que a grande maioria dos que se distanciaram reconhecessem que sua reacção tinha sido errónea. Depois de vários concertos pelas províncias argentinas, voltaram a Buenos Aires e tocaram três noites no Teatro Ópera com a Orquestra de Câmara Solistas Bach, em outubro de 1992, levando um total de quase 20.000 pessoas.
Seja que o mercado local lhes ficava garoto ou que o estrangeiro estava por se descobrir, fizeram sua primeira gira internacional (por Latinoamérica, Espanha e Portugal) e aproveitaram para gravar em Espanha o EP "O Livro Oculto". O disco foi bem mais duro e menos melódico que os anteriores e os meios de comunicação já não tomaram em conta à banda. Para esta época o bache de popularidade na Argentina fez-se sentir em sua apresentação do disco em Obras ante escasso público, o que produziu que Giardino lhes dissesse aos presentes: "vocês são o verdadeiro público de Rata". Com este disco começa a decadência da relação entre Adrián e Walter, como Giardino pretendia levar à banda a um estilo mais pesado, enquanto o cantor estava em desacordo com o proposto.
Durante gira-a Guerreira, Adrián Barilari comunica a Walter Giardino sua decisão de deixar a banda por motivos pessoais, já que habia surgido um problema em sua família, ao qual o resto da banda lhe responde que deixe a gira ao meio e viagem a Buenos Aires. Não obstante, Adrián continua com o disco e gira-a até finalizar com ambos. Uma vez em Buenos Aires, Hugo Bistolfi afasta-se da banda e é substituído por Javier Retamozo, com esta formação e durante um concerto em Obras, Adrian Barilari despede-se de Rata Branca e forma Aliança junto a Hugo Bistolfi, com o qual chegariam a editar três discos. Sem Barilari a banda não voltou a ser a mesma e perdeu popularidade. A falta do vocalista emblemático, foi recrutado o ex-Alakrán Mario Ian, quem deu continuação à banda contribuindo não só com as vozes senão também com as letras de várias canções.
O som que obtiveram no disco "Entre o céu e o inferno" demonstra a incursão para um marcado endurecimento em seu som, aqui destacam canções como "Baixo Controle" e "Jerusalem". Ainda que dentro de um período menos representativo e com menos popularidade na Argentina, a banda moveu-se muito pelo exterior de fala hispana, sobretudo Espanha, o resto de Sudamérica, Sur dos Estados Unidos, Porto Rico e México. Também por Brasil e Portugal. Em 1996 sai ao público "Ao vivo Buenos Aires", que abarca alguns temas ao vivo sustraídos de recitais de 1992, junto à orquestra de câmaras solistas Bach. Não contente com o novo estilo, Giardino volta a mudar o rumo.
Mario Ian vai-se da banda e em sua substituição ingressou Gabriel Marián nas vozes. VII é provavelmente seu trabalho menos aceitado por seus seguidores, e a sua vez contou com muito pouca promoção, o que depois foi um dos motivos de separação da banda. Possui muitas influências do heavy metal moderno, o qual representa junto com o disco anterior, (Entre o céu e o inferno), uma clara descolagem das raízes tradicionais da banda. Também receberam críticas já que coquetearon com o som punk no tema "A História de um Rapaz". Com todas esses problemas e desentendidos, Giardino decidiu dissolver a banda, prometendo voltar a se juntar ao menos uma vez ao ano para dar um show. A banda dissolveu-se em 1998 e Walter decidiu levar a cabo um projecto solista chamado Walter Giardino Tempere, onde após várias mudanças de músicos o som obtido era semelhante ao de Rata Branca.
Durante um show com Tempere, Walter teve uma briga com seus músicos, alegando que não sabiam tocar o tema "Burn", de Deep Purple. Depois destes acontecimentos, os músicos terminaram por abandoná-lo e formar uma banda baixo o irónico nome de Queimar. A falta de seus músicos, Walter convoca ao bajista Guillermo Sánchez e pouco mais tarde Hugo Bistolfi passaria a ocupar dos teclados. Em um dos shows de Tempere, canta como cantor convidado Adrián Barilari. A respueta do público é surpreendente, e Adrián começa a aparecer mais seguido junto a Tempere.
Sendo já 4 dos míticos integrantes de Rata Branca, Walter decidiu que não podia seguir chamando Tempere à banda. Foi de modo que no ano 2000 Giardino decidiu voltar a convocar aos restantes ex membros de Rata, ainda que Berdichevsky e Rowek não aceitaram, alegando que preferiam se manter em sua actual banda: Nativo. A banda contou com um membro do grupo fora do comun: o baterista Raul Olimpo Hernández Sánchez. Este membro fugaz da banda servia unicamente como baterista de apoio, mas teve sua oportunidade quando Fernando Scarcella se lesiono o ombro. Trabalhou durante a lesão de Scarcella, que durou em um ano. Ao cabo de dito período retirou-se do grupo. Deste modo volta Rata Branca, agora como quinteto, sendo Walter Giardino o único guitarrista, Adrián Barilari o vocalista, Hugo Bistolfi o encarregado dos teclados, Sánchez o bajista e Scarcella o baterista.
A banda confirma seu regresso dando shows por toda a América. O concerto de regresso foi o 2 de setembro na cidade de Santa Cruz da Serra - Bolívia, no coliseo do Clube Real Santa Cruz, ante mais de 10.000 pessoas. A volta chega com a publicação de "Grandes Canções", um recopilatorio que chegou a Disco de Ouro. Grandes Canções inclui uma versão acústica de Mulher Amante, que voltou a ser um hit nas rádios porteñas, consolidando o regresso e a recuperação da popularidade por parte da banda. O show oficial de regresso de Rata levou-se a cabo no Teatro Coliseo de Buenos Aires, ante milhares de entusiastas fanáticos, o 19 de dezembro de 2000. Junto com o exitoso álbum "Grandes canções", durante o 2001 realizaram mais de 150 concertos incluindo Espanha, Latinoamérica e o interior da Argentina.
Sobre o final do ano, realizaram três shows a sala cheia no teatro Grande Rex, conseguindo assim uma cifra de cerca de 400 mil pessoas que os viram ao vivo.[5]
Depois de numerosos shows, a banda volta aos estudos para gravar seu novo material discográfico. O álbum "O caminho do fogo" (que hoje em dia atingiu o disco de ouro) viu a luz no 2002, sendo um dos mais aceitados pelos seguidores e pelo público em general. Os temas mais populares foram "Voltando a casa", "A canção do guerreiro", (Por um tema de tempo não se pôde incluir no primeiro disco .Giardino guardo-a até esse ano para este disco ) e "Quando a luz escurece". Para então, Walter Giardino se radicó em Madri , mas isso não lhe impediu à banda continuar se apresentando na Argentina com um sucesso recuperado. O disco foi muito aceitado pelos fanáticos, mudando bastante a linha, desta vez com uma proposta hardrockera, com grandes influências de Deep Purple e bandas do estilo.
No ano 2002 realizam 2 concertos no teatro Lua Park, reunindo a 23.000 pessoas entre as 2 funções (15.000 na primeira e 8.000 na segunda). Estes concertos ficaram registados no disco Poder vivo. Estava nos planos a gravação de um DVD ao vivo, mas por problemas técnicos não se pôde levar a cabo. Depois de mais de 2 anos de giras ao redor do mundo, no 2005 apareceu "A chave da porta secreta" (disco platino em vendas), com clássicos como o tema que deu título ao álbum e a balada "Ainda estás em meus sonhos".
O disco seguia a linha do estilo do caminho do fogo, com temas hardrockeros, rock & roll e um blues, algo inédito na banda. A apresentação oficial realizou-se com três funções a sala cheia no Estádio Fazes de Capital Federal. Depois, Rata iniciaria uma extensa gira pelo resto da Argentina, para depois percorrer o resto de Sudamérica, Espanha e demais países europeus. Foram três anos de gira apresentando A chave da porta secreta, até que no 2008 Rata Branca pôde voltar aos estudos para gravar seu oitavo disco de estudo titulado "O Reino Esquecido". Duas semanas dantes de sair à venda, já era disco de ouro.
A apresentação levou-se a cabo no Musimundo da cidade de Buenos Aires, onde a banda levou a cabo uma assinatura de autógrafos e entrega do novo material discográfico, evento ao qual assistiram mais de 5.000 pessoas. O novo disco contém 12 temas, sendo os mais destacados, "O reino esquecido", "Talismán", "Em um dia mas, em um dia menos", "O círculo de fogo" e "O guardian da luz". A banda realizou gira-a de apresentação do disco por Sudamérica e Norteamérica.
O 5 de junho de 2009 apresentaram-se no Estádio Lua Park para a apresentação oficial de seu mais recente trabalho, colmando a capacidade do lugar tendo-se esgotado as entradas mais de uma semana dantes do concerto. O concerto foi arrollador, sendo qualificado como uma das melhores actuações ao vivo do ano.[6] Actuaram junto à finlandesa Tarja Turunen a qual interpretou dois temas clássicos da banda a dúo com Barilari e um cover de Deep Purple. O concerto será editado em formato DVD e BluRay.[7] Em um mês mais tarde, em julho desse mesmo ano, Rata Branca calcou terras espanholas tocando em Miguelturra , sendo teloneados por um dos grupos mais importantes da região, Zodyark. A pedido de seu público, em outubro do mesmo ano regressam à Lua Park, brindando outro memorable concerto e voltando a demonstrar sua incondicional música a seu público natal. [8]
Após ter vendido mais de 50.000 unidades do disco "O reino Esquecido" e ter arrasado em concertos aos que assistiram mais de 150.000 pessoas na Argentina e o resto de Sudamérica, Rata Branca re-lança seu último disco de estudo, mas com a particularidad de que as canções estarão cantadas em inglês. O vocalista emblema da banda, Adrián Barilari, alegou não ter boa fonética no idioma inglês para levar a cabo a gravação, o qual para nada implicou seu afastamento de Rata Branca, senão que só cedeu seu lugar para a gravação do novo material. Portanto, para este novo empreendimento o grupo contou com a participação de nada mais nem nada menos que do escocês Doogie White, um dos mais talentosos e respeitados cantor de rock da Inglaterra. Colaborou com lendas do rock de guitarras como Ritchie Blackmore em Rainbow e Yngwie Malmsteen em Rising Force e seu talento é altamente reconhecido tanto pelas bandas como pelos fãs. No álbum faz não faltam as composições épicas, o mais potente Rock and Roll e canções cheias de força, paixão e melodia. O novo álbum foi lançado na Argentina só por tempo limitado já que está destinado especialmente ao continente europeu e resto do mundo. Saiu à venda em março de 2010 na Europa e Norteamérica, onde as expectativas crescem em torno do flamante material da banda. Rata Branca se estara apresentando no Depósito Clube os dias 18 e 19 de Maio, para a apresentação de sua flamante disco "The Forgotten Kingdom" com a participação nas vozes do escoces Doogie White.
O 24 de março de 2010 fez-se oficial o que já era um rumor, a saída definitiva do legendario tecladista Hugo Bistolfi. A razon de sua saída deve-se a assuntos pessoais, e o interesse de dedicar mas tempo a seus projectos como solista. Em sua substituição entra à banda Danilo Moschen quem tem colaborado com Beto Vazquez Infinity, JAF, Barilari, Logos.
Nesta tabela pode-se ver a duração dos integrantes da banda e nos anos nos que se publicou um album.
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| | | | | 1991 | | | 1996 | | | 2000 | | 2004 | 2007 | 2009 |
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| Álbum editado | Guitarra | Baixo | Voz | Teclado | Batería |