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Ratonero Bodeguero Andaluz

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Ratonero bodeguero andaluz
Ratonero Bodeguero Andaluz.jpg
Nomes alternativos
Fusterri
Perrillo ratero
Cão de quadras
País de origem
Bandera de España Espanha
Classificação e regular da raça
Não reconhecido por nenhuma organização cinológica internacional
RSCE:Grupo 3Est

O Ratonero Bodeguero Andaluz é uma raça canina andaluza de pequeno tamanho autóctona de Andaluzia Ocidental, especialmente da província de Cádiz. Seu nome prove da principal função de dita raça nas adegas do Marco de Jerez: a caça de ratos que se escondem entre as barricas.

Origem

A origem desta encontra-se nos cães terrier dos comerciantes vitivinícolas ingleses que se assentaram na zona de criação do Marco de Jerez (Jerez da Fronteira, Sanlúcar de Barrameda e O Porto de Santa María) no final do século XVIII e princípios do XIX. Estes cães (em sua maioria Fox Terrier de cabelo liso ou Fox Terrier Smooth) cruzaram-se com os que se utilizavam nas adegas e quadras para eliminar as ratas e ratos que se encontravam ali. O resultado foi a obtenção de cães muito dotados para a caça de roedores e alimañas, que foram cruzados entre si e que cedo atingiram uma grande homogeneidad. A cor seleccionada foi o alvo, já que isto fazia mais fácil distinguir aos cães dentro da escuridão habitual nas zonas onde desenvolviam seu trabalho.

Reconhecimento e normalização da raça

Em outubro de 1993 o fundador da raça, Bartolomé Benítez Pérez-Lua, apresentou os primeiros estatutos da associação de criadores ante o ministério do interior. É a partir desse momento onde nasce o Clube Nacional do Cão Ratonero Andaluz. Depois da primeira tomada de contacto com os estamentos cinófilos em Andaluzia , cria-se um grupo de trabalho com o objecto de percorrer a geografia Andaluza para a apresentação da raça, com a participação em demonstrações de diferentes exposições caninas, exposições ganaderas e feiras de ganhado. Outro passo destacado nesta etapa da raça é a localização, medida e controle das instâncias existentes para a posterior elaboração do regular oficial da raça. Neste apartado cabe destacar a colaboração mostrada por criadores da raça como Manuel Clemente, Nicolás Domecq, Anton Mateo, os irmãos Lavi, os irmãos Grutas..., todos eles dedicados de uma forma ou outra à agricultura ou ganadería, reduto onde se encontrava o Ratonero Andaluz. Depois de uma ardua labor de controle e com a inestimable colaboração da faculdade de veterinária de Córdoba, chega-se à redacção do primeiro regular oficial da raça em 1997, o qual foi aprovado durante a assembleia extraordinária do Clube Nacional do Cão Ratonero Bodeguero Andaluz em janeiro de 1998, sendo presidente Bartolomé Benitez e se tendo incorporado ao clube um grupo de aficionados como Sebastián Guzmán, Manuel Mateo etc, os quais lhe deram à raça o definitivo impulso para o posterior reconhecimento da mesma.

Coincidindo com o mandato como Ministro de Agricultura Miguel Arias Cañete, o Clube do Ratonero Bodeguero solicitou a este estamento o reconhecimento da raça. Cabe destacar que é a solicitação desta associação pelo que se desenvolve e se aprova o decreto de lei que regula as raças caninas autóctonas e as associações de criadores, participando como colaborador e assessor das mesmas o presidente e fundador da raça. Em setembro de 2000, ante a presença do Ministro de Agricultura e a Real Sociedade Canina de Espanha em Jerez da Fronteira, reconheceu a raça, aprovando o regular proposto pelo clube e englobándola no Grupo III, secção 1ยช: Terriers de talha grande e meia.

A raça não está reconhecida pela FCI nem por nenhum outro organismo cinológico intenacional.

O Ratonero Bodeguero Andaluz está emparentado com o Terrier brasileiro, tendo ambos origens e aspectos muito similares.

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