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A riqueza é a abundância de recursos valuables ou posses materiais ou o controle de tais activos.
A riqueza pode estudar-se tanto desde o ponto de vista antropológico ou sociológico como desde o ponto de vista chamado económico.
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É um produto criado por um sistema económico que com o trabalho de pessoas ou máquinas, gera mais dinheiro do que se usou inicialmente para conseguir combinar seu trabalho. Este dinheiro excedente é apropriado por quem puseram a quantidade inicial de dinheiro (investimento) e consegue com isso o estado de bem-estar conhecido como riqueza.
A riqueza é o oposto à pobreza, que igual é um produto criado pelo funcionamento do sistema económico, mas a diferença da riqueza, não se concentra, mais bem se distribui.
Todo processo produtivo gera riqueza, no sentido de criar mais dinheiro do que se utilizou inicialmente para conseguir tal processo produtivo.
Uma fazenda ganadera, uma semeia de café, uma instalação petrolera, uma fábrica de agroquimicos, um porto para embarque e desembarque de mercadorias, um ciber-café equipado para oferecer o serviço de navegação de internet, etc., são unidades económicas onde o trabalho de pessoas ou a combinação de máquinas e pessoas, consegue produtos ou serviços que oferecidos aos consumidores, se convertem em dinheiro.
Deste dinheiro captado pagam-se os custos diversos de produção e a quantidade excedente que fica é devolvido com cresces aos accionistas, quem normalmente não trabalham em tais lugares.
O sistema económico funciona totalmente em benefício dos accionistas, de ali que a riqueza não se distribua, somente se concentra.
A partir dessa concentração de dinheiro, a riqueza pode tomar formas diversas, de acordo às possibilidades naturais ou artificiais existentes no tempo e na geografia do balão terráqueo, sejam estas desenvolvidas pelos seres humanos a partir de seu inventiva ou aproveitando os recursos existentes que tem conseguido converter em riqueza por médio da exploração de tais recursos mediante o trabalho humano ou combinado com máquinas para acelerar os ganhos.
Além dos problemas derivados da apropiación da riqueza que se produz em virtude da organização da produção e o trabalho necessário para o processo produtivo, os problemas começam a se fazer maiores, quando ademais os estados nacionais se organizam e dispõem em função dos interesses de um pequeno conjunto de pessoas que gozam da riqueza em qualquer de suas formas, com o que inclusive a organização política da sociedade não faz sentido, pois todo obedece a satisfazer os desejos e interesses dessas pessoas poderosas economicamente. É o que sucede quando se configura um estado corporativo, isto é a sociedade em seu conjunto obedece às regras dos grandes proprietários ou financeiros, enquanto as opiniões, interesses ou necessidades das maiorias, não contam para nada.
Especificamente, riqueza pode ser também uma quantidade de propriedades possuídas por alguém rico. A riqueza pode medir pela quantidade de bens económicos que uma pessoa física ou uma pessoa jurídica, isto é, uma organização, possui. Os bens económicos são coisas que servem para satisfazer necessidades, como, por exemplo, dinheiro, bens raízes ou serviço.
Riqueza, agregado de bens que possuem um valor económico.
Todo tem começado desde a antigüedad, os seres humanos sempre têm tido uma forte tendência a realizar trueques, mudanças e intercâmbios de umas coisas por outras e desde que se utilizavam os trueques isto foi fazendo que a sociedade quisesse obter coisas que lhes fossem mais úteis e cómodas individualmente e que se adaptasse às necessidades das pessoas, por exemplo, como quando o que ténia vacas mudava leite por pan, ou o que ténia colheitas mudava o seu por algo mais, e deste modo ter bens de qualquer tipo era ter algo que valesse para as demais pessoas e isto era a riqueza para uma pessoa;a gente foi-lhe dando o valor às coisas e não ao revés.A origem de rico é grego.