Conhece-se como risoterapia a uma estratégia ou técnica psicoterapéutica tendiente a produzir benefícios mentais e emocionais por médio do riso. Não pode se considerar uma terapia, já que não cura por si mesma doenças, mas em certos casos consegue sinergias positivas com as curas praticadas. Trata-se em general que as sessões de risoterapia se pratiquem em grupo aproveitando o contágio de pessoa a pessoa, já que reir em grupo não é o mesmo que o fazer sozinhos: desta forma o efeito grupal estimula aos que normalmente não ririam.
Compartilha princípios com as técnicas de vida sã, segundo a qual é importante aprender a se rir de um mesmo, das capacidades limitadas do ser humano e da vida.
A sociedade ensina a rir dos demais em lugar de fazer com os demais. A risoterapia ajuda a desdramatizar as situações da vida, desenvolvendo o espírito competitivo e optimista. Por isso as pessoas que realizam risoterapia aprendem a ter uma melhor visão de se mesmos, de seu meio e de suas possibilidades.
O básico que se deve fazer é se rir um minuto durante três vezes ao dia. Ainda que isso pareça muito pouco é o essencial para que uma pessoa tenha uma maior qualidade de vida, sendo o riso a melhor medicina preventiva sem nenhuma contraindicación.
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A risoterapia pratica desde faz muito tempo como técnica complementar não só em terapias mentais, senão também na cura de doenças corporales.
Quando se começou a utilizar a risoterapia como técnica curativa se cria no poder que tinha para influir no corpo, sobretudo nos estados de ânimo alegres e felizes, os quais criam uma predisposición favorável para a cura corporal. Recomendam-na como uma pratica complementar às terapias curativas de grande efectividad.
Na China os taoistas ensinavam que um simples sorriso assegurava a saúde, a felicidade e a longevidade: pensavam que a saúde de uma pessoa era proporcional às vezes que se ria durante o dia.
Na Idade Média um dos momentos mais importantes era a actuação dos bufões durante as comidas com o fim de produzir hilaridad nos comensales, com o que se conseguia uma melhor digestión.
Richard Mulcaster (1530-1611) recomendava o riso moderado como exercício. Robert Burton (1577-1640) erudito ingles propõe o riso como método terapêutico.
O filosofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) dizia que o riso é «um fenómeno psicosomático».
O médico ingles William Battie, realiza tratamentos aos doentes mentais complementadolos com a utilização do sentido do humor.
Freud atribuiu às gargalhadas o poder de libertar nosso organismo de energia negativa. Essa catarsis -segundo ele- permitir-nos-ia viver melhor.
William McDougall, professor de psicologia em Harvard , sustenta que a função biológica do riso é para ajudar a manter o bem-estar e a saúde psicológica.[1]