Os símbolos da alquimia costumavam fundar na transformação de fórmulas matemáticas em signos geométricos chamados símbolos de alquimista ou selos. Estes, segundo a cada cultura, poderiam variar desde simples figuras geométricas, resultantes da aplicação de fórmulas matemáticas, até complexas imagens metafóricas, nas quais a cada elemento costumava ter um significado próprio. Também podiam ser símbolos interpretados a critério do autor. Assim, Newton usava em suas fórmulas alquímicas símbolos que proviam de uma fusão de diversas linguagens simbólicas utilizados em culturas precedentes.
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De acordo com Paracelso, as Três Bases (Tria Prima) são:
Estes mostram as características de calor, frio, sequedad e humidade:
Os metais planetarios foram dominados” ou “manejados” por um dos sete planetas na antigüedad. Ainda que tinham seu próprio símbolo, normalmente foram representados pelo símbolo do planeta correspondente.
Os planetas Urano, Neptuno e o planeta anão Plutão foram descobertos posteriormente e não fazem parte de símbolos alquímicos tradicionais. Alguns alquimistas modernos consideram apropriados os símbolos destes planetas para representar os metais radiactivos urânio, neptunio e plutónio, respectivamente. Também, as Macacas Hieroglyphica é um símbolo alquímico criado por John Dee como combinação dos glifos dos metais planetarios.
Os 12 processos alquímicos básicos consideram-se a base de processos químicos modernos. A cada um destes processos é representado por uma dos 12 signos do zodiaco.
Modelo:ORDENAR:Simbolo alquimico