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Salina

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Salinas do Lago Rosa (Senegal).
Salinas de Añana: Terraços para aproveitar o sal do rio Morra.
Sal amontonada nas bordas de era-las, na Ilha de Ré, França.
Para outros usos deste termo, veja-se Salina (desambiguación).

Uma salina é um lugar onde se deixa evaporar água salgada, para deixar só o sal, poder a secar e recolher para sua venda. Distinguem-se dois tipos de salinas, as costeras, situadas na costa para utilizar a água de mar, e as de interior, nas que se utilizam mananciais de água salgada devidos a que a água atravessa depósitos de sal subterrâneos. Em alguns casos, devido ao escasso volume dos mananciais também se utiliza o bombeo de água ao interior da terra desde umas balsas ou estanques, aumentando assim a produção de sal.

A água salgada conduz-se a umas extensões horizontais denominadas granjas e nas que a água se reparte em parcelas ou eras.

Nas salinas costeras costuma-se aproveitar terrenos planos a nível do mar, normalmente marismas, de forma que as eras se constroem mediante pequenos muros de terra que separam umas de outras e dos canais pelos que chega a água de mar, deixando que as eras se inundem simplesmente abrindo sua compuerta durante uma maré alta.

Nas salinas de interior não sempre existe um terreno plano disponível para construir as eras, pelo que estas podem estar dispostas em vários níveis (em terraços), ou inclusive, podem estar construídas sobre plataformas horizontais artificiais. Há que conduzir a água do manancial até as eras, normalmente por sua própria gravidade mediante acueductos sobre o terreno ou construídos com madeira ou pedra.

A evaporación natural da água salgada em era-las deixa lista o sal para seu recolección em uns depósitos protegidos da chuva ou terrazos, onde deve se terminar de secar dantes de sua empaquetamiento e distribuição.

Conteúdo

História

As salinas vêm sendo explodidas desde dantes dos romanos, mas estes estenderam o uso da salazón e estabeleceram grandes fábricas para ela, pelo que se requeria a exploração generalizada e intensiva de todas as salinas existentes. Este uso deu valor estratégico ao sal e desde então a propriedade das salinas foi um bem precioso, justificando conflitos e gerando riqueza em seu meio. Como mostra da importância histórica do sal, dela prove o termo salário, já que se utilizava profusamente no trueque e como forma de pagamento por trabalhos.

No século XX, com o aparecimento de outros métodos de conservação, incluída a referigeração artificial, o uso do sal reduz-se drasticamente e as explorações salineras reduzem-se proporcionalmente. Este impacto sofrem-no em maior medida as salinas de interior, já que a exploração concentra-se mais nas grandes salinas costeras, cujos custos de produção são menores e têm recursos para incorporar maquinarias e outros sistemas industriais. Assim, as salinas de interior que se mantêm o fazem com meios artesanais e normalmente para o mercado local ou comarcal, para uso em ganadería , salazón de presunto ou para desfazer o gelo das estradas em inverno. Também na última metade do século XX os meios de transporte se têm abaratado e rompido o relativo isolamento de muitas zonas de interior, favorecendo o uso do sal de grandes fábricas costeras, com o que na actualidade as salinas de interior estão em processo de desaparecimento. Não obstante algumas salinas de interior estão a ser reconstruídas ou mantidas por suas respectivas prefeituras por seu valor etnográfico e histórico.

Barco carregando sal em Areia Branca (Brasil).

Explorações salinas

Na Argentina

Salinas Grandes, Jujuy, Argentina.

Em Espanha.

Veja-se também

Bibliografía

Enlaces externos

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