Santiago Lorenzo (Portugalete, Vizcaya, 1964) é um roteirista, escritor, director e produtor cinematográfico.
Estudou imagem e guião na Universidade Complutense, e direcção escénica na RESAD de Madri. Em 1992 cria a produtora O Lápis da Fábrica, com a que dirige os cortometrajes Bru, É assunto meu, Tiberiades, Café do Norte e o exitoso Manualidades.
Em 1995 produz Caracol, col, col, prêmio Goya ao Melhor Curto de Animação.
Em 1999 estreia o largometraje Mamãe é boba, a história palentina de um menino com problemas e que toca o tema então inédito do bullying. Produzida de forma artesanal, a fita é um clássico do cinema subterrâneo que foi nominado ao Prêmio FIPRESCI no Festival de Cinema de Londres.
Em 2001 , junto a Mer García Navas, funda Lana, SA, uma oficina dedicada ao desenho e realização de cenografia e decorados para cinema e televisão.
Em 2007 estreia Em um bom dia tem-o qualquer, uma comédia centrada na dupla imposibilidad (imobiliária e afectiva) de encontrar um lar.
Em 2010 publica a novela Os milhões. No Madri de 1986, a um membro do GRAPO toca-lhe a lotería primitiva e não pode cobrar o prêmio por carecer de RG.
Modelo:ORDENAR:Lorenzo, Santiago