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Seita

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Uma seita é um grupo que tem um alto grau de tensão com a sociedade circundante, mas sua crença é nova e inovadora. Originalmente é um termo usado para referir-se a comunidades filosóficas, religiosas ou políticas, que através de seus ensinos ou seus ritos têm rompido com sua comunidade de origem. Desde o ponto de vista sociológico, é um grupo de pessoas com afinidades comuns (culturais, religiosas, políticas, esotéricas, etc). Como uma das possíveis acepciones do termo tem connotaciones negativas,[1] se sugeriu o de novos movimentos religiosos.

Conteúdo

Etimología

O termo prove do latín seqüi: seguir, e aplicava-se às escolas de filosofia (de onde vem sectátor e sectatorios: ‘adherente’, ‘seguidor’). Propuseram-se dúvidas sobre se prove do latín secar (‘cortar, separar’). De secar provem as palavras «insecto» e «sector». Em ambos casos está presente a ideia de separação.

Na Europa a palavra «seita» concebeu-se derivada principalmente de seqüi (‘seguir’). Trata-se de seguir a um maestro, a um líder. Em muitas seitas assim sucede.

Também se usa o eufemismo «novos movimentos religiosos». O problema da terminología é importante, já que desde diferentes áreas do pensamento e da ciência oferecem-se diversas definições. O experiente Vicente Jara tem reunido mais de 15 definições dantes de propor uma própria: a seita é «um grupo social depredador que pratica o mimetismo e o chamariz».[2]

Os sociólogos anglohablantes utilizam a palavra sect (‘credo’, ‘culto’ ou inclusive ‘seita’ em sua acepción menos usada) para referir a um grupo religioso que também tem um alto grau de tensão com a sociedade circundante, mas cuja crença é, dentro do contexto dessa sociedade, em grande parte tradicional. O termo peyorativo cult, equivalente à palavra espanhola «seita» em sua acepción mais comum, indica o grupo que tem um alto grau de tensão com a sociedade circundante, mas sua crença é, dentro do contexto dessa sociedade, nova e inovadora.

História

No mundo antigo consideravam-se aos «sectarios» como pessoas que seguiam os ensinos de um filósofo.[3] Os primeiros cristãos foram chamados «seita dos nazarenos», em meios do judaísmo.

San Pablo utiliza a palavra hairesis (αἵρεσις, ‘busca tardia’, ‘escola filosófica’, ‘seita’) em suas cartas sobre as divisões dentro da comunidade (por exemplo, 1 Co 11,19). Via estas divisões baixo uma luz negativa, sem determinar qual delas era mais correcta.

Na Igreja primitiva usou-se a cada vez mais o termo hairesis para referir aos desvios de comunidades cristãs da comunión completa, e a princípios do século V consideraram-se na Igreja Ocidental como herejías, falsas doutrinas.

Esta ideia foi apoiada pela Igreja católica da Idade Média, ao qualificar como «seita luterana» aos protestantes, definição mantida em certos textos até o século XX.

Uso actual do termo

Uso na linguagem

No uso popular com frequência consideram-se seitas a organizações religiosas às que se vê como potencialmente perigosas ou problemáticas, ou bem afastadas da ortodoxia teológica, como «herejías». Isto inclui a muitas das actuais comunidades cristãs das tradicionais, bem como a novos grupos, em particular os surgidos a partir da segunda metade do século XX. Nas décadas de 1970 e 80 consideravam-se as seitas como uma «religião de jovens», já que inicialmente muitos se afiliaron a diferentes seitas, seguindo o exemplo de personagens populares. «Seita» utiliza-se hoje em dia de maneira peyorativa, e há quem considera-o um grito de batalha.[4] Com frequência acusa-se que algumas das chamadas seitas o foram principalmente por motivos económicos, que se converteram em comunidades religiosas para conseguir a protecção especial do Estado, maiores liberdades e direitos, bem como para desfrutar de isenção de impostos. O exemplo mais conhecido é a cienciología, que originalmente era um movimento laico.

Controvérsias

O tema das seitas tem provocado controvérsia em repetidas ocasiões. Há dois campos opostos: por um lado, sobre a base da liberdade religiosa e a condenação das restrições aos grupos religiosos, representantes das minorias religiosas e filosóficas, grupos defensores da liberdade religiosa, académicos estudiosos da religião, alguns sociólogos e advogados. Por outro lado, quem condenam energicamente a certos grupos religiosos como limitam a liberdade das pessoas, incluídos os representantes das principais igrejas, servidores públicos de agências estatais, e as iniciativas criadas por familiares, antigos membros, psicólogos, sociólogos, cientistas, políticos e advogados.

Em concreto, as controvérsias giram em torno de menudo sobre suspeitas ou reais:

Cobertura nos meios

Casos isolados sobre violência relacionados com as seitas têm chegado aos titulares de imprensa. Especialmente espectaculares têm sido os seguintes:

Uso legal

Nos meios jurídicos, sociológicos e religiosos e no contexto científico, o termo rara vez utiliza-se agora em seu sentido tradicional. Os grupos religiosos denominam-se «organizações» ou «movimentos religiosos».

Definição sociológica

Max Weber distingue às «seitas» das «igrejas» sobre a base de seus mecanismos de crescimento: seitas são comunidades dinâmicas, nas que o indivíduo, devido a uma decisão pessoal e só após um minucioso exame por parte da seita, se afilia. Em contraste, as igrejas, segundo Weber, são aquelas nas que nasce de novo.[15]

Peter L. Berger vê na seita um modelo de organização para a autosuficiencia colectiva das minorias. Sua base filosófica é uma ortodoxia, a verdade ontológica de um conceito anterior. Uma comunicação na que o entendimento dos fundamentos da vida é blasfemo e perigoso. Para transmitir a «verdadeira» doutrina requer medidas de organização e de influência, não só o adoctrinamiento da cada ser humano, senão também de sua forma de relacionar com o mundo alheio.[16]

Uma terceira corrente diferencia seitas de igrejas sobre a base de suas ideologias. As ideologias religiosas das igrejas não estão em conflito com seu meio social,[17] mas sim as de seitas e cultos, que se opõem ideológicamente a seu meio social.[18]

Stark e Bainbridge define a religião como uma organização humana com o objectivo de preparar compensações às privações da gente sobre a base de suposições sobrenaturales. Estes preparativos realizam-se em três dimensões:

H. Richard Niebuhr observa que as seitas surgiram como movimentos cismáticos das grandes igrejas, e que tendem a se converter no que seus membros precisam, mas que se não o podem satisfazer se produzem mais divisões. Baseando nesta conclusão, considera que as transições entre a «seita» e a «igreja» são fluídas.

Os grupos que prometem compensações se distinguem por estas: «Mágicas» ou promessas especiais de manipulação do médio ambiente para seus próprios objectivos, «Religiosas» ou de compensação geral segundo um modelo universal que explica o mundo. Esta distinção remonta-se a Emile Durkheim.

A «magia» floresce quando os meios científicos faltam ou não são aceitáveis. Seitas baseadas na magia podem converter-se em movimentos mundiais, como mostra o desenvolvimento da Dianética conviertiéndose de pseudociencia em Igreja da Cienciología.[19]

As novas seitas

Ainda que o vocablo «seita» esteja relacionado a grupos que possuam uma mesma afinidad, com o passo dos anos tem adquirido uma connotación mais relacionada a grupos radicalizados, geralmente religiosos.
A cruz ardente é um dos símbolos dos grupos sectarios do Ku Klux Klan.

O psicólogo especializado em seitas Michael Langone expõe nas seguintes aseveraciones seu conceito sobre as seitas:

Seita é um grupo ou movimento, que exibe uma devoción excessiva a uma pessoa, ideia ou coisa e que emprega técnicas antiéticas de manipulação para persuadir e controlar (a seus adeptos); desenhadas para conseguir as metas do líder do grupo; trazendo como consequências actuais ou possíveis, o dano a seus membros, aos familiares deles ou à sociedade em general. [...] Dado que a capacidade para explodir a outros seres humanos é universal, qualquer grupo pode chegar a converter em uma seita. No entanto, a maioria das organizações institucionalizadas e socialmente aceitadas, têm mecanismos de autorregulación que restringem o desenvolvimento de grupúsculos sectarios.[20]
Langone, 1988

As seitas religiosas definem-se como grupos religiosos radicais, pelo geral pequenos mas com alto índice de expansão, integrados por homens e mulheres associados voluntariamente depois de uma conversão religiosa. Caracterizam-se por ser grupos altamente excluyentes que se colocam na contramão de outras posições culturais-religiosas, nos quais se desenvolve uma notável perda de identidade em seus membros, criando uma espécie de mundo interno onde o ou os líderes possuem o controle total do grupo. Os grupos mais fanáticos atem-se a conceitos fechados, rígidos e conservadores, alheios à moderna pluralidad e tolerância religiosa, separam-se do mundo espiritualmente, por vontade própria, e criam uma facção que defende e promove seus valores acima dos demais.

Em muitos casos atraem-se aos novos membros pregando soluções fáceis aos problemas da vida, saídas imediatas a situações de opresión pessoal ou crise depresivas, o passaporte ao paraíso depois da morte ou a iluminação em vida.

Os líderes deste tipo de grupos possuem habitualmente uma forte e carismática personalidade, e induzem a seus membros a crer em uma verdade «mais profunda» que a das demais pessoas ou religiões, utilizando o que vulgarmente se conhece como lavado de cérebro. Conseguem de modo que em forma paulatina os seguidores obedeçam cegamente o dogma, sem espaço para opiniões ou sentimentos pessoais de liberdade de critérios, abandonando gradualmente o próprio discernimiento.

Geralmente uma seita tem um fim dogmático ou espiritual, ou ao menos isso se lhes faz crer aos prosélitos. Da mão do desenvolvimento económico e tecnológico têm surgido novas seitas cujo fim aparenta ser o desenvolvimento pessoal. Existem algumas mais poderosas que outras, suas metodologías podem ser notoriamente contradictorias, distacianciandose muito do que prometem.

Com frequência respondem a um perfil doctrinal dualista, apocalíptico e pré-milenarista e a uma inspiração literária (bíblica, coranica, mormona etc) fundamentalista. As seitas, com mais possibilidades de prosperar, são geralmente tradicionalistas, conservadoras e ainda, ultraconservadoras. Sua proposta filosófico normalmente tenta voltar ou ao menos assim o manifestam, sua religião de origem à pureza religiosa percebida. Para o qual decidem separar do grupo de origem, liderados por uma personagem carismatico do novo grupo formado.

Estas seitas podem ter ou não um historial judicial em um ou vários países por manipulação mental ou por ser grupos de corte destructivo. Em alguns países, as consideradas seitas não estão reconhecidas ou autorizadas. De maneira geral, uma seita está mais centrada no culto pessoal ao profeta ou líder do grupo.

Organização interna

Guarda fronteiriço talibán em Torkham (Afeganistão), 2001.

Segundo Bryan Wilson,[21] as características mais gerais das seitas são as seguintes:

Segundo Stark Warner,[22] as seitas são grupos que se dotam a si mesmos da estrutura e da organização requerida para administrar a identidade de suas adherentes em função de um conjunto claramente definido de crenças ou ideologias, mas ademais há que considerar que as seitas apresentam um inconformismo em frente às igrejas denominadas maioritárias, isto é as seitas constituem uma contracultura, mas que mantêm um sistema unificado de crenças e práticas relativas às coisas sagradas, unidas em uma estrutura moral chamada Igreja, manifestando o sentido tendiente à «colectividad».

Algumas características que são tomadas em conta para definir uma seita são:

Ainda que isto nos oferece limitações como a classificação teológica dos sectarios:

Limita as possibilidades do estudo comparativo dentro das diversas tradições religiosas; impede o reconhecimento de aspectos importantes do carácter das seitas; a dosificación derivada da descrição doctrinal não toma em conta devidamente os aspectos da organização e dinâmica das seitas, ademais se caracteriza às seitas em termos normativos.[23]

Ken Wilber[24] distingue os grupos problemáticos ou inclusive destructivos dos que podem ser clarificadores e inclusive beneficiosos, utilizando como critérios:

As seitas contam entre elas com gente bastante famosa. O que não é infrequente; pois, segundo experientes neste tipo de organizações como Salarrullana ou Steven Hassan,[25] resultam reclamos importantes para conseguir novos fiéis e ampliar seu reconhecimento social, caso de Tom Cruise com a Igreja da Cienciología.

A Meditación Trascendental

Nos anos sessenta, o movimento Meditación trascendental (MT), criado pelo gurú Maharishi Mahesh Yogui atinge fama mundial mediante sua relação com membros da contracultura, especialmente estrelas do pop e o rock como Beach Boys ou The Beatles. Estes últimos assistiram a um curso de meditación trascendental em Rishikesh (Índia) em cujo transcurso escreveram a maior parte dos temas do White Album de 1968. A conversão dos Beatles proporcionou-lhe popularidade ao yogui e seu movimento, ainda que ao pouco tempo alguns dos artistas, se desilusionaron.[26] A relação com The Beatles foi fundamental para a difusão da seita MT entre os jovens ocidentais.

Em 1984 , o Parlamento Europeu aprovou um relatório sobre o fenómeno dos novos movimentos religiosos ou seitas. Em 1983, o eurodiputado conservador britânico Richard Cottrell apresenta um relatório com trabalhos prévios sobre a peligrosidad de determinados grupos sectarios. O Relatório Cottrell sobre seitas.[27] Durante mais de um ano estudou-se dito relatório, e o 22 de maio de 1984 o Parlamento Europeu, por 98 votos a favor, 28 na contramão e 27 abstenções, aprova-o. MT era um dos grupos envolvido neste relatório.

Cienciología

Artigo principal: Cienciología

Como exemplo de seita pode-se mencionar à Cienciología, considerada assim em diversos países europeus, ainda que nas últimas resoluções se permitiu lhe dar o caracter de religião. Esta organização foi fundada pelo escritor de ciência ficção L. Rum Hubbard e possui membros reconhecidos como Tom Cruise e John Travolta. Uma das formas de arrecadar fundos é recrutando a gente, que tem que pagar um alto preço pelo material que se lhes oferece, como primeiro ponto da liberdade espiritual e a felicidade.

Desta corrente têm surgido empresas de superação pessoal, que ainda que talvez não sejam tão enajenantes como a cienciología, distan muito de ser beneficiosas, e só em alguns poucos casos conseguem ajudar à gente.

Para conseguir seu cometido, este tipo de seitas utilizam o treinamento ontológico (do grego ontós: ‘tudo’, no sentido de que influi em toda a vida do indivíduo, inclusive em sua privacidade). A maioria de especialistas estão de acordo em que o treinamento (coaching) em si mesmo não é mau, é útil para empresas e para ajudar a pessoas (como pode o ser também a psicologia) enquanto não manipule a ideologia do indivíduo. Em mudança o treinamento ontológico, que ainda que é derivado do coaching, costuma enajenar ao sujeito, para o fazer cumprir o cometido da empresa. Mistura-se assim um pouco de tudo: treinamento, psicologia Gestalt e diversos conceitos metafísicos.

Seitas destructivas

Uma seita destructiva é um grupo de pessoas que segue um determinado movimento religioso ou ideológico na qual se pratica o controle mental; pelo que, baixo uma aparência inofensiva, pode ser muito perigosa; pelos efeitos nocivos que produzem nos membros.[28] Estes efeitos percebem-se em longo prazo e pelo geral rayan em escándolosos casos de índole violenta com tintes, suicidas, homicidas ou inclusive genocidas.

São grupos que se apresentam baixo forma de associação, ou associações que aparentemente abarcam temas culturais, políticos, religiosos ou inclusive de tratamento em frente a doenças ou problemas sociais. Caracterizam-se principalmente por usar técnicas de persuasión coercitiva como método de influência social, previamente se usam métodos de sedução e ademais contam com um ou vários líderes. É muito frequente uma hierarquia piramidal de ordem. Costumam usar ademais situações de desorientación social como desastres naturais, de guerra ou terrorismo, para reafirmar o fim geralmente apocalíptico do mundo e sua falsidade, muitas vezes também com fim lucrativo. Em alguns países estão catalogadas como destructivas ou perigosas e pelo mesmo proibidas, actuando com frequência na clandestinidade.

Segundo a exparlamentaria, política, escritora, professora e columnista Pilar Salarrullana,[29] membro da Comissão do Congresso dos Deputados para o estudo das seitas, o verdadeiro motivo para inscrever no registo do Ministério de Justiça é pelas vantagens fiscais que contribui e a imagem de seriedade que plota. Outros dos perigos das seitas, afirma esta autora, são o isolamento social que propugnan, o radicalismo religioso e a perseguição de críticas formuladas em sua contra.[29]

Define-se perigosa quando, por sua filiación a esta seita, a pessoa desenvolve problemas de adaptação social, trabalhista ou familiar, quando ademais se coarta a liberdade ou a dependência a esta. Alguns psicólogos e especialistas afirmam que mais de um terço dos acolitos acaba as abandonando, ainda que se possuem uma personalidade débil e «presectaria» têm um risco elevado de voltar a entrar em outro grupo social ou seita perigosa, a modo de vício.[30]

O tema das seitas destructivas tem atingido em certas épocas tal notoriedad, por exemplo em EE. UU. durante os anos sessenta ou em Espanha durante os anos oitenta, que em alguns idiomas europeus a palavra seita se utiliza unicamente para referir a este tipo de grupos religiosos alienantes, sem utilizar suas outras acepciones.

Características

A principal característica das seitas destructivas é sua habilidade para implantar, utilizando o controle mental, uma personalidade gregaria em seus adeptos, provocando na pessoa a chamada Síndrome disociativo atípico.[31]

Ademais costumam possuir também:

Em 1995 , a Assembleia Nacional presidida por Alain Gest, definiu 10 critérios para caracterizar às seitas destructivas:

Veja-se também

Referências

  1. DRAE: ver seita (terceira acepción).
  2. Vicente Jara: Definição e critérios.
  3. Informe Final da Comissão Bundestag sobre As chamadas seitas e psicogrupos, 1998
  4. Martin Kriele: «Seitas como grito de batalha», na revista Frankfurter Allgemeine Zeitung, 6 de abril de 1994.
    Hansjörg Hemminger: «Was ist eine Sekte?», em Evangelische Landeskirche inWürttemberg .
  5. «A deadly messenger of God», na revista Time, 29 de agosto de 1977.
  6. Colonos: «Schäfer facilitou nossa villa para a detenção e opresión de pessoas», no diário chileno A Terça, 19 de abril de 2006.
  7. Julia Scheeres: «Yaweh ben Yahweh»
  8. «Líder de um culto [sic, por “uma seita” condenado a morte»,] AP, 24 de agosto de 2006.
  9. «Exculpan ao FBI da matança de Waco», no Mundo, 23 de julho de 2000.
  10. «Membros da Ordem do Tempero Solar suicidam-se em massa».
  11. «So long, Shoko», US News & World Report, 19 de setembro de 2006.
  12. Randall BELL: Strategy 360.
  13. «Massacre em Uganda», no diário O País, 23 de março de 2000.
  14. Suprema Corte Federal de Suíça, sentenças de 2002.
  15. Weber: op. cit., pág. 619.
  16. Peter L. Berger: Zur Dialektik von Religion und Gesellschaft.
  17. Johnson, Benton: op. cit., pág. 542.
  18. Stark: op. cit., pág. 217.
  19. Stark, Rodney, Bainbridge, William Sims: The future of religion: secularization, revival and cult formation.
  20. Michael Langone: «Cults: questions and answers» (‘seitas: perguntas e respostas).
  21. Bryan Wilson: Sociologia das seitas religiosas. Madri: Guadarrama, 1970.
  22. Stark Warner: As seitas protestantes. México: Fundo de Cultura Económica (edição popular), 1986.
  23. Roland Robertson: «Uma tipología das seitas» em Sociologia da religião (página 331). México: Fundo de Cultura Económica, 1980.
  24. Ken Wilber: «Legitimidade, autenticidad e autoridade nas novas religiões» nos três olhos do conhecimento. Barcelona: Kairós, 1991.
  25. Steven HASSAN: As técnicas de controle mental das seitas e como as combater. Barcelona: Urano, 1990. ISBN 84-86344-80-8.
  26. John Lennon, entrevistado pela revista Rolling Stone, expressava assim sua ruptura: «Dediquei-lhe uma canção ao Maharishi. Titulava-se Sexy Sadie. Não me atrevi a dizer: “Maharishi por sua culpa temos feito o idiota”. Quando lhe disse: “Vamos-nos”, ele perguntou: “Por que?” e o resto do rollo. Eu lhe disse: “Se você é tão cósmico já o sabe” (porque ele sempre estava a tentar insinuar, o mesmo que seus conselheiros, que era omnisciente e que fazia milagres). Disse-lhe: “Você já o sabe” e ele me olhou como dizendo: “Vou matar-te, filho de puta!” e pelo jeito que olhou-me soube que era verdadeiro». Este episódio foi desmentido por George Harrison e Paul McCartney na biografia Faz muitos anos escrita por Barry Milhares (Emecé, 1997).
  27. Relatório do Conselho da Europa sobre as actividades ilegais das seitas na Europa (1999)
  28. Steven Hassan, As técnicas de controle mental das seitas e como as combater, Editorial Urano, Barcelona, 1990, ISBN 84-86344-80-8
  29. a b Pilar Salarrullana, As seitas. Madri: Temas de Hoje, 1990. ISBN 84-7880-015-8.
  30. José Miguel Grutas Barranquero e Jesús María Canto Ortiz: Seitas: como funcionam, como são seus líderes, efeitos destructivos e como as combater. Edições Aljibe, 2006, ISBN 84-9700-327-6.
  31. Pilar Salarrullana, As seitas, Edições Temas de Hoje, Madri, 1990, ISBN 84-7880-015-8

Bibliografía

Enlaces externos

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