Um soldado, em seu sentido mais geral, é um indivíduo que se tem alistado, voluntariamente ou em cumprimento de um serviço militar obrigatório, nas forças armadas de um país soberano, recebendo treinamento e equipa para defender a dito país e seus interesses. Em sua condição de membro de ditas forças armadas, converte-se em um militar organizado no exército. Dentro do exército dividem-se aos grupos de soldados geralmente em corpos ou armas de diferentes denominações, tais como infantería, marinería, artilharia, caballería, etc).
O termo soldado refere-se também a uma faixa, geralmente o mais baixo no escalafón (conhecido também como soldado raso).
A palavra espanhola soldado é uma das mais difundidas pelo mundo: numerosas línguas tomaram-na prestada, em especial na Ásia e Oceania, como o ingles soldier, em tagalo sundalo ou em chamorro sendalo ou sindalu.[1]
Um soldado não é necessariamente um combatente. Ainda que todos os soldados recebem algum tipo de treinamento de combate básico, muitos realizam serviços em posições diferentes às de combate (como por exemplo, administrativo, em tarefas logísticas, ou de investigação e desenvolvimento).
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O serviço militar era comummente obrigatório para os homens, não desempenhando as mulheres quase nenhum papel no exército. Na antiga Grécia, Esparta constituiu um exemplo de uma sociedade militarizada já que o soldado varão recebia um forte treinamento desde pequeno, e dedicava toda sua vida à vida militar. O exército romano foi um dos primeiro exércitos em enquadrar soldados profissionais de forma permanente (o costume era dissolver o exército depois de uma campanha). Hoje em dia a maioria dos países possui um exército, há países com soldados profissionais (Estados Unidos ou Espanha por exemplo), outros têm soldados de substituição, isto é, procedentes de um reclutamiento obrigatório (como Rússia, Alemanha ou Finlândia), e outros combinam ambos sistemas. Em alguns países permite-se a presença de mulheres soldados e em Israel é obrigatório o serviço militar para as mulheres. Há alguns países sem Forças Armadas (como Costa Rica, primeiro país sem exército) e baseiam a defesa de sua integridade territorial em um sistema das alianças e acordos internacionais.
Nos tempos da República romana e anteriormente à época de Cayo Mario, os costumes em uma família romana com respeito à possibilidade de ter filhos que algum dia seriam soldados eram estas:
Estes presentes eram pára toda a vida e se chegavam intactos, inclusive os herdavam os filhos.