A Tabula Peutingeriana (tabela de Peutinger) é um itinerario que mostra a rede de estradas do Império romano.
Pode-se contemplar uma das cópias no Museu Nacional da Áustria em Viena .
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O mapa original (só têm sobrevivido cópias) foi realizado a partir do século IV, já que aparece Constantinopla que foi fundada no ano 328. Cobre a Europa, partes da Ásia (Índia) e África do Norte. O nome do mapa prove de Konrad Peutinger, um humanista alemão dos séculos XV e XVI.
A cópia mais antiga da Tabula Peutingeriana que tem chegado a nossos dias foi realizada por um monge de Colmar no século XIII. É um rollo de pergamino de 0,34 m de alto e 6,75 m de longo, que foi dividido em 12 folhas ou segmentos. A primeira delas, que pertenceria a Hispania (Espanha e Portugal) e a parte oeste das Ilhas Britânicas, tem desaparecido. Conservam-se as 11 folhas restantes.
É um mapa muito esquemático: as massas de terra estão distorsionadas, especialmente na direcção este-oeste. Mostra muitos assentamentos romanos, as estradas que os unem, rios, montanhas e mares.
As distâncias entre os assentamentos também estão incluídos. As cidades mais importantes do império, Roma, Constantinopla e Antioquía, estão representadas com uma decoración especial.
Existem dúvidas a cerca de se dever-se-ia chamasse mapa à Tabula Peutingeriana, já que não tenta representar as formas reais do terreno. Acha-se que a Tabula baseia-se em "itinerarios", ou listas de destinos ao longo das calçadas romanas. Os viajantes não possuíam nada tão sofisticado como um mapa, mas precisavam saber o que tinham por diante na calçada e a quanto ficava. A Tabula Peutingeriana representa estas calçadas como uma série de linhas paralelas ao longo das quais se marcaram os destinos. A forma das páginas do pergamino explica a forma retangular.
No entanto, uma vadia similitud com a terra de Ptolomeo dá argumentos aos que defendem que o desconhecido autor tentava fazer uma representação mais ou menos fiel da terra.
Em latín:
Em inglês: