O teço é o desporto nacional de Colômbia ,[1] consistente em lançar um disco metálico em um campo de arcilla de 18 metros de longo, para explodir os "estopins" (pequenos sobres com pólvora) que se encontram lá.
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O jogo original, de nome Turmequé, era praticado por habitantes prehispánicos do altiplano cundi-boyacense desde faz mais de 500 anos, quem usavam um disco de ouro chamado "zepguagoscua" de aproximadamente 680 gramas de importância. Ao popularizarse, o "zepguagoscua" foi substituído por um disco de pedra e actualmente usa-se um de metal (teço) do mesmo peso.
A ideia do jogo é lançar o teço e introduzir em um círculo metálico (bosín) no qual se colocam os "estopins", ganhando o jogo quem revienta a maior quantidade de estopins ou quem consiga introduzir o teço no bocín. Fazem-se concorrências individuais e por equipas.
A pontuação é lembrada pelos rivais, ainda que na maioria de lugares quantifica-se da seguinte maneira: Todos os jogadores fazem seu lançamento e o teço que mas se acerque ao bosín obtém um ponto (mão) e é o que lança de primeiro na seguinte rodada. Três pontos ou mãos equivalem a um balazo que é o nome que se lhe dá à queima de um estopim. Os jogos costumam pactuar-se principalmente a balazos. O introduzir o teço no bosín recebe este nome (bosín) e equivale a dois balazos. A jogada mais cuantiosa dá-se ao reventar um estopim tendo também introduzido o teço no bosín (tudo em um sozinho tiro), a esta jogada se lhe chama "moñona" e equivale a três balazos.
Outra variedade é conhecida como minitejo, que é o mesmo que o "grande" mas em proporções mais reduzidas. Ali só se coloca um estopim e vontade mais pontos quem a estalle. Em ambos casos se joga em dois campos que estão em frente a frente. Atira primeiro quem fique mais cerca do bocín e assim sucessivamente.
O jogo foi nomeado desporto nacional de Colômbia em junho de 2000 pelo Congresso da República de Colômbia.[1]