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The Cranberries

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The Cranberries
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The Cranberries em Barcelona.
Informação pessoal
OrigemBandera de Irlanda Limerick, Irlanda
Informação artística
Género(s)Pop alternativo
Indie rock
Rock alternativo
Folk rock
Pop rock.[1]
Período de actividade1990 - 2003
2009 - presente
Membros
Dores Ou'Riordan
Noel Hogan
Mike Hogan
Fergal Lawler

The Cranberries é uma banda irlandesa de rock, formada em Limerick em 1989 baixo o nome de The Cranberry Saw Us, mais tarde mudado pela vocalista Dores Ou'Riordan. Ainda que muitas vezes é associada com rock alternativo, o som da banda também incorpora elementos de indie , indie pop, Rock, pós-punk e pop rock[cita requerida].

The Cranberries saltou à fama internacional na década de 1990 com seu álbum debut, Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We?, que se converteu em um sucesso comercial e vendendo mais de cinco milhões de cópias nos Estados Unidos. O grupo foi um dos grupos de rock mais exitosos dos anos 90 e vendeu mais de 14,5 milhões de álbuns só nos Estados Unidos, enquanto a nível mundial a cifra ascende a mais de 40 milhões de discos. A banda tem conseguido quatro top 20 álbuns no Billboard 200 (Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We?; Não Need To Argue; To the Faithful Departed e Bury the Hatchet)[2] e 20 singles no posto oito das Alternative Songs.[2]

Conteúdo

Biografia

Formação e Primeiros EP

Em 1989 vários jovens uniram-se com o propósito de formar um grupo: Noel Hogan (guitarra), seu irmão Mike Hogan (baixo), Fergal Lawler (batería) e Niall Quinn (vocal). O grupo não possuía nada novo no que se refere a originalidad: guitarras punk-pop, canções melodiosas e letras cómicas. O vocalista da banda, Niall, era quem compunha as canções. Aquela primigenia banda foi chamada originalmente The Cranberry Saw Us' (O arándano viu-nos). Em realidade o nome é um jogo de palavras, já que pronuncia-se igual que The Cranberry Sauce (Molho de arándanos)

Os irmãos Hogan vivian em um lugar de Limerick chamado Moycross (colado ao rio Moy)e depois de acabar a educação obrigatória, começaram a ajudar a seus pais na panadería que regentaban. Uma noite em um concerto conheceram a Fergal Lawler, quem compartilhava seus gustos musicais. Fergal (Limerick, 4 de março de 1971 ) tinha-se criado em Parteen, onde exercia de cabeleireiro na peluquería de seu tio. Nesse momento nasceu o que hoje conhecemos como Cranberries

Depois da marcha de Niall Quinn da banda, foi Dores Ou'Riordan a vocalista da banda. Ela seria quem escrevesse a canção de «Linger». "The Cranberry Saw Us" deixaram de existir quando Dores entrou a fazer parte do grupo sendo "The Cranberries". Dores tomou parte directamente do repertorio musical de Noel, e começou a compor letras para as melodias. Finalmente, o grupo foi fichado por uma pequena casa discográfica de Limerick, Xeric Records. Com seus primeiros dêmos tiveram bastante sucesso a nível local. Seu primeiro EP chamou-se Uncertain.

1992 - 1993: Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We?

Em 1992 romperam com Xeric Records e assinaram com Island Records, que contava em suas bichas a PJ Harvey e Ou2. O grupo começou a gravar seu primeiro álbum, produzido por Stephen Street (Morrissey e Blur). O 1 de março de 1993 publica-se o primeiro álbum de The Cranberries, Everybody Else Is Doing It, So Why Can´t We? (Todo mundo o faz. Por que nós não podemos?). Musicalmente, o disco funde o pop-rock tradicional inglês de finais dos 80, com o folk e os ambientes místicos irlandeses. Liricamente, suas letras expressam um ponto de vista ingénuo, onde Dores abandona o mundo terrenal para adentrarse para um mundo idealista cheio de esperança e sonhos. No disco predominan canções amáveis, afectuosas e afable para o ouvido, canções que contribuem a placidez para poder se deixar escutar. O disco mal teve acolhida entre o público. Seu som apesar de trazer um ar fresco entre diferentes correntes provenientes da América como o grunge e o pop, se lhe comparou com o shoegazers daqueles momentos pela ensoñación de suas canções e pouco mais.

1993 - 1994: Salto à fama e Não Need to Argue

The Cranberries foi de gira por Estados Unidos teloneando a Suede e a The Matt Johnson. Gira-a seria suspensa pela escassa acolhida destas bandas entre o público estadounidense, que iam ver a esse novo grupo saído da Irlanda. The Cranberries tinha triunfado em EE.UU. sem querê-lo, tendo mas exito que as bandas que teloneaban. Publicou-se o disco nos Estados Unidos e cedo tiveram um enorme sucesso entre o ambiente independente das universidades norte-americanas vendendo mais de um milhão e médio de discos. Reeditar-se-ia o disco em Reino Unido, onde teve uma enorme acolhida e de ali ao resto da Europa. O album chegaria a vender mas de 8 milhões de cópias no mundo. Durante todo o ano participaram em festivais de música por Estados Unidos e Europa. O 14 de janeiro de 1994 actuaram no mítico concerto do Astoria 2, onde o repertorio de canções trazia algumas novas como Zombie e Empty.

Em 1994 lançam seu segundo disco titulado Não Need to Argue o qual imediatamente teve muito sucesso entre o público chegando a vender mais de 16.7 milhões de cópias. O disco trazia sons novos misturando mais o sintetizador com a guitarra. O disco foi titulado como sua obra mestre e com a que a maioria do público os reconhece, neste disco mais maduro e irónico que o anterior, Dores faz alusão à infância em muitas canções, onde ela reconhece "Os meninos são o futuro do mundo, não entendo como alguém quer lhes fazer dano". Em uma gira que estavam a fazer Dores conheceu a Dom Burton o produtor de Duram Duram após umas semanas juntos se comprometeram, concretándose um tempo depois em um polémico casamento onde o número de repórteres era maior ao de convidados.

1995 - 1997: To the Faithful Departed e problemas internos

No ano 1995 foi muito próspero para a banda como suas canções começaram a escutar-se mais nas rádios, traduzindo-se em maiores vendas de seus discos. Fizeram seu Unplugged de MTV e tanto foi o sucesso que na cerimónia dos MTV Europe Music Awards, «Zombie» recebeu o prêmio como melhor canção do ano.e melhor canção de rock.

Também cantou com Luciano Pavarotti no concerto benéfico "Pavarotti & Friends: Together for the Children Of Bósnia" em 1995. Neste evento Dores cantou Ave María» com Luciano Pavarotti, «Linger» com Simon Lhe Bon de Duram Duram e os temas «Turandot» e «Nessun dorma!» com todos os artistas ao final do concerto.

Em 1997 após a esgotadora e devastadora gira, a banda decidiu tomar-se um descanso, Dores deu-se tempo para cuidar a seu filho, Fergal percorreu o mundo com a mochila ao ombro; Noel queria reunir-se com velhos amigos e Mike queria ver o futebol. Em meados de 1997 o grupo voltava por fim a reunir-se. Então, decidiram participar no álbum tributo que se estava a preparar ao grupo americano Fleetwood Mac. Pouco depois Fergal contraía casal com a que tinha sido sua noiva, Lauri Guerin, em abril de 1997 .

1998 - 2002: Últimos trabalhos e receso musical

Durante o final da década dos 90's a banda começou com seu novo disco que refletia uma reconciliação e um sentimento de querer começar todo desde zero. Na celebração da entrega do Prêmio Nobel a banda actuou interpretando "Linger", "Dreams" e "Promises", uma das canções que escutar-se-ia em seu próximo disco. A banda fala mais de temas como o amor, os filhos, o casal e muitas emoções no disco Bury the Hatchet, que se lançou o 1 de abril de 1999 . O album consiguio disco de ouro nos Estados Unidos e vendio mas de 4 milhões de cópias no mundo. A banda começou uma gira ao redor do mundo, mas bem mais relaxada, para não cometer o erro das giras anteriores.

O canto a garganta ou "Yodel Style" de Dores é uma das características mais representativas do grupo, tanto de modo que converteu-se em uma das máximas expoentes deste registo vocal na música moderna e seu singelo «Zombie» é a melhor carta de apresentação

A personalidade das canções deve-se a que Dores pertence a esse grupo de cantor que durante os 80 e 90 fizeram de sua interpretação vocal, um instrumento que rompem com os moldes das regras vocais melódicas e se fazendo totalmente protagonista da canção. Dores possui uma voz surpreendente que passa do mais mínimo susurro ao grito surpreendente em tão só um instante, enfrascando sua voz entre as sensatas e o baixo dos irmãos Hogan, e deixando constante que sua voz é um instrumento mais dentro da canção e do disco.

Em 2001 editaram o que é até o momento seu ultimo disco de estudo, Wake up and Smell the Coffee, o que não atinjo maior exito convirtiendose no album menos vendido da banda com 1,4 milhões de cópias vendidas.

Em setembro de 2002 editaram o disco compilatorio Stars - The Best of 1992 - 2002 , o que continha todos seus exitos, incluindo dois temas ineditos. Este disco compilatorio teve mais sucesso que seu anterior album de estudo. Até o momento tem vendido mas de 2,1 milhões de cópias.

É The Cranberries, que traduzido ao espanhol significa Arándanos, fruta parecida à mora azul

2009 - Presente: Reunião

Na terça-feira 25 de agosto do 2009, Dores Ou´riordan confirma na rádio de Nova York (101.9) a união de "The Cranberries". O tour de reunião começou o 12 de novembro nos Estados Unidos e terminará no final de Outubro em Latinoamérica.[3]

Membros

Discografía

Artigo principal: Discografía de The Cranberries

Estudo

EP/Dêmos

Recopilaciones

Rarezas

Singelos

DVD e video clips

Videografía

Veja-se também

Enlaces externos

Referências

  1. Stephen Thomas Erlewine. «Ficha técnica de The Cramberries em AllMusic». AllMusic. Consultado o 12 de diceimbre de 2009 .
  2. a b «American Chart». Consultado o 08 de outubro de 2009.
  3. Reunião de The Cranberries
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