Visita Encydia-Wikilingue.com

The Emancipation of Mimi

the emancipation of mimi - Wikilingue - Encydia

The Emancipation of Mimi
[[Arquivo:[1]|200px]]
Álbum de Mariah Carey
Publicação Newworldmap.svg 4 de abril, 2005
Flag of the United States.svg Flag of Canada.svg 12 de abril, 2005
Gravação Setembro do 2004
Género(s) Pop, R&B
Duração 50:10
66:15 (re-lançamento)
Discográfica Island Records
Produtor(é) Mariah Carey (ademais executivo)
Jermaine Dupri
Manuel Seal
Bryan Michael Cox
LRoc
Jim Wright
The Neptunes
Kanye West
James Poyser
Legendary Traxster
Scram Jones
Young Genius
L.A. Reid (executivo)
Mark Sudack (executivo)
Calificaciones profissionais
Cronología de Mariah Carey

'The Remixes
(2003)

The Emancipation of Mimi
(2005)

'E=MC²
(2008)
Singelos de The Emancipation of Mimi
  1. It's Like That
    Publicação: (2005)
  2. We Belong Together
    Publicação: (2005)
  3. Shake It Off / Get Your Number
    Publicação: (2005)
  4. Dom't Forget About Us
    Publicação: (2005)
  5. Say Somethin' / Fly Like a Bird
    Publicação: (2006)

The Emancipation of Mimi (em idioma espanhol: A Emancipación de Mimi) é o décimo álbum de estudo e décimo quarto em cronología da cantora Pop, R&B estadounidense Mariah Carey. Foi lançado o 12 de abril de 2005 nos EE.UU. pela companhia discográfica Island Records, debutó no não. 1 no Billboard 200 vendendo mais de 404,000 cópias na primeira semana de seu lançamento. Segundo Nielsen SoundScan foi o material discográfico melhor vendido de 2005 na União Americana com quase cinco milhões de cópias, o que marcou um grande regresso da diva e conseguiu reposicionarse como uma superestrella.

Outorgou-lhe a Carey um Grammy na categoria de Melhor Álbum R&B Contemporâneo. Até a data lançaram-se 7 singles para promocionarlo, 6 nos Estados Unidos e ao redor do mundo, e 1 exclusivamente internacional "Get Your Number". 2 número um nos EUA "We Belong Together" que permaneceu 14 semanas na primeira posição e tem sido o single mais soado na rádio em uma semana (aproximadamente 271,1 milhões de vezes), e "Dom't Forget About Us". Recentemente lançou-se ao mercado "Fly Like a Bird" e "Say Somethin'" (featuring Snoop Dogg) ao mesmo tempo.

Conteúdo

Escritura e gravação

Durante o Charmbracelet tour Mariah começou a escrever canções para seu próximo álbum. Como seu director de gravação Lyor Cohen tinha deixado Island Records e tinha-se alterado para Warner Bros. Records Antonio "A" Reid substitui-lo-á. Dantes do lançamento de The Emancipation of Mimi alguns críticos já prediziam o regresso de Carey já que Antonio "A" Reid era conhecido por seu excelente trabalho com artistas como Pink, Avril Lavigne, e Usher, enquanto outros diziam que isto não era muito provável já que também tinha trabalhado no álbum Just Whitney de Whitney Houston, em More Than a Woman de Toni Braxton e 3D de TLC e lamentavelmente estes tinham fracassado comercialmente.

Colaboração de Kanye West

A primeira canção que se compôs foi "Stay the Night" escrita por Mariah e Kanye West a quem ela conhecia por muitos anos mas era a primeira vez que tinham a oportunidade de trabalhar juntos, já que em seus álbuns anteriores lhes foi impossível porque sua banda sonora Glitter estava baseada em música da década dos oitenta e em Charmbracelet não se puderam reunir por confiticos de tempo. Carey e West começaram a compor a melodia de "Stay the Night" baseando em uma mostra da canção "Betcha by Golly Wow!" de The Stylistics. Carey descobriu que a canção que tinham escrito tinha um problema em seu tonalidad e que precisava um montão de arranjos vocais, mas decidiu manter a nota. Carey tem dito que a canção "requer de bastante rendimento vocal, mas soava como uma canção da velha escola tipo The Jackson 5 e ela estava feliz com isso".

Colaboração de The Neptunes

Durante anos Carey tinha conhecido e tinha querido trabalhar com The Neptunes (integrados por Chade Hugo e Pharrell Williams), um dúo de produtores que permitem aos artistas co-escrever com eles mas não co-produzir, pelo que a regañadientes Carey teve que renunciar a seus direitos de produção pela primeira vez em toda sua carreira. Uma das primeiras canções que este grupo criou foi "Say Somethin'". Quando no estudo descobriram que o rapero Snoop Dogg estava a trabalhar na habitação da o lado o convidaram a rapear algumas partes da canção. Ao todo é a segunda vez que Snoop Dogg colabora com Carey desde "Crybaby" de seu álbum Rainbow em 1999. Originalmente tinha-se planeado que "Say Somethin'" ia ser uma dos primeiros singelos, mas Carey não se sentia cómoda com seu lançamento. Carey e The Neptunes também criaram "To The Floor" que inclui ao rapero Nelly

Colaboração de James "Big Jim" Wright

Jimmy Jam e Terry Lewis tinham colaborado regularmente com Carey desde seu sétimo álbum Rainbow (1999). Apesar de que as vendas dos álbuns em que eles tinham contribuído tinham sido inferiores aos outros álbuns de Mariah, ela ainda queria trabalhar com eles. Devido a problemas de tempo não puderam se reunir os três de modo que convidaram a seu sócio Big Jim Wright para que trabalhasse com Carey. Wright já tinha co-escrito e co-produzido algumas canções com Mariah e com Jimmy Jam e Terry Lewis mas era a primeira vez que o tomava um papel protagónico na produção de um álbum. Carey e Wright decidiram criar uma canção sem sintetizadores e só usar instrumentos ao vivo para que lhe desse um som de "retro ou da velha escola" para contrastar os sons urbanos das outras canções. Escreveram duas canções neste contexto "Circles" e "I Wish You Know" como soavam demasiado parecidas a Mariah se lhe ocorreu que se lhe introduzisse um "directo falso" em que se escuta a ela falando em um princípio da canção como em um concerto ao vivo, usando só instrumentos e coros ao vivo. Sua ideia era fazer uma canção tipo Diana Ross com uma onda retro.

Carey começou a elaborar a letra e melodia da última pista fortemente influenciada por Gospel titulada "Fly Like a Bird" e Wright estava a estabelecer a estrutura e os conformes da canção. Carey convidou a seu pastor Clarence Keaton a que dissesse na gravação que essa era sua canção favorita do álbum. Mariah pensava que era realmente importante incluir a poderosa mensagem espiritual da canção.

Colaboração de Scram Jones

Com algumas pistas já terminadas, Mariah Carey decidiu visitar ao rapero N.Ou.R.E. em um estudo de gravação, onde seu relativamente desconhecido produtor Scram Jones esteve presente. Carey e Jones reuniram-se para produzir a pista "Your Girl" que utiliza alguns samples (mostras) da canção "A Life with You" do duo R&B neozelandés Adeaze. A versão original de "Your Girl" continha umas frases rapeadas por N.Ou.R.E. mas na versão oficial do álbum só se encontra uma versão em solitário.

Colaboração de James Poyser

Carey já tinha escrito várias canções com onda retro em conjunto com Big Jim Wright mas ela queria estudar as raízes do R&B que são orgânicas e "soulful" pelo que se pôs em contacto com o cantautor e produtor James Poyser para que criassem a seguinte canção titulada "Mine Again". Carey declarou que "Mine Again" "é a balada mais poderosa do álbum com uma grande interpretação vocal, é uma dessas canções que rompem corações".

Colaboração de The Legendary Traxster e Swizz Beatz

Ao gravar a canção "One and Only" com The Legendary Traxster Carey descobriu que se estava a usar uma "pista de prática" do rapero Twista então ela convidou ao mesmo Twista para que rapeara algumas partes da canção. Carey confessou que estava muito feliz de gravar uma canção com Twista por ela pessoalmente era uma fã dele, ela mesma disse que "seu estilo era incrível".

O produtor Swizz Beatz também colaborou no álbum na pista "Secret Love" que não vinha incluída na versão original do álbum e só se lançou como bonus track na edição do Japão.

Colaboração de Jermaine Dupri, Bryan-Michael Cox, Manuel Seal e LRoc

Mariah voltou a Atlanta para trabalhar com Jermaine Dupri, seu amigo e sócio criativo a mais de dez anos. Para espessar Dupri produziu uma pista instrumental que soava muito parecida a "Confessions Part II" de Usher e Carey começou a cantar melodias e escrever letras para acompanhar. Dupri propôs que o título da canção seja "I gotta get away" mas Carey pensava que seria melhor a titular "I gotta shake it off", a que finalmente seria titulada simplesmente como "Shake It Off" . Mariah tem dito que "Shake it Off" é uma de suas canções favoritas ademais tem agregado que: "Quando teu estás a passar por algum drama e que só queres que termine, aparece esta canção e em seguida te sobe o ânimo". Mais tarde Carey escutou uma pista instrumental que tinha criado Dupri para seu próximo álbum (álbum de Dupri) baseada em um sample (mostra) da canção "Just an Illusion" da banda R&B Imagination e ele lhe pediu a Mariah que cantasse sua própria versão da canção, mas ela se mostrava renuente a criar outra canção usando samples e estimou que sua voz carecia de algo que tinha Dupri. Então decidiram cantá-la a dúo foi assim como nasceu "Get Your Number" com Mariah Carey cantando e Jermaine Dupri rapeando. Carey disse que a muita gente gostava da canção porque lhe dava uma sensação como a "Fantasy".

Com duas canções co-escritas e co-produzidas com Jermaine Dupri o álbum estava quase completo e Carey mostrou-se satisfeita com o resultado. Apesar de que "Say Somethin'" já tinha sido seleccionada como o primeiro singelo do álbum, Antonio Reid sentia que algo lhe faltava ao álbum e enviou a Carey devolvida a Atlanta para que escrevesse mais canções com Dupri. "It's Like That" foi a seguinte canção. Carey tem dito que: "só queria que o disco fosse muito divertido, realmente como para os bares e só para as pessoas que querem sair a divertir pela noite". Carey foi criticada por referir ao álcool e as drogas em "It's Like That" mas ela sustenta que só são chistes. O título da canção baseou-se no título da canção da banda Run DMC que também se titula "It's Like That" e tem notáveis influências de Hip hop retro ou da velha escola.

Duas canções criaram-se na segunda viagem de Carey a Atlanta , a segunda é "We Belong Together" que Carey tem descrito como "One Sweet Day" e "Breakdown" e disse que era "uma balada realmente sincera e ainda que é uma história como muito concreta acho que todo mundo provavelmente pode a aplicar a suas próprias vidas".

Colaboração de Mahogany, Young Genius, e R. Kelly

Carey trabalhou com o escritor e produtor Mahogany que não era muito conhecido mas que demonstrava ter muita experiência na matéria. Juntos compuseram e produziram duas pistas a primeira "Sprung" em que se escutam vozes robóticas e vozes de "ardilla" que lhe dão uma sensação bem mais electrónica que ao resto das pistas. "Sprung" não vinha incluída na versão americana de The Emancipation of Mimi mas se podia encontrar como bonus track em algumas partes do mundo como o Reino Unido e Japão. A segunda canção composta foi "When I Feel It" com uma influência Soul dos anos 70. Tinha-se anunciado que seria uma das treze pistas principais do álbum mas se excluiu porque se lhes negou a permissão de usar o sample (mostra) que se tinha escolhido para a canção a tão só duas semanas do lançamento do álbum pelo que Carey não teve tempo da gravar de novo com outro sample. Em julho do 2007 a canção filtrou-se em internet com o nome de "I Feel It".

Carey tinha gravado várias canções adicionais que não iam ser incluídas na versão original do álbum entre elas "Secret Love" e "Sprung" que estavam predestinadas a ser bonus tracks. Devido que "When I Feel It" não podia lançar no álbum porque seria ilegal se pensou na substituir por "Joy Ride" que também estava destinada a ser bonus track. Carey co-escreveu e co-produziu a canção com Young Genius um produtor de tão só quinze anos e ela declarou que escreveu a canção inspirada em sua curta idade. Como não se pensava incluir a canção no álbum, a pista estava imperfecta e partida em duas pelo que se deveram misturar as duas partes. Ela disse que não se importava com os problemas técnicos pela canção "tinha um grande som".

Mariah tinha um grande respeito pelo compositor e produtor R. Kelly pelo que se pôs em contacto com o para criar algumas canções juntos. Quando se reuniram compartilharam algumas ideias mas após um momento se deram conta que eram incompatíveis e cancelaram as seguintes sessões.

Desenho de portada

O desenho de alguns álbuns anteriores de Carey como Rainbow, no que se lhe pode ver com roupa interior sobre uma cama, tinha criado controvérsia porque alguns críticos a tinham catalogado como uma mulher promiscua, pelo que na tampa de álbum Charmbracelet se usou só sua cara e não se mostrou o resto de seu corpo. Em fim, para realizar o desenho de The Emancipation of Mimi, Carey pôs-se em contacto com o estudo dos desenhadores gráficos Markus Klinko e Indrani e expressou-lhes sua ideia de conservar sua imagem sexy mas fazê-la parecer mais madura. O vestido da foto da portada foi desenhado por um conhecido grupo de desenhadores de moda situados na cidade de Nova York.

Em uma reunião com seus fãs dantes do lançamento do álbum, um deles lhe comentou a Mariah que na foto da portada sua pele se via mais escura do normal e a fazia parecer à cantora R&B Beyoncé Knowles. Mariah não queria que o público pensasse que ela estava a tratar de lhe copiar para Knwoles pelo que se redesenhou uma edição limitada DIGIPAK no que se utilizou photoshoot para aclarar um pouco mais sua cor de pele e a fazer parecer mais natural. A diferença da versão original, o DIGIPAK também um poster em vez do folleto da outra versão.

Críticas e revisões

No momento de seu lançamento The Emancipation of Mimi converteu-se em um dos álbuns melhores recebidos pelos críticos em anos, como seus trabalhos anteriores Glitter e Charmbracelet tinham recebido péssimas revisões e saudaram a The Emancipation of Mimi como uma grande volta. A escritora Caroline Sullivan do jornal The Guardian disse que as canções do disco eram "as primeiras melodias valiam a pena pagar pelas escutar de novo e a maioria são frescas, concentradas e urbanas".[1]

O álbum também classificou no número nove na lista "critics' & artists' choice" de 2005 da revista Billboard.[2] Também apareceu no número 71 na lista Top 100 Editor's Picks of 2005 de Amazón.com.[3] e Tammy A Gorce, um editor da página site, escreveu que "The Emancipation of Mimi é uma obra de pura magia pop que nos faz a todos livres". O disco ocupou o cuadragésimo terceiro posto na lista de melhore-los álbuns segundo Rolling Stone.

The Emancipation of Mimi recebeu uma pontuação de 64/100 o que indica críticas geralmente boas.[4]

Prêmios Grammy

Ao todo The Emancipation of Mimi recebeu dez nominaciones aos Grammy, um record para um álbum de Carey. Oito das nominaciones foram na entrega do 2006, por seu trabalho durante o 2005 e as outras duas na entrega do 2007.[5]

Nominaciones a Prêmios Grammy 2006

Nominaciones a Prêmios Grammy 2007

Recepção

Vendas

The Emancipation of Mimi debutó no número um nos Estados Unidos na lista Billboard 200 com 404.000 cópias vendidas em sua primeira semana de lançamento. Até o momento é sua segunda semana debut com mais altas vendas após E=mc² e converteu-se em seu quinto álbum número um e terceiro que debutada no primeiro posto. Semana a semana as vendas mantinham-se consistentes e a diminuição era a minina. Manteve-se no top 5 durante vinte e duas semanas e conseguiu voltar à cume do chart sete semanas após seu lançamento devido ao notável aumento em suas vendas. Ao todo o álbum manteve-se no top 20 durante trinta semanas e conseguiu voltar ao top 5 quando se lançou a segunda edição a Ultra Platinum Edition que chegou ao número quatro com 185.000 cópias vendidas. O álbum também esteve durante cinco semanas no número um na lista de álbuns R&B e Hip Hop nos Estados Unidos.

The Emancipation of Mimi foi o álbum mais vendido nos Estados Unidos durante o 2005 com quase cinco milhões de unidades vendidas. Até a data The Emancipation of Mimi tem sido certificado de seis discos de platino pela RIAA e de acordo com a revista Billboard tinham-se vendido 5,8 milhões de instâncias nos Estados Unidos até maio do 2007, fazendo deste seu quarto álbum mais exitoso após Daydream (1996) e Music Box (1993) com 10 milhões de cópias vendidas pela cada um e Mariah Carey (1990) com 9 milhões.

O disco também atingiu o número dois no Canadá e foi certificado três vezes de platino por vendas superiores às 300.000 cópias vendidas. No Reino Unido chegou ao número sete e foi certificado de dois discos de platino. Em álbum também ganhou uma certificación de platino no Japão, Austrália, Singapura, Taiwán, Malásia, Coréia do Sur, Filipinas, Tailândia e em Nova Zelandia, ouro no Brasil, Alemanha, França e Itália. Oito meses após seu lançamento o álbum atingiu o milhão de instâncias vendidos na Europa e foi certificado de platino pela IFPI. A fins do 2005 esta mesma organização informou que o álbum de Carey tinha vendido 7,7 milhões e foi o segundo álbum mais vendido durante o 2005 em todo mundo após X&E de Coldplay . De acordo com Island Records o álbum tinha vendido mais de 10 milhões de unidades até fins do 2006.

Singelos

Lista de Canções

O álbum originalmente lançou-se com catorze canções nos Estados Unidos o 12 de abril de 2005:

  1. "It's Like That" (Carey, Jermaine Dupri, Manuel Seal, Johnta Austin) – 3:23
  2. "We Belong Together" (Carey, Jermaine Dupri, Seal, Austin, Darnell Bristol, Kenneth "Babyface" Edmonds, Sidney DeWayne, Bobby Womack, Patrick Moten, Sandra Sully) – 3:21
  3. "Shake It Off" (Carey, Jermaine Dupri, Bryan-Michael Cox, Austin) – 3:52
  4. "Mine Again" (Carey, James Poyser) – 4:01
  5. "Say Somethin'" comSnoop Dogg (Carey, Pharrell Williams, Chade Hugo, Calvin "Snoop Dogg" Broadus) – 3:44
  6. "Stay the Night" (Carey, Kanye West, Thom Bell, Linda Creiam) – 3:57
  7. "Get Your Number" conJermaine Dupri (Carey, Jermaine Dupri, John Phillips, Cox, Austin, Leslie John, Steve Jolley]], Tony Swain) – 3:15
  8. "One and Only" com Twista (Carey, Samuel Lindey, Carl "Twista" Mitchell) – 3:14
  9. "Circles" (Carey, James Wright) – 3:30
  10. "Your Girl" (Carey, Marc Shemer) – 2:46
  11. "I Wish You Knew" (Carey, Wright) – 3:34
  12. "To the Floor" com Nelly (Carey, Williams, Hugo, Cornell "Nelly" Haynes) – 3:27
  13. "Joy Ride" (Carey, Young Genius) – 4:03
  14. "Fly Like a Bird" (Carey, Wright) – 3:53

Ultra Platinum Deluxe Edition (Edição especial ultra platino)

Lançada nos Estados Unidos o 15 de novembro do 2005

15. "Dom't Forget About Us" (Carey, Austin, Cox, Dupri) – 3:53
16. "Makin' It Last All Night (What It Do)" com Jermaine Dupri (Carey, Jarod Alston, Austin, Cox, D. DeGrate, Dupri) – 3:51
17. "So Lonely (One & Only, Pt. 2)" com Twista (Carey, L. Daniels, Rodney Jerkins, Makeba Riddick, Adonis Shopshire, Carl "Twista" Mitchell) – 3:53
18. "We Belong Together (Remix)" com Jadakiss e Styles P. – 4:28
  • Lado DVD
  1. "It's like That" (video)
  2. "We Belong Together" (video)
  3. "Shake It Off" (video)
  4. "Get Your Number" (video)

Bonus Track Reino Unido
Lançado o 15 de abril do 2005 na primeira edição

15. Sprung (Mahogany) - 3:26

Bonus Track Japão
Lançado o 30 de março do 2005 na primeira edição

15. Sprung (Mahogany) - 3:26
16. Secret Love (Carey, Swizz Beatz) - 3:09

Ultra Platinum Deluxe Edition (Japanese Edition) (Edição especial ultra platino Japão
Lançada o 15 de novembro do 2005

15. Sprung - 3:26
16. Secret Love- 3:09
17. Dom't Forget About Us - 3:53
18. Makin' It Last All Night (What It Do) com Jermaine Dupri - 3:51
19. So Lonely com Twista - 3:51
20. We Belong Together (Remix) com Jadakiss e Styles P. - 4:28
  • Lado DVD
  1. "It's like That" (video)
  2. "We Belong Together" (video)
  3. "Shake It Off" (video)
  4. "Get Your Number" (video)
  5. "Dom't Forget About Us" (video)

Referências

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/t/e/Ate%C3%ADsmo.html"
Your Ad Here