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Tigres da Universidade Autónoma de Novo León

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Tigres
Nome completoClube Tigres da Universidade Autónoma de Novo León
Apodo(s)Tigres, Felinos, Auriazules.
Fundação25 de agosto de 1960 (50 anos)
EstádioUniversitário
Monterrey, México
Capacidade43.500
Inauguração30 de maio de 1967.
PresidenteBandera de México Alejandro Rodríguez
TreinadorBandera de Brasil Ricardo Ferretti
UnePrimeira Divisão de México
Bicentenario 201015º
Sitio site oficial
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Titular
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Alternativo
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Terça

Tigres da Universidade Autónoma de Novo León, ou Tigres, é uma equipa de futebol mexicano, do estado de Novo León. Os Tigres jogam na Primeira Divisão de México. A equipa joga de local no Estádio Universitário, que se encontra em San Nicolás dos Garza, município da Área Metropolitana de Monterrey.

Conteúdo

História

Nascimento

Em 1957, um grupo integrado por Manolo Palácios Jiménez, César M. Saldaña, Manolo Pando e Ramón Pedroza Langarica, fundou o Clube Desportivo Novo León, o qual era conhecido pelo apodo de Jabatos. A base daquele pioneiro, constituiu-se sobre o Desportivo Anáhuac, uma equipa que recém se tinha titulado no telefonema Une do Norte.

Jabatos de Novo León, debutó em une-a no torneio 1958-59, quando entrou na Segunda Divisão. Nesse nível, a equipa manteve-se até finais da seguinte campanha, a 59-60, justo dantes de sofrer sua primeira grande transformação.

Nos primeiros meses de 1960, os Jabatos deixaram de existir. Múltiplos problemas económicos provocaram que o clube fosse cedido à Ou.A.N.L., onde foi regentado em princípio por Ernesto Romero Jasso e Luis Lauro Treviño. O plantel passou a chamar-se Clube Desportivo de Novo León, A.C. além de adoptar pela primeira vez na história o mote de Tigres e saltar ao engramado com o uniforme azul e dourado.

O 7 de março a Segunda Divisão aceitou oficialmente o novo nome, com o qual os flamantes Tigres ficaram prontos para enfrentar ao Monterrey, no que foi o primeiro confronto da história ante seu clássico rival, ante o qual perdeu 2-0.

Durante duas temporadas completas e duas a nível parcial mantiveram-se os Tigres na concorrência da Segunda Divisão. Quiçá o lucro máximo durante essa primeira era felina, foi o avanço a segunda rodada conseguido na temporada 1962-63, da qual foram eliminados pelo Laguna com resultado global de 3-2.

Durante essa mesma temporada, a sombra dos problemas económicos reapareceu e de novo o crescimento da franquicia viu-se afectado. Assim as coisas, o presidente Ernesto Romero Jasso decidiu regressar a franquicia ao Clube Desportivo Novo León. O 21 de setembro de 1962 assinaram-se os documentos que legalizaram a volta de Tigres a Jabatos de Novo León, os quais foram gerenciados por um grupo de personagens unidos à vida industrial encabeçado por Alejandro Belden, Lorenzo Milmo, Sergio Salinas, Sergio Belden, Luis Lauro González e Francisco Barrenechea. Quatro dias mais tarde, fez-se o anunciamiento oficial da nova mudança.

Em 1967, depois de uma série de acordos, mais fusões e transformações, a garra felina faz-se presente de novo no palco do futebol profissional mexicano, ao reingresar na Segunda Divisão. De novo a Universidade Autónoma de Novo León, foi o ente que auspició as boas-vindas à manada de gatos grandes e desta vez, para ficar por sempre.

O Patronato Universitário decidiu constituir o Clube Desportivo Universitário como associação civil, com o qual se concluiu também a construção do Estádio Universitário, que foi inaugurado o 30 de maio de 1967.

Os novos e actuais Tigres da Ou.A.N.L. jogaram pela primeira vez o 13 de julho de 1967 no flamante Estádio Universitário. José de Jesús “Triquis” Morais fez história naquele cotejo ao marcar não só o primeiro, senão também o segundo golazo de um empate a dois com o clube Orizaba.

Ao fim abria-se formalmente a história de Tigres. Uma franquicia que com o apoio da Ou.A.N.L. finalmente pôde estabelecer-se no balompié mexicano, dentro do qual começaria a escrever uma história.

Era 1960

O primeiro jogo dos Tigres foi o 13 de julho de 1967 pela noite no Estádio Universitário, onde José de Jesús “Triquis” Morais anotou o primeiro golo da equipa e com outro seu empataram 2-2 em frente ao Orizaba. O primeiro alinhamento desta nova era foi a seguinte: Gerardo “Pájara” Palácios; Jorge Urdiales, Miguel Zamarrón, Eduardo Cabañas e Humberto Terrón; Jesús Morais e Rómulo Ruiz; Jesús Rodríguez (José Mauro Torres, substituído a sua vez por José Guadalupe Piña), José de Jesús “Triquis” Morais, Juan Roberto Medina e Juan Alvarado. Seu técnico era Augusto Arrasco. Na temporada 67-68, por verdadeiro milagre os Tigres salvaram-se de cair à Terceira Divisão. Foram tempos de zozobra para a escuadra universitária, não só no aspecto desportivo senão também no económico. A adversidad parecia rondar à equipa, acostumado já a jogar quase sempre em terreno molhado ou baixo a chuva, com entradas de 50 pessoas em butaca e 200 em general.

Por essas estranhas circunstâncias se acuñó a frase que refletia plenamente a situação dos felinos: “É quinta-feira, jogam os Tigres e llueve”. Já seu primeiro partido em 67-68, aquele onde o “Triquis” Morais tinha anotado o primeiro golo na brava história universitária, foi passado por água no segundo tempo.

Um dos jogos mais dramáticos na história do futebol regiomontano o escenificaron Povoa e Tigres na Segunda Divisão. A última jornada do Torneio de Une 67-68 na Angelópolis os Camoteros ganharam aos Felinos com golo de Esquivel e deixaram-nos com um pé na Terceira Divisão. Os Tigres ficavam com 21 pontos e Orizaba tinha 20, mas com um encontro pendente contra Celaya. Em um dia depois, os Cajeteros deram a grande manita aos Tigres com vitória de 2-1 sobre os jarochos e estes caíram à divisão inferior.

Na Temporada 68-69 os Tigres também sofreram para manter na divisão de ascensão, mas ao menos tiveram uma boa satisfação. Guillermo Arciniegas coroou-se como primeiro campeão goleador dos Tigres e do futebol regiomontano com 24 alvos. Os Jabatos de Novo León desceram a temporada 1968-69, mas sua intenção foi regressar o quanto antes ao máximo circuito. Por isso mantiveram quase o mesmo plantel para o torneio 69-70 da Segunda Divisão. Logicamente, eram favoritos para ganhar aos Tigres seu primeiro Clássico da história o 15 de agosto de 1969 no Estádio Universitário. No entanto, os Felinos se

Era 1970

Em 1970 criou-se o famoso torneio de México 70. Desde então, Tigres estava na luta pela ascensão e terminou no quarto lugar. De facto, o clube pôde ter estado mais cerca da ascensão a Primeira Divisão, de ter aceitado o convite da Federação Mexicana de Futebol (FMF), para participar em um cuadrangular que ascenderia a outra equipa, junto com o campeão daquela campanha 1969-70, o Zacatepec. Dias depois, a FMF decidiu que a equipa número 18 da Primeira Divisão para a temporada 1970-71 sairia de um grupo integrado por Tigres, Povoa, União de Curtidores e Nacional de Guadalajara. A directora dos Tigres argumentava que o convite a esse torneio promocional era demasiado precipitada, já que a Federação só dava 48 horas para decidir. Finalmente, com Tigres renegado e fora do pequeno torneio, Povoa ganharia o mencionado cuadrangular e portanto uma ascensão extra por acima do Nacional, Curtidores e Naucalpan.

Na temporada 1971-72, baixo o comando do peruano Grimaldo González, Tigres classificou pela primeira vez à liguilla titular. Com golo de José Luis Ponte, venceu 1-0 a Salamanca como visitante e depois avançou ao final com triunfo de 3-1 em casa. Ponte, Langarica e Cornejo anotaram os golos felinos para deixar marcador global de 4-1. No entanto, no jogo pelo título de ascensão, Atlas foi mais que Tigres e se impôs 4-0 no Estádio Azteca, com anotações de Herrera, Berna García, Cedano e Aceves.

Na campanha 72-73 os Tigres repetiram à liguilla, desta vez baixo o comando de Salvador “Chava” Reis, mas o Irapuato eliminou-os com triunfo de 2-1 no Universitário, com golos de Guevara e Ortiz, enquanto Gerardo Cornejo fez o único tanto felino. No partido de visitantes, os “freseros” rubricaron sua classificação com golo de Aspeitia em sua vitória de 1-0 e global de 3-1 Finalmente, à terça foi a vencida. Na temporada 1973-74, José “Ché” Gómez guiou aos Tigres ao título e à ascensão a Primeira Divisão. Primeiro eliminaram ao Curtidores com dramático empate 1-1 em León. Depois, no jogo crucial, celebrado o 19 de maio de 1974 no Estádio do Tecnológico de Guadalajara em frente aos Leões Negros da Universidade de Guadalajara, os aficionados tapatíos recorreram à ameaça, ao amedrentamiento, em procura de alterar a estabilidade tigrera, criando um inferno. Por isso, àquele partido se lhe chamou o “Jogo de Terror”. No entanto, ainda que os felinos perderam 2-0, com golos de Zamora e Javán García obtiveram o campeonato e sua instalação em Primeira Divisão, com global de 3-2.

Neste torneio 1973-74 os Tigres tiveram também em José Luis Ponte, a seu segundo campeão goleador com 30 golos. O 13 de julho de 1974 baixo as ordens de José “Che” Gómez, os Tigres apresentaram-se para a temporada 1975-76 da Primeira Divisão, enfrentando-se aos Rayados do Monterrey. Os Tigres não se amilanaron e conseguiram sacar um empate de 3-3. O dúo de Claudio Lostaunau e Antonio Jasso foi a primeira mudança na direcção técnica de Tigres. Aquela campanha viu à equipa cair em uma racha de 21 partidos consecutivos (16 de Une e 5 de Copa) sem vitória, um recorde negativo que ainda perdura na instituição. Com mal em um ano no máximo circuito, os Tigres cimbraron o âmbito futbolístico nacional, quando inesperadamente se coroaram Campeões de Copa da temporada 1975-76 derrotando à América, para lhe dar a Monterrey o primeiro grande título de toda sua história. Tigres terminou também campeão de goleio por equipa com 21 alvos, ao mesmo tempo em que Alfredo “Alacrán” Jiménez se ungió monarca anotador individual com nove dardos. A conquista do ceptro de Copa 75-76 criou grandes expectativas, mas em une-a dessa temporada (75-76) os Tigres foram um completo falhanço já que nem sequer conseguiram a classificação à rodada final pelo campeonato.

A temporada 1976-77 foi um pesadelo. Durante grande parte desta temporada o clube foi o sotanero geral, o que provocou a saída da direcção técnica de Claudio Lostaunau, posteriormente Mario Pérez e ao final a chegada do “bombeiro” húngaro Arpad Fekete. O último, pôde sacar a Tigres do último lugar geral, mas não pôde evitar a liguilla pelo não-descenso, a qual sortearon angustiosamente, para se manter em Primeira. Para a temporada 1977-78, Tigres foi do ridículo ao sublime, ao obter o campeonato de Une 77-78, baixo o comando do uruguaio Carlos Miloc e com grande actuação de Tomás Boy e Gerónimo Barbadillo. Durante a temporada 77-78, os Tigres chegaram a ter uma desventaja de oito pontos na jornada 21 com respeito ao Monterrey (segundo lugar de grupo), pelo que se lhes dava por mortos para passar à liguilla pelo título no chamado “Grupo da Morte”. Os Rayados chegavam como claros favoritos para o segundo clássico da temporada contra Tigres, já que levavam 12 partidos sem perder. Contrário aos prognósticos, os felinos impuseram-se 4-2 e desde então não só conseguiram reduzir a vantagem que lhes levava o Monterrey, senão que ao final Tigres classificou como segundo lugar do grupo, ao lhe sacar quatro pontos de vantagem aos Rayados. Já na finalísima, os Tigres deram um grande passo para a coroa ao bater 2-0 com golos do uruguaio Walter Daniel Mantegazza à UNAM como locais. O 27 de maio de 1978 no Estádio México 68, ao empatar 1-1 com os Pumas com golo de Mantegazza, Tigres titulou-se. Os Tigres realizaram a melhor campanha de sua história com 48 pontos no calendário regular na temporada 1978-79, ainda baixo o comando do uruguaio Miloc, mas não revalidaron o campeonato. O plantel classificou à liguilla pelo título, mas não conseguiu passar ao final.

Na temporada 79-80 Tigres terminou no oitavo geral com mais golos recebidos que anotados. Nessa mesma zafra, Tigres sofreu seu pior goleada, um 0-7 em frente ao Atlante no mismísimo Estádio Universitário, ante o que Tigres fez três movimentos em sua direcção técnica. O brasileiro Carlito Peters iniciou como director técnico, mas foi cessado e seu lugar o ocupou Olidón Mireles, quem a sua vez também foi despedido na liguilla e finalmente Claudio Lostaunau entrou como técnico para a liguilla final. Tigres na liguilla deixou fora a Pumas , América e Zacatepec. No último partido da liguilla Tigres precisava ganhar-lhe ao Zacatepec em casa por mais de três golos e que América e Pumas empatassem. Tigres finalmente goleou ao Zacatepec 4-1, com grande actuação de Azuara, Edú e Barbadillo, ao tanto que América e Pumas empatavam a zero. Com isto, os felinos chegavam a seu segunda final em três anos. A Tigres tocar-lhe-ia então jogar contra o Cruz Azul, no que foi uma das instâncias decisivas mais dramáticas de todos os tempos.

O primeiro jogo ganhou-o Cruz Azul 1-0 no Universitário e no Azteca os cementeros pareciam ter o título em sua carteira ao ir acima 3-0. No entanto, saiu a garra dos Tigres para pôr-se 1-3, dantes de que Cruz Azul aumentasse 4-1. De novo saiu a casta de Tigres e puseram o marcador global em 3-4. Naquele angustioso jogo, anotaram por Tigres: Barbadillo, Jiménez e Azuara. Também o goleiro Pilar Reis foi habilitado como centro atacante e de taloncito deu um passe para golo. Já em tempo de compensação, Tomás Boy ficou só ante o goleiro Miguel Marín, mas seu disparo foi tampado milagrosamente pelo "Superman" cruzazulino, decretando a coronación cementera.


Era 1990

O que pareceu ser um fechamento positivo nos ochentas, resultou em escuros vaticinios para os torneios disputados nos noventas. Os felinos de San Nicolás mal em um par de ocasiões chegaram a quartos de final, caindo em frente a Esmeraldas de León na temporada 1992-93 e pelos Raios do Necaxa em 1995-96. Precisamente nessa edição 95-96, os Tigres se adjudicaron o segundo Torneio de Copa de sua história, vencendo contra todos os prognósticos ao Atlas de Guadalajara como visitante 1-0 depois de igualar a 1 no partido de ida. Lamentavelmente foi pouco o que durou a alegria na escuadra da UANL, já que graças a magros desempenhos nas prévias duas campanhas, desceram à Primeira Divisão 'A' jornadas dantes de finalizar a temporada 1995-1996. Em um caso insólito no futebol mexicano, a Ou de novo León, apesar de ter descido, acedeu à liguilla; sendo eliminados por Raios do Necaxa.

Seu pasantía por Primeira A, no entanto, foi breve. No mesmo 1996 ganharam o Torneio de Inverno ao derrotar no final ao Atlético Hidalgo com resultado global 3-1, ganhando-se a metade de sua boleto para jogar o final pela ascensão. O seguinte Campeonato de Verão, em 1997, também se coroaram, subindo automaticamente ao Máximo Circuito em tão só em um ano de ausência, depois de uma derrota sorpresiva ante os Correcaminos da UAT com marcador de 0-1 no encontro de ida no mesmo estádio Universitário deram uma contundente goliza 4-0 no partido de volta de visitantes no Estádio Marte R. Gómez de Cd. Vitória, Tamaulipas.

Ainda que o regresso dos Tigres a Primeira Divisão foi dos mais rotundo, já na estando ali as circunstâncias variaram diametralmente. Com equipas de igual ou superior nível, os felinos batallaron para encontrar a vitória e por isso, mal na sétima data do Inverno 1997 foi cessado o técnico Alberto Guerra e seu lugar o ocupou o legendario Carlos Miloc. Apesar disso, também não Miloc pôde levantar aos Tigres e o único memorable foi que rompeu o domínio dos Rayados, os vencendo 3-2, e cortando uma racha de 13 jogos sem lhe ganhar ao Monterrey na história dos clássicos regiomontanos. Essa resonante vitória renovou as esperanças dos seguidores, sonhando com um conjunto felino destinado aos primeiros lugares do futebol mexicano.

As temporadas de Inverno 1998, Verão 1999, Inverno 1999 e Verão 2000 tinham sido um completo falhanço para os Tigres já que pese a contar um quadro competitivo integrado por: Luis Hernández, Javier Saavedra, Claudio Núñez, José Luis Serra, etc.; com técnicos de boa qualidade como: Osvaldo Batocletti, Miguel Mejía Barón e Víctor Manuel Vucetich; não conseguiram chegar nem a uma reclasificación.

Era 2000

Nos inícios da década arribo o Ing. Alejandro Rodríguez como conselheiro e depois como presidente e com ele vieram épocas melhores para o clube. Contratou-se ao técnico Ricardo Ferretti, quem chegou no torneio inverno 2000. Começou-se a construir um modelo trabalhadora com homens de experiência como Claudio Suárez e Antonio Sancho como pilares de sua equipa, e ainda que não se caracterizou por ter um definidor por excelencia, algumas liguillas e um subcampeonato obtido em casa ante Pachuca no Torneio de Inverno 2001 foram os resultados que entregou o brasileiro.

Veio depois ao timon Nery Pumpido que incorporou a Néstor Silvera no ataque e explodiu a plenitude a chegada de Walter Gaitán quem despuntó como o novo ídolo felino. Novamente no Torneio de Abertura 2003 o destino punha a Pachuca no caminho felino, e os tuzos voltariam a coroar no Estádio Universitário.

Veio a época de internacionalizarse ao assistir duas vezes à Copa Libertadores onde se conseguiram boas actuações. Em 2005, os Tigres qualificaram à Copa Libertadores da América, onde enfrentaram à Aliança Lima, Caracas FC e Banfield da Argentina, nos 8vos. de final eliminaram ao Onze Caldas nesse então campeão defensor da Copa Libertadores da América, para depois ser derrotado em 4vos. de final pelo São Paulo FC que à postre séria o campeão do torneio.No 2006 participaram por segunda ocasião consecutiva na Copa Libertadores. Localizados no grupo 4, junto ao Corinthians, a Universidade Católica e o Desportivo Cali, os Tigres avançaram à seguinte fase com um cardíaco 1-0 em frente ao quadro chileno, para posteriormente ser eliminado na fase de 8vos. de final em série de pênaltis pela Liberdade após ter empatado ambos jogos a 0 golos.

De maneira errónea, permitiu-se a saída do Ing. Alejandro Rodríguez e entregou-se a presidência ao Lic. Fernando Urdiales. A mudança de um homem de caracter e com ampla experiência no futebol por um homem sem peso como directivo e com escassos conhecimentos foram notando na equipa. No torneio abertura 2007 os directores Fernando Urdiales e Sebastián Luri cometeram erros e jogaram a perder o trabalho que mal começava o técnico Mario Carrillo. Depois contratou-se ao director técnico Américo Galego quem veio à equipa a trabalhar de maneira estranha.

Pelos maus resultados obtidos nas últimas campanhas, e o problema de descenso que os Tigres vivem, o técnico Américo Galego foi cessado após cair 6-1 ante o Pachuca. Após Américo Galego contratou-se ao Director Técnico Manuel Lapuente e se suplió a Fernando Urdiales por Enrique Borja na presidência da administração da equipa.

No segundo torneio com Manuel Lapuente ao comando, chegou-se à liguilla após 3 temporadas de tentá-lo. Mais de nova conta fracassou-se na tentativa de conseguir o campeonato ao empatar em quartos de final contra o Atlante. No terceiro torneio com Manuel Lapuente ao comando este foi cessado o 21 de fevereiro do 2009 pelos maus resultados já que de 21 pontos possíveis o director técnico Manuel Lapuente só posso cosechar 6 deles e em sua substituição chegou o estratega argentino José Néstor Pekerman, na última jornada do Clausura 2009 a equipa dos Tigres se salvam do descenso graças a que o Necaxa perde seu último encontro contra a América no Estádio Azteca e que Tigres empata ante o Morelia , esta combinação de resultados provocou uma diferença de 2 pontos entre uma equipa e outro e pelo mesmo o Necaxa desce à Primeira Divisão 'A'.

A Noite do 26 de maio do 2009 faz-se oficial, a mudança de Presidente da equipa nomeando a Santiago Martínez da Torre como novo presidente, finalizando assim com a gestão de Enrique Borja como presidente de Tigres, Santiago Martínez da Torre, fez seu primeiro movimento o qual foi nomear a Daniel Guzmán Castañeda como novo Director Técnico da equipa, com isto José Néstor Pekerman deixou seu cargo de Director Técnico dos Tigres. A tarde de 28 de março de 2010 Daniel Guzman foi cessado despues de voltar a cair 1-0 ante o Toluca e receberam-se distúrbios nas gradas do Estádio Universitário pelos maus resultados obtidos no torneio. O 30 de março Santiago Martinez volvio a contratar a Daniel Guzmán Castañeda como tecnico de Tigres pela suposta confiança que lhe tem.

Actualidade

O 17 de Maio de 2010, A Empresa Cemex junto com a Universidade Autonoma de Novo Leon tomam a descision de remover de seu cargo a Santiago Martinez da Torre e a Daniel Guzman e trazer de volta à presidência ao Ing. Alejandro Rodriguez Miechielsen junto com Miguel Angel Garza quem estes mesmos trouxeram à Direccion Tecnica da equipa ao já treinador de Tigres Ricardo "O Tuca" Ferreti

Rivalidades

O máximo rival dos Tigres da Universidade Autónoma de Novo León ,são os Rayados do Monterrey , esta rivalidad é reconhecida como o Clássico Regiomontano ou Clássico do Norte. Apesar de que na actualidade Tigres tem ganhado ao todo 33 clássicos. Os Rayados do Monterrey querian retirar-se do clasico norteño mas o harian como perdedores já que os tigres contam com mas triunfos, ainda que os Rayados de Monterrey têm ganhado os jogos de maior trascendencia.

Jogadores

Categoria principal: Futebolistas Tigres da UANL

Modelo 2010/11

N.º Posição Jogador
1 Bandera de México POR Cirilo Saucedo
Bandera de México DEF Omar Trujillo
3 Bandera de México DEF José Antonio Castro González
4 Bandera de México MED Jesus Molina
5 Bandera de México DEF Alfredo González Tahuilán
Bandera de Argentina MED Damian Alvarez
8 Bandera de México MED Lucas Ayala *
10 Bandera de Brasil MED Éverton Cardoso
11 Bandera de Brasil DE O Itamar Batista
13 Bandera de México MED Antonio Sancho
14 Bandera de México MED Manuel Viniegra
Bandera de México DEF Jorge Torres Nilo
16 Bandera de Argentina MED Lucas Lobos
17 Bandera de México MED David Toledo
Posição Jogador
18 Bandera de México DE O Francisco Acuña
Bandera de México DEF Hugo Ayala
21 Bandera de México POR Enrique Paus
Bandera de México MED Alejandro Argüello
Bandera de Brasil DEF Juninho
24 Bandera de México DEF José Rivas
26 Bandera de México MED Francisco Fonseca
27 Bandera de México MED Alejandro Villalobos
30 Bandera de México POR Aarón Fernández García
31 Bandera de México DE O Armando Polido Izaguirre
32 Bandera de México DEF Israel Sabdi Jiménez
33 Bandera de México DEF José Bernardo Cabrera
34 Bandera de México DE O Alan Polido Izaguirre
45 Bandera de México DEF Jesús Donas
48 Bandera de México MED Luis Mendoza
80 Bandera de México MED Jonathan de León

(*) Naturalizado mexicano.

Campeões de goleio

Números retirados

Palmarés

Torneios nacionais

Torneios internacionais

Torneios nacionais amistosos

Torneios internacionais amistosos

Referências

Fontes

Veja-se também

Enlaces externos

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