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Transplante

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Cosme e Damián milagrosamente transplantam a perna negra de um moro no corpo de Justiniano. Villa de Ditzingen, s. XVI.

O transplante é um tratamento médico complexo. Permite que órgãos, tecidos ou células de uma pessoa possam substituir órgãos, tecidos ou células doentes de outra pessoa. Em alguns casos esta acção serve para salvar-lhe a vida, em outros para melhorar a qualidade de vida ou ambas coisas. O primeiro transplante foi de riñon no Peter Bent Brigham Hospital em 1951. As vantagens de um transplante podem ser muitas: a cura de uma doença, que é outra maneira de fazer uma terapia genética ao paciente, que toda esta expressão genética esta baixo controle e o mais importante, que o órgão, tecido ou célula transplantadas não vão ter marcas de uma doença prévia. Da mesma maneira, existem inconvenientes a ter em conta: existem problemas com o abastecimento, podemos encontrar graves problemas de compatibilidade e rejeição, a cirurgia e sua monitorización podem ser caras e como em qualquer outro tipo de operação, podemos encontrar grandes probabilidades de infecção.

Conteúdo

Tipos de transplantes

Autotrasplante ou autoinjerto ou transplante autólogo
quando o doador e receptor são o mesmo indivíduo. Utiliza-se fundamentalmente em caso de tecidos: pele, osso, copos, ou medula óssea.
Isotrasplante
quando doador e receptor são gémeos idênticos ou univitelinos. Neste caso ambos indivíduos são geneticamente altamente idênticos e se evita totalmente o problema da rejeição.
Alotrasplante ou homotrasplante
Quando doador e receptor são indivíduos de uma mesma espécie não geneticamente idênticos. Este é o tipo de transplante mais comum de células, tecidos e órgãos entre humanos.
Xenotrasplante ou heterotrasplante ou transplante heterólogo
quando doador e receptor são de espécies diferentes. Exemplo disto é a utilização de válvulas cardíacas porcinas (válvulas cardíacas de porco) em humanos.
Ortotópico
extracção do órgão do paciente e substituição pelo do doador. O órgão ocupa sua posição anatómica normal.
Heterotópico
o órgão do paciente permanece como apoio do órgão do doador e se injerta o órgão novo em um lugar diferente do que ocupa o do paciente. Não se elimina o órgão doente, se inactiva. É muito frequente em transplantes renales.

Tecidos e órgãos

Células

Tipo de doador

Doador vivo
neste caso o doador segue vivo após a doação, que pode ser de um fluído, tecido renovável ou células (exemplo, sangue, pele, medula óssea), de um órgão (exemplo, riñón) ou parte de um órgão que tem capacidade de regeneração (exemplo, hígado).
Doador cadavérico
neste caso o doador é um indivíduo falecido em morte encefálica, no qual os órgãos a transplantar são mantidos com vida até o transplante mediante técnicas de ventilación artificial e drogas específicas para isso, que permitem que o coração segua batendo e irrigando os órgãos a ser transplantados.

Recentemente começaram-se a realizar transplantes de indivíduos falecidos e em desemprego cardíaco, com a finalidade de aumentar o índice de doador, mas dado os problemas inherentes a dita técnica, a maioria dos doadores cadavéricos são indivíduos em morte encefálica. Um sozinho doador ao falecer pode beneficiar a vários receptores.

Classificação

De acordo ao que se transplanta se pode classificar os transplantes em três categorias bem definidas, que tem características e técnicas próprias.

Compatibilidade

A fim de minimizar o efeito de rejeição, em transplante-los tem-se em conta a compatibilidade entre doadora e receptor, tendo em conta grupo sanguíneo e o complexo maior de histocompatibilidad, também denominado sistema HLA. De todas formas, posteriormente ao transplante a pessoa receptora deve receber fármacos inmunosupresores,[1] para evitar que o órgão seja reconhecido como estranho e se produza uma rejeição, salvo no caso dos isotrasplantes. O efeito de rejeição produz-se por um facto muito simples: todo organismo vivo defende sua integridade física e bioquímica destruindo qualquer agente vivo estranho que tenha sido introduzido nele. Assim mesmo o corpo possui umas proteínas características de seu código genético, que são específicas para a cada ser humano (Excepto para os gémeos, que possuem códigos genéticos iguais). Por tanto, o organismo, ao ver-se invadido por antígenos (substâncias proteicas), reage com um movimento natural de defesa, recusando o transplante.Para evitar dito rejeição, é necessário aplicar ao paciente fármacos e tratamentos, com a desventaja de que o paciente perde toda seu inmunidad.

Em agosto do 2008 realiza-se com sucesso o transplante cruzado de riñón entre pacientes de diferente raça, para evitar a incompatibilidades faz-se uso da plasmaféresis, método pelo que se elimina do sangue os anticuerpos que podem provocar a rejeição do órgão implantado.

Morte encefálica

Por morte encefálica entende-se o cesse irreversible e permanente das funções de todas as estruturas cerebrais, o qual é incompatível com a vida. O sujeito em morte encefálica vai chegar indefectiblemente, em breve prazo, ao desemprego cardíaco, dado que é mantido respirando em forma artificial e sua situação é irreversible. O médico pode determinar com total segurança essa condição de irreversibilidad.

Veja-se também

Referências

  1. ↑ Christoph Frohn, Lutz Fricke, Jan-Christoph Puchta, and Holger Kirchner. The effect of HLA-C matching on acute renal transplant rejection. Nephrol. Dial. Transplant. 16: 355-360. http://ndt.oxfordjournals.org/cgi/content/full/16/2/355

Enlaces externos

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