O transplante é um tratamento médico complexo. Permite que órgãos, tecidos ou células de uma pessoa possam substituir órgãos, tecidos ou células doentes de outra pessoa. Em alguns casos esta acção serve para salvar-lhe a vida, em outros para melhorar a qualidade de vida ou ambas coisas. O primeiro transplante foi de riñon no Peter Bent Brigham Hospital em 1951. As vantagens de um transplante podem ser muitas: a cura de uma doença, que é outra maneira de fazer uma terapia genética ao paciente, que toda esta expressão genética esta baixo controle e o mais importante, que o órgão, tecido ou célula transplantadas não vão ter marcas de uma doença prévia. Da mesma maneira, existem inconvenientes a ter em conta: existem problemas com o abastecimento, podemos encontrar graves problemas de compatibilidade e rejeição, a cirurgia e sua monitorización podem ser caras e como em qualquer outro tipo de operação, podemos encontrar grandes probabilidades de infecção.
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Recentemente começaram-se a realizar transplantes de indivíduos falecidos e em desemprego cardíaco, com a finalidade de aumentar o índice de doador, mas dado os problemas inherentes a dita técnica, a maioria dos doadores cadavéricos são indivíduos em morte encefálica. Um sozinho doador ao falecer pode beneficiar a vários receptores.
De acordo ao que se transplanta se pode classificar os transplantes em três categorias bem definidas, que tem características e técnicas próprias.
A fim de minimizar o efeito de rejeição, em transplante-los tem-se em conta a compatibilidade entre doadora e receptor, tendo em conta grupo sanguíneo e o complexo maior de histocompatibilidad, também denominado sistema HLA. De todas formas, posteriormente ao transplante a pessoa receptora deve receber fármacos inmunosupresores,[1] para evitar que o órgão seja reconhecido como estranho e se produza uma rejeição, salvo no caso dos isotrasplantes. O efeito de rejeição produz-se por um facto muito simples: todo organismo vivo defende sua integridade física e bioquímica destruindo qualquer agente vivo estranho que tenha sido introduzido nele. Assim mesmo o corpo possui umas proteínas características de seu código genético, que são específicas para a cada ser humano (Excepto para os gémeos, que possuem códigos genéticos iguais). Por tanto, o organismo, ao ver-se invadido por antígenos (substâncias proteicas), reage com um movimento natural de defesa, recusando o transplante.Para evitar dito rejeição, é necessário aplicar ao paciente fármacos e tratamentos, com a desventaja de que o paciente perde toda seu inmunidad.
Em agosto do 2008 realiza-se com sucesso o transplante cruzado de riñón entre pacientes de diferente raça, para evitar a incompatibilidades faz-se uso da plasmaféresis, método pelo que se elimina do sangue os anticuerpos que podem provocar a rejeição do órgão implantado.
Por morte encefálica entende-se o cesse irreversible e permanente das funções de todas as estruturas cerebrais, o qual é incompatível com a vida. O sujeito em morte encefálica vai chegar indefectiblemente, em breve prazo, ao desemprego cardíaco, dado que é mantido respirando em forma artificial e sua situação é irreversible. O médico pode determinar com total segurança essa condição de irreversibilidad.