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Travis

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Travis
Travis band zz.jpg
Informação pessoal
OrigemGlasgow, Escócia Flag of Scotland.svg
Informação artística
Género(s)Rock alternativo
Indie rock
Britpop
Período de actividade1995 – actualidade
Discográfica(s)Rede Telephone Box Records
Site
Sitio sitewww.travisonline.com
Membros
Andrew Dunlop
Francis Healy
Neil Primrose
Douglas Payne
Claes Bjorklund (pianista nos concertos)

Travis é uma banda escocesa de rock alternativo originaria de Glasgow , composta por Francis Healy, Andrew Dunlop, Dougie Payne e Neil Primrose.

Travis tem sido galardoado duas vezes com o prêmio ao Álbum do Ano nos Brit Awards, e com frequência dá-se-lhes o crédito de ser a banda que preparou o caminho para outras bandas britânicas como Coldplay e Keane. O grupo tem lançado seis álbuns de estudo, começando com Good Feeling em 1997, The Man Who (1999), The Invisível Band (2001), 12 Memories (2003), The Boy With Não Name, produzido por Nigel Godrich, que saiu à luz em Maio de 2007 e Ode To J.Smith publicado em Setembro de 2008.

Conteúdo

História

Formação e primeiros anos (1990 - 1995)

A banda que converter-se-ia em Travis (inicialmente telefonema "Running Rede", e depois, "Glass Onion") foi inicialmente formada pelos irmãos Chris e Geoff Martyn. Andy Dunlop, um amigo da escola, foi posto na guitarra, seguido de Neil Primrose na batería. A formação da banda esteve completada por uma vocalista, e a banda então mudou seu nome a "Glass Onion" ("Glass Onion" é o nome de uma canção de The Beatles escrita e cantada por John Lennon).

Após a despedida de seu cantor, a banda audicionó para um novo vocalista. Primeiro conheceu a Fran Healy, um estudante de arte, e convidou-o às audiciones. Healy incorporou-se à banda no mesmo dia em que entrou à Escola de Arte de Glasgow, no outono de 1991. Depois de dois anos Healy retirou-se da Escola de Arte para seguir a tempo completo sua carreira como músico. As primeiras canções escritas por Healy inspiraram-se em canções de Joni Mitchell. Com os irmãos Chris e Geoff Martyn no baixo e nos teclados, em 1993, a banda lançou "The Glass Onion EP". Fizeram-se 500 cópias e hoje em dia podem-se encontrar a mais de £1000 a cada uma. Após o lançamento de seu primeiro EP, a banda mudou de nome novamente, chamando-se definitivamente "Travis" - em homenagem ao papel de Harry Dean Stanton no filme "Paris, Texas".

Good Feeling (1996 - 1998)

Em outubro de 1996 , Travis gravou seu EP "All I Want to Do Is Rock" seguido por seu primeiro álbum: Good Feeling. "Good Feeling" apresentou a Travis de forma fresca e entretenida, com canções emblemáticas do disco como "All I Want to Do Is Rock", "More Than Us", "Ou16 Girls" ou "Tied to the 90s" entre outras.

Provavelmente a única canção do disco que presagiaba como seria o som de Travis em seu seguinte material tenha sido "More Than Us", uma balada melódica e romântica que aparecia para o final e rompia com o som desenfadado e quase até bailable do resto do disco.

A banda ganhou notável popularidade com a saída deste disco, conseguiu captar a atenção de numerosos oyentes britânicos e de artistas que estavam em seu auge nesse então, como o guitarrista da banda inglesa Oásis, Noel Gallagher, que convidou à banda a se unir a sua gira com o papel de teloneros.

The Man Who (1999 - 2000)

Dois anos mais tarde, em 1999 , Travis voltaria à cena musical com seu segundo álbum, The Man Who. Alabado pela crítica, o disco levou sobre si mesmo vários sucessos de vendas, como: "Writing to Reach You", "Driftwood", "Why Does It Always Rain On Me?" (este chegou a estar no número 1 das canções populares britânicas) e "Turn".

Este disco continha singles tão famosos como "Why does it always rain on me?" (que poder-se-ia dizer que foi seu primeiro single famoso) ou "Turn".

Como broche de ouro, o disco tinha uma canção escondida telefonema "Blue Flashing Light", que se podia escutar um par de minutos após ter terminado oficialmente o disco, e que não foi incluída no mesmo por tratar de uma canção notavelmente crua e ruidosa, que toca temas tão sérios e importantes como o maltrato doméstico, mas que não encaixava com a linha melódica e mansa das canções de The Man Who.

The Invisível Band (2001 - 2002)

O título do seguinte álbum de Travis, The Invisível Band (2001), novamente produzido por Nigel Godrich, reflete o genuino pensamento da banda sobre sua música - a canção - é mais importante que a banda por trás dela. Aparecendo canções como "Sing" (a canção mais emitida nas rádios britânicas esse verão), "Side", "Flowers in the Window", "Indefinitely", "Pipe Dreams" e "The Cage", e gravado nos Ocean Ways Studios em Los Angeles, o álbum se posicionou número 1 nas listas britânicas.

Como fruto de seu exitosa gira de apresentação de The invisível band, Travis editou um dvd chamado "More than us - Live in Glasgow", o qual documenta uma histórica apresentação em sua cidade natal como banda principal no festival Glasgow Green do 2001

12 Memories e Singles (2003 - 2005)

A diferença de seu antecessor Good Feeling, The Man Who manifesta uma evolução musical importante, deixando a inmadurez e simplicidad das canções de seu primeiro álbum por sons mais suaves e rebuscados e letras mais maduras. Travis foi influenciado principalmente por Oásis , Radiohead e The Beatles para a realização deste disco, que ampliou sua popularidade no Reino Unido ao ser um álbum com grande quantidade de cópias vendidas.

No 2000, como lançamento intermediário entre 'The Man Who' e o próximo disco de Travis, a banda lançou o singelo "Coming Around", que mostra a um Travis com seu som intacto com respeito a seu trabalho anterior. Este singelo foi unicamente lançado no Reino Unido.

No 2001, depois de terminar gira-a na que se apresentou 'The Man Who', Travis voltou ao estudo a trabalhar no que seria seu terceiro álbum, 'The Invisível Band' (cujo nome faz referência a que, ainda tendo sucessos nos meios britânicos, Travis seguiu sendo uma banda "desconhecida"). Este disco é uma continuação de seu trabalho discográfico anterior, com alguns toques interessantes de optimismo e naturalidad em suas melodias e em suas letras. Destacaram-se canções como "Sing", "Side", "Flowers in the window", "Safe", "Follow the Light" ou "Pipe Dreams". Neste disco Travis arrisca-se a utilizar uma instrumentação mais variada (por exemplo: usar o banjo em duas canções) e outros sons mais relacionados com a natureza.

O sucesso principal deste disco, sem dúvida alguma, foi a canção "Sing", primeiro singelo do mesmo, que percorreu vários países se situando nas primeiras posições nas listas de alguns deles, mas sem conseguir o mesmo sucesso que 'Why Does It Always Rain On Me?'. O disco foi duramente criticado pela imprensa britânica, já que não apresentava mudanças consideráveis quanto a seu som e soava de forma muito parecida a seu antecessor 'The Man Who'.

Isto lhe deu a oportunidade a bandas novas nesse então para se dar a conhecer, como Coldplay ou outras, notavelmente influenciadas pelo cuarteto escocês. Ainda assim, 'The Invisível Band' teve um sucesso comercial, chegando à primeira posição das listas britânicas, com singelos como "Sing", "Side" e "Flowers in the Window".

Depois de gira-a na que Travis apresentou seu terceiro álbum, a banda entrou em um estado de cansaço já que durante 6 anos não tinha parado suas apresentações ao vivo e gravações. Planeava-se a próxima saída do que teria sido o quarto singelo de 'The Invisível Band', "Pipe Dreams", quando o acidente de um dos membros da banda fez abandonar ditos planos. O baterista da banda, Neil Primrose, foi encontrado em uma piscina de um hotel da França, com três vértebras do pescoço rompidas. O estado de Primrose era grave, os relatórios médicos indicavam que o baterista ficaria paralítico de por vida, o vocalista da banda, Fran Healy, admitiu ante os meios que a banda desapareceria se Primrose não se recuperava do acidente.Como boa notícia para a banda, depois de sua operação, Primrose foi evoluindo favoravelmente e pouco tempo depois voltou a realizar ensaios.

Após um tempo, no 2002, a banda decidiu afastar da cidade para reflexionar sobre seu estado actual e reivindicar-se como tal. Efectivamente, o acidente de Primrose produziu que a banda renovasse seu som e deixasse atrás o som de 'The Man Who'. O produto deste estado de isolamento e de meses de gravação em estudos diferentes mas que conservavam dito estado, foi seu quarto trabalho discográfico, "12 Memories" (2003). Artisticamente, este álbum é para alguns a principal "concorrência" para o álbum 'The Man Who', já que este também é uma evolução importante no som da banda. Entre as canções mais destacadas do disco encontram-se: "Re-Offender", "Quicksand", "The Beautiful Occupation", "How Many Hearts", "Happy to Hang Around" ou "Peace the Fuck Out".

O disco apresenta um som mais moderno e mais eléctrico que os anteriores (incluindo 'Good Feeling'), bem como também um som mais escuro e depresivo acompanhado de letras que acentuam este estado de ânimo (claramente influenciado pelo acidente de Primrose). Também é o primeiro disco no qual Travis apresenta sua posição ante a guerra e sobre o estado do mundo nesse então. Canções como "The Beautiful Occupation" ou "Peace the Fuck Out" são um exemplo da influência que a guerra produziu no vocalista da banda, Fran Healy, bem como também o fez em suas outros integrantes. Ainda sendo este disco um grande passo para a banda escocesa (artisticamente), o disco não teve o mesmo sucesso comercial que seus antecessores 'The Man Who' e 'The Invisível Band', chegando a atingir o posto 4 nas listas de discos britânicas. Os singelos extraídos do álbum '12 Memories' foram: "Re-Offender", "The Beautiful Occupation" e "Love Will Come Through". '12 Memories' é importante na história de Travis já que deu-lhe popularidade suficiente como para visitar lugares nos que nunca tinham estado.

No 2005, Travis fecha uma etapa musical sacando à venda seu quinto disco, "Singles", um compilado de todos os singelos lançados até o momento. O disco, ademais, conta com duas canções novas: "Walking in the Sun" que foi lançada como singelo dantes da saída de 'Singles', e uma canção adicional telefonema 'The Distance', que não seria lançada como singelo e na qual o bajista Douglas Payne toma o lugar de vocalista. 'Walking in the Sun' aparenta ser um regresso de Travis ao som de 'The Man Who' e 'The Invisível Band'. 'The Distance' é uma grande canção no disco, totalmente à altura dos mesmos singelos, e também mostra o regresso de Travis a seu antigo som.

Esta recopilación foi criticada de forma negativa e positiva pela imprensa, já que alguns opinam que mostra a perda de criatividade em Travis e outros acham que unicamente é um cd dirigido aos fãs e àquele que quer conhecer à banda.

The Boy With Não Name (2007)

O 7 de maio de 2007, saiu à luz o quinto álbum de estudo de Travis, The Boy With Não Name, sendo suas canções mais destacadas Closer e My eyes. Este novo trabalho gravou-se nos estudos Rak de Londres, com Nigel Godrich na produção e contém um dueto com a cantora escocesa KT Tunstall e outro com Brian Eno.

A apresentação do disco em Espanha teve lugar o 12 de junho na carpa Movistar de Barcelona . Posteriormente, voltaram à cidade condal o 23 de setembro, onde tocaram ao ar livre pelas festas da Mercè. Ambos concertos foram muito similares. Em uns dias mais tarde, voltaram a Espanha, concretamenta a Córdoba, Madri e Zaragoza. O concerto em Madri produziu-se no dia 5 de outubro de 2007 na sala a Riviera. Aí os Escoceses tocaram temas de todos seus discos. Ademais tocaram temas como o "Hit Me Baby One More Time" de Britney Spears ou o "Back in Black" de AC/DC com o que fecharam o concerto.

Em novembro de 2007, apresentaram-se, junto a The Killers e Starsailor, em Santiago de Chile e Buenos Aires, Argentina respectivamente, em multitudinarios concertos no marco dos festivais "Yeah" (Argentina) e "Fénix" (Chile), com muito boa resposta por parte do público, o qual provia não só de Chile e Argentina, senão de diferentes países sudamericanos como Bolívia, Paraguai, Peru e Uruguai. Assim mesmo apresentaram-se como teloneros de R.E.M. em Lima (Peru) em novembro do 2008, em um apoteósico concerto.

Ode To J. Smith (2008)

Actualmente acabam de gravar seu sexto álbum. Francis Healy e os seus têm chamado Ode To J. Smith a seu novo trabalho que será publicado o 29 de Setembro de 2008 e que será o segundo que publicarão com mal doze meses de separação com respeito ao anterior, isto depois de passar quatro anos sem publicar material inédito. Tempo que o cantor Francis Healy aproveitou para ter um filho e viajar a África como cooperante. Em novembro de 2008 voltaram a Sudamérica apresentando-se junto a REM em festivais de Peru e Venezuela.

O primeiro Single deste último disco chama-se Something Anything e já se pode escutar junto com a pista que dá nome ao álbum em seu MySpace. O single Something Anything verá a luz em formato CD, Vinilo de 7" e em formato digital o 15 de Setembro de 2008.Seu segundo single viu a luz pouco depois , Ode to J.Smith foi seu título (a sua vez titulava todo o album).A terna completou-a pouco depois "Song to Self" que se converteu em sú terceiro single.

Discografía

Artigo principal: Discografía de Travis

Lista só de álbuns de estudo:

Referências

Enlaces externos

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