Segundo a Organização Mundial do Turismo das Nações Unidas, o turismo compreende as actividades que o fazem as pessoas (turistas) durante suas viagens e estadias em lugares diferentes ao de seu meio habitual, por um período consecutivo inferior a um ano, com fins de lazer, por negócios ou por outros motivos.
Conteúdo
|
O turismo como tal, nasce no século XIX, como uma consequência da Revolução industrial, com deslocações cuja intenção principal é o lazer, descanso, cultura, saúde, negócios ou relações familiares. Estes movimentos caracterizam-se por sua finalidade de outros tipos de viagens motivados por guerras, movimentos migratorios, conquista, comércio, entre outros. Não obstante o turismo tem antecedentes históricos claros.
Na Grécia clássica dava-se grande importância ao lazer, e o tempo livre dedicavam-no à cultura, diversiones, religião e desporto. As deslocações mais destacadas eram os que realizavam com motivo de assistir aos Jogos Olímpicos da Idade Antiga (as olimpiadas são os 4 anos que decorrem entre dois jogos consecutivos) na cidade de Olimpia ), às que iam milhares de pessoas e onde se misturavam religião e desporto. Também existiam peregrinaciones religiosas, como as que se dirigiam aos oráculos de Delfos e de Dódona .
Durante o Império romano os romanos frequentavam águas termales (termas de Caracalla), eram asiduos de grandes espectáculos, como os teatros, e realizavam deslocações habituais para a costa (muito conhecido é o caso de uma villa de férias a orlas do mar). Estas viagens de prazer foram possíveis devido a três factores fundamentais: a Paz romana, o desenvolvimento de importantes vias de comunicação e a prosperidade económica que possibilitou a alguns cidadãos médios económicos e tempo livre.
Durante a Idade Média há em um primeiro momento um retrocesso devido à maior conflictividad e recessão económica consiguiente. Nesta época surge um tipo de viagem novo, as peregrinaciones religiosas. Estas já tinham existido na época antiga e clássica mas tanto o Cristianismo como o Islão estendê-las-iam a maior número de crentes e as deslocações seriam maiores. São famosas as expedições desde Veneza a Terra Santa e as peregrinaciones pelo Caminho de Santiago (desde o 814 em que se descobriu a tumba do santo), foram contínuas as peregrinaciones de toda a Europa, se criando assim mapas, mesones e todo o tipo de serviços para os caminhantes). No mundo Islâmico o Hajj ou peregrinación à Meca é um dos cinco Pilares do Islão obrigando a todos os crentes a esta peregrinación ao menos uma vez na vida.(Pavel)
As peregrinaciones continuam durante a Idade Moderna. Em Roma morrem 1500 peregrinos por causa de uma plaga de peste bubónica.
É neste momento quando aparecem os primeiros alojamentos com o nome de hotel (palavra francesa que designava os palácios urbanos). Como as grandes personalidades viajavam acompanhadas de seu séquito (a cada vez mais numeroso) se fazia impossível alojar a todos em palácio, pelo que se criaram estas construções.
Esta é também a época das grandes expedições marítimas de espanhóis, britânicos e portugueses que acordam a curiosidade e o interesse por viajar.
No final do século XVI surge o costume de mandar aos jovens aristócratas ingleses a fazer o Grand Tour ao finalizar seus estudos com o fim de complementar sua formação e adquirir certas experiências. Era uma viagem de longa duração (entre 3 e 5 anos) que se fazia por diferentes países europeus, e daí procedem as palavras: turismo, turista, etc.
O Grand Tour é uma viagem motivada pela necessidade de instrução destes jovens aristócratas que em um futuro terão de governar seu país. Do conhecimento “in situ” da grandeza de Roma, Paris ou Atenas bem como dos debates nos cafés dos grandes centros termales, os viajantes deveriam aprender como levar as riendas de um Império como o britânico. Para alguns autores este é o autêntico fenómeno fundacional do turismo moderno já que surge como um fenómeno revolucionário em paralelo ao resto de transformações que se dão na Ilustração.
Também nesta época há um resurgir das termas, que tinham decaído durante a Idade Média. Não só se assiste a elas por conselho médico, senão que também se põe de moda a diversión e o entretenimento nos centros termales como por exemplo em Bath (Inglaterra). Também desta época data a descoberta dos banhos de varro como remédio terapêutico, praias frias (Niza, Costa Azul) a onde iam tomar os banhos por prescripción médica.
É possível afirmar que as viagens de prazer tiveram seus inícios nos últimos anos do século XIX e os primeiros do século XX. Grandes mudanças na sociedade, nos estilos de vida, na indústria e a tecnologia alteravam a morfología da comunidade. Há na história momentos de mudanças excepcionais e de enorme expansão. No século XIX foi testemunha de uma grande expansão económica, seguida de uma revolução industrial e cientista inclusive maior na segunda metade do século XX. O turismo foi um dos principais beneficiarios, para chegar a ser no final do século XX a maior indústria do mundo.
Com a Revolução industrial consolida-se a burguesía que voltará a dispor de recursos económicos e tempo livre para viajar. Na Idade Contemporânea o invento da máquina de vapor supõe uma redução espectacular nos transportes, que até o momento eram atirados por animais. As linhas férreas estendem-se com grande rapidez por toda a Europa e Norteamérica. Também o uso do vapor na navegação reduz o tempo das deslocações.
Inglaterra oferece pela primeira vez travesías transoceánicas e domina o mercado marítimo na segunda metade do século XIX, o que favorecerá as correntes migratorias européias a América. É o grande momento do transporte marítimo e as companhias navieras.
Começa a surgir o turismo de montanha ou saúde: Constroem-se famosos sanatorios e clínicas privadas européias, muitos deles chegam a nossos dias como pequenos hotéis com encanto.
É também a época das praias frias (Costa azul, Canal da Mancha,…).
Em 1841 Thomas Cook organiza a primeira viagem organizada da história. Ainda que foi um falhanço económico considera-se um rotundo sucesso quanto a precedente do pacote turístico, pois se percató das enormes possibilidades económicas que poderia chegar a ter esta actividade, criando assim em 1851 a primeira Agência de Viagens do mundo “Thomas Cook and são”.
Em 1867 inventa o bono ou voucher, documento que permite a utilização em hotéis de certos serviços contratados e prepagados através de uma agência de viagens.
Henry Wells e William Fargo criaram a agência de viagens "American Express" que inicialmente se dedicava ao transporte de mercadorias e que posteriormente se converte em uma das agências maiores do mundo. Introduziram sistemas de financiamento e emissão de cheques de viagem, como por exemplo o travel-check (dinheiro personalizado canjeable por papel moeda de uso corrente que protege ao viajante de possíveis roubos ou perdas).
Cessar Ritz é considerado pai da hotelaria moderna. Desde muito jovem ocupou todos os postos possíveis de um hotel até chegar a gerente de um dos melhores hotéis de seu tempo. Melhorou todos os serviços do hotel, criou a figura do sumiller, introduziu a casa de banho nas habitações, revolucionou a administração. (converteu os hotéis decadentes em melhore-los da Europa, pelo que lhe chamavam “mago”).
Ao estallar a Primeira Guerra Mundial no verão de 1914 considera-se que tinha aproximadamente 150.000 turistas americanos na Europa.
Depois de finalizar a guerra começou a fabricação em massa de autocarros e automóveis. Nesta época as praias e os rios convertem-se no centro do turismo na Europa começando a adquirir grande importância o turismo de costa.
O avião, utilizado por minorias em longas distâncias, vai-se desenvolvendo timidamente para acabar impondo sobre as companhias navieras.
A crise do 1929 repercute no negativamente no sector turístico limitando seu desenvolvimento até bem entrado em 1932 .
A Segunda Guerra Mundial paralisa absolutamente o turismo no mundo e seus efeitos estendem-se até o ano 1949.
Entre 1950 e 1973 começa-se a falar do boom turístico. O turismo internacional cresce a um ritmo superior do que o tinha feito em toda a história. Este desenvolvimento é consequência da nova ordem internacional, a estabilidade social e o desenvolvimento da cultura do lazer no mundo ocidental. Nesta época começa-se a legislar sobre o sector.
A recuperação económica, especialmente da Alemanha e Japão, foi espantosa elevando os níveis de renda destes países e fazendo surgir uma classe média acomodada que se começa a interessar pelas viagens.
Mas a recuperação elevando o nível de vida de sectores mais importantes da população dos países ocidentais. Surge a chamada sociedade do bem-estar na que uma vez cobertas as necessidades básicas aparece o desenvolvimento do nível de formação e o interesse por viajar e conhecer culturas. Por outra parte a nova legislação trabalhista adoptando as férias pagas, na semana inglesa de 5 dias trabalhistas, a redução da jornada de 40 horas semanais, a ampliação das coberturas sociais (aposentação, desemprego,…), potencian em grande parte o desenvolvimento do lazer e o turismo.
Também estes são os anos nos que se desenvolvem os grandes núcleos urbanos e se faz evidente a masificación, surge também o desejo de evasão, escapar do estrés das cidades e despejar as mentes de pressão.
Nestes anos desenvolve-se a produção de autos em corrente que os faz a cada vez mais asequibles, bem como a construção de estradas e autopistas, permite um maior fluxo de viajantes. De facto, a nova estrada dos Alpes que atravessa Suíça de Norte a Sur supôs a perda da hegemonía deste país como núcleo receptor, já que agora os turistas cruzam Suíça para dirigir a outros países com melhor clima.
O avião de hélice é substituído pelo de reacção, o que supõe um golpe definitivo para as companhias navieras, que se vêem obrigadas a destinar seus barcos aos cruzeiros ou ao desguace.
Todos estes factores nos levam à era da estandardização do produto turístico. Os grandes tour operadores lançam ao mercado milhões de pacotes turísticos idênticos. Na maioria dos casos utiliza-se o voo charter, que abarata o produto e o populariza. Ao princípio deste período (1950) tinha 25 milhões de turistas, e ao finalizar (1973) tinha 190 milhões.
Não obstante esta etapa também se caracteriza pela falta de experiência, o que implica as seguintes consequências como a falta de planejamento (se constrói sem fazer nenhuma previsão nem da demanda nem dos impactos medioambientales e sociais que se podem sofrer com a chegada em massa de turistas) e o colonialismo turístico (há uma grande dependência dos tour operadores estrangeiros estadounidenses, britânicos e alemães fundamentalmente).
Nos 70 a crise energética e a consiguiente inflação, especialmente sentida no transporte ocasionam um novo período de crise para a indústria turística que se estende até 1978. Esta recessão supõe uma redução da qualidade para abaratar custos e preços apostando por uma masificación da oferta e a demanda.
Nos 80 o nível de vida volta-se a elevar e o turismo converte-se no motor económico de muitos países. Isto é facilitado pela melhora dos transportes (novos e melhores aviões como o Concorde e o Túpolev, comboios de alta velocidade e a consolidação dos voos charter, até supor um duro competidor para as companhias regulares que se vêem obrigadas a criar suas próprias filiais charter.
Nestes anos produz-se uma internacionalización muito marcada das grandes empresas hosteleras e dos tour operadores, que procuram novas formas de utilização do tempo livre (parques temáticos, desporto, risco, saúde,…) e aplicam técnicas de marketing, pois o turista a cada vez tem maior experiência e procura novos produtos e destinos turísticos, o que cria uma forte concorrência entre eles. A multimédia e as comunicações transformam o sector, modificando o desenho dos produtos, a prestação do serviço, a comercialização do mesmo de uma maneira mais fluída.
A década dos 90 inclui grandes acontecimentos como a queda dos regimes comunistas europeus, a Guerra do Golfo, a reunificação alemã, as Guerras yugoslavas, etc., que incidem de forma directa na história do turismo.
Trata-se de uma etapa de maturidade do sector que segue crescendo ainda que de uma maneira mais moderada e controlada. Limita-se a capacidade receptiva (adecuación da oferta à demanda, começa-se a controlar a capacidade de aforo de monumentos, etc.), diversifica-se a oferta (novos produtos e destinos), diversifica-se a demanda (aparecem novos tipos diferentes de turistas) e melhora-se a qualidade (ao turista não se importa gastar mais se a qualidade é melhor).
O turismo entra como parte fundamental da agenda política de numerosos países desenvolvendo políticas públicas que afectam à promoção, planejamento e comercialização como uma peça finque do desenvolvimento económico. Melhora-se a formação desenvolvendo planos educativos especializados. O objectivo de atingir um desenvolvimento turístico sostenible mediante a captación de novos mercados e a regulação da estacionalidad.
Também as políticas a nível supranacional consideram o desenvolvimento turístico com elementos tão importantes como o Tratado de Maastritch em 1992 (livre tráfico de pessoas e mercadorias, cidadania européia,…), e no 1995 a entrada em vigor Schegen e se eliminam os controles fronteiriços nos países da UE.
Existe de novo um abaratamiento das viagens por via aérea por médio das companhias de baixo custo e a libertação das companhias em muitos países e a feroz concorrência das mesmas. Esta liberalização afecta a outros aspectos dos serviços turísticos como a gestão de aeroportos e sem dúvida será aprofundada quando entre em vigor o telefonema Directivo Bolkestein (de liberalização de serviços) em trámite no Parlamento Europeu.
De acordo com as estatísticas da Organização Mundial do Turismo (OMT), em 2008 as chegadas de turistas internacionais ascenderam a 924 milhões visitantes, o que representou um aumento de 1,76% com respeito a 2007.[3] Em 2009 os arribos de turistas internacionais caíram a 880 milhões, representando uma diminuição a nível mundial de 4% com respeito a 2008. A região mais afectada foi a Europa com uma queda de 6%.[4] A diminuição no fluxo de turistas internacional obedeceu principalmente aos efeitos da recessão económica de 2008-2009, cujos efeitos se começaram a sentir no turismo desde junho de 2008,[3] e que se agravou ainda mais em algumas regiões devido ao brote da gripe A (H1N1) de 2009.[4]
Ucrânia entrou na lista dos 10 principais destinos em 2007, superando a México e deslocando a Rússia e Áustria, e em 2008 superou a Alemanha .[5] Os seguintes países foram os 10 principais destinos do turismo internacional entre 2006 e 2008.
| Posição mundial | País | Continente | Chegadas de turistas internacionais em 2008[5] (em milhões) | Chegadas de turistas internacionais em 2007[3] (em milhões) | Chegadas de turistas internacionais em 2006[6] (em milhões) |
| 1 | Europa | 79,3 | 81,9 | 79,1 | |
| 2 | América | 58,0 | 56,0 | 51,1 | |
| 3 | Europa | 57,3 | 58,7 | 58,5 | |
| 4 | Ásia | 53,0 | 54,7 | 49,6 | |
| 5 | Europa | 42,7 | 43,7 | 41,1 | |
| 6 | Europa | 30,2 | 30,2 | 30,7 | |
| 7 | Europa | 25,4 | 23,1 | 18,9 | |
| 8 | Europa | 25,0 | 22,2 | 18,9 | |
| 9 | Europa | 24,9 | 24,4 | 23,6 | |
| 10 | | América | 22,6 | 21,4 | 21,4 |
De acordo com as estatísticas da Organização Mundial do Turismo (OMT), em 2007 os rendimentos gerados a nível mundial pelo turismo internacional atingiram USD 856 mil milhões (€ 625 mil milhões), em comparação com USD 742 mil milhões (€ 591 mil milhões), representando um crescimento em termos reais de 5,6%, isto é, ajustando os rendimentos para considerar as flutuações da taxa de mudança e a inflação, já que o dólar estadounidense se devaluó 9% com respeito ao euro em 2007.[3] Os países com a maior entrada de divisas originadas no turismo internacional concentraram-se na Europa, no entanto, o maior receptor de rendimentos em 2007 continua sendo os Estados Unidos e China continua mostrando altas taxas de crescimento em rendimentos recebidos.[3]
Segundo a OMT, em 2007 e por quinto ano consecutivo, Alemanha continua sendo o país que gera as maiores despesas em turismo internacional no mundo. De acordo com projecções realizadas pelo Banco Dresdner, os alemães e os europeus em general, continurán sendo em 2008 os emissores turísticos que geram as maiores despesas devido à fortaleza do Euro com respeito ao Dólar estadounidense, e se espera uma maior demanda de viagens para os Estados Unidos com respeito a outros destinos de longa distância.[7]
Em 2007 os seguintes 10 países receberam os maiores rendimentos provenientes do turismo internacional e também se apresentam os 10 países emissores de turismo internacional com as maiores despesas:
| Rendimentos gerados pelo turismo internacional por país receptor | Despesas do turismo internacional por país emissor | ||||||||||
| Posição mundial | País | Continente | Rendimentos gerados turismo intl. em 2008[5] (em milhares de milhões) | Rendimentos gerados turismo intl. em 2007[3] (em milhares de milhões) | Rendimentos gerados turismo intl. em 2006[6] (em milhares de milhões) | Posição mundial | País | Continente | Despesas em turismo intl. por país emissor em 2008[5] (em milhares de milhões) | Despesas em turismo intl. por país emissor em 2007[3] (em milhares de milhões) | Despesas em turismo intl. por país emissor em 2006[6] (em milhares de milhões) |
| 1 | América | US$ 110,1 | US$ 96,7 | US$ 85,7 | 1 | Europa | US$91,0 | US$ 83,1 | US$ 73,9 | ||
| 2 | Europa | US$ 61,6 | US$ 57,6 | US$ 51,1 | 2 | América | US$79,7 | US$ 76,4 | US$ 72,1 | ||
| 3 | Europa | US$ 55,6 | US$ 54.3 | US$ 46.3 | 3 | Europa | US$ 68,5 | US$ 71,4 | US$ 63,1 | ||
| 4 | Europa | US$ 45,7 | US$ 42,7 | US$ 38,1 | 4 | Europa | US$ 43,1 | US$ 36.7 | US$ 31.2 | ||
| 5 | Ásia | US$ 40,8 | US$ 37,2 | US$ 33,9 | 5 | Ásia | US$ 36,2 | US$ 29,8 | US$ 24,3 | ||
| 6 | Europa | US$ 40,0 | US$ 36,0 | US$ 32,8 | 6 | Europa | US$ 30,8 | US$ 27,3 | US$ 23,1 | ||
| 7 | Europa | US$ 36,0 | US$ 38,6 | US$ 33,7 | 7 | Ásia | US$ 27,9 | US$ 26,5 | US$ 26,9 | ||
| 8 | Oceania | US$ 24,7 | US$ 22,3 | US$ 17,8 | 8 | América | US$ 26,9 | US$ 24,7 | US$ 20,5 | ||
| 9 | Europa | US$ 22,0 | US$ 18,5 | US$ 16,9 | 9 | Europa | US$ 24,9 | US$ 22,3 | US$ 18,2 | ||
| 10 | Europa | US$21,8 | US$18,9 | US$ 16.6 | 10 | Europa | US$ 21,7 | US$ 19,1 | n.a. | ||
Durante vários anos México tem sido o destino mais visitado pelo turismo internacional na América Latina. Segundo o BID, os rendimentos provenientes do turismo internacional são uma importante fonte de divisas para vários dos países da América Latina, e representa uma percentagem importante do PIB e das exportações de bens e serviços, bem como uma importante fonte de emprego, onde destaca a República Dominicana.[8] Segundo a avaliação realizada pelo Foro Económico Mundial (FEM) vários dos países da América Latina ainda apresentam deficiências nas áreas de infra-estrutura e o marco jurídico, mas são muito competitivas nos aspectos relativos a recursos culturais e naturais, factores pelos que resulta atraente realizar investimentos ou desenvolver negócios no sector de viagens e turismo dos países da região.[9] Por exemplo, Brasil foi classificado no Índice de Competitividade em Viagens e Turismo de 2009 na posição 45 a nível mundial, mas entre os 133 países avaliados classificou na posição 2 no aspecto recursos naturais, e na posição 14 em recursos culturais, apesar de classificar no lugar 110 em infra-estrutura terrestre e como 130 em segurança pública.[10] A seguir resumem-se as principais estatísticas sobre o turismo internacional dos 20 países da América Latina, incluindo os indicadores que refletem a importância que esta actividade tem para suas economias.
| País da América Latina | Chegadas turistas internl. 2008[5] (milhares) | Rendimentos turismo internl. 2008[5] (em milhões USD) | Rendimento médio por chegada 2008[5] (USD/tur) | Chegadas por 1000 hab (estimado) 2007[3] [11] | Rendimentos per capita [12] 2005 USD | Rendimentos % exportação bens e serviços[8] 2003 | Rendimentos turismo % PIB[8] 2003 | % Empregos directos e indirectos em turismo[8] 2005 | Classif. Mundial Competitiv. Turística[9] TTCI 2009 | Valor do Índice TTCI[9] 2009 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| | 4.665 | 4.633 | 993 | 115 | 57 | 7,4 | 1,8 | 9,1 | 65 | 4,08 |
| | 594 | 275 | 463 | 58 | 22 | 9,4 | 2,2 | 7,6 | 114 | 3,33 |
| | 5.050 | 5.785 | 1.146 | 26 | 18 | 3,2 | 0,5 | 7,0 | 45 | 4,35 |
| | 2.699 | 1.757 | 651 | 151 | 73 | 5,3 | 1,9 | 6,8 | 57 | 4,18 |
| | 1.222 | 1.844 | 1.509 | 26 | 25 | 6,6 | 1,4 | 5,9 | 72 | 3,89 |
| | 2.089 | 2.250 | 1.077 | 442 | 343 | 17,5 | 8,1 | 13,3 | 42 | 4,42 |
| | 2.316 | 2.267 | 979 | 188 | 169 | n/d | n/d | n/d | n/d | n/d |
| | 1.005 | 763 | 759 | 71 | 35 | 6,3 | 1,5 | 7,4 | 96 | 3,62 |
| | 1.385 | 894 | 645 | 195 | 67 | 12,9 | 3,4 | 6,8 | 94 | 3,63 |
| | 1.527 | 1.068 | 699 | 108 | 66 | 16,0 | 2,6 | 6,0 | 70 | 3,90 |
| | n/d | n/d | 685* | n/d | 12* | 19,4 | 3,2 | 4,7 | n/d | n/d |
| | 899 | 621 | 690 | 117 | 61 | 13,5 | 5,0 | 8,5 | 83 | 3,77 |
| | 22.637 | 13.289 | 587 | 201 | 103 | 5,7 | 1,6 | 14,2 | 51 | 4,29 |
| | 2.058 | 1.976 | 1.122 | 443 | 316 | 16,5 | 7,9 | 13,1 | 103 | 4,32 |
| | 1.293 | 1.408 | 1.089 | 330 | 211 | 10,6 | 6,3 | 12,9 | 55 | 4,23 |
| | 416* | 102* | 245* | 68 | 11 | 4,2 | 1,3 | 6,4 | 115 | 3,24 |
| | 2.058 | 1.991 | 967 | 65 | 41 | 9,0 | 1,6 | 7,6 | 74 | 3,88 |
| 3.980 | 4.176 | 1.049 | 408 | 353 | 36,2 | 18,8 | 19,8 | 67 | 4,03 | |
| | 1.921 | 1.042 | 542 | 525 | 145 | 14,2 | 3,6 | 10,7 | 63 | 4,09 |
| | 745 | 895 | 1.201 | 28 | 19 | 1,3 | 0,4 | 8,1 | 104 | 3,46 |
A assinatura Euromonitor publicou a classificação das 150 cidades mais visitadas pelos turistas internacional no mundo durante o ano 2006.[13] As seguintes são as 15 cidades mais visitadas do mundo na classificação de 2006:
| Cidades mais visitadas pelo turismo internacional em 2006[13] As 15 cidades melhor classificadas | |||||||||||
| Classificação | Cidade | País | Número de visitantes intl. (milhões) | Classificação | Cidade | País | Número de visitantes intl. (milhões) | Classificação | Cidade | País | Número de visitantes intl. (milhões) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Londres | 15.64 | 6 | Nova York | 6.22 | 11 | Dublín | 4.47 | |||
| 2 | Bangkok | 10.35 | 7 | Dubai | 6.12 | 12 | Bahréin | 4.42 | |||
| 3 | Paris | 9.70 | 8 | Roma | 6.03 | 13 | Shanghái | 4.31 | |||
| 4 | Singapura | 9.50 | 9 | Seul | 4.92 | 14 | Toronto | 4.16 | |||
| 5 | Hong Kong | 8.14 | 10 | Barcelona | 4.69 | 15 | Kuala Lumpur | 4.12 | |||
A Revista Forbes realizou uma encuesta em 2007 para classificar as 50 maiores atrações turísticas do mundo, considerando tanto turistas internacionais como domésticos.[14] As seguintes são as 10 melhores atrações do mundo segundo Forbes, e apresentam-se também alguns outros destinos famosos localizados dentro dos 50 melhores:[15]
O sector turístico oferece produtos (serviços + direitos de uso) através das diferentes empresas e diversas organizações públicas e privadas cujas características principais são:
É aquele que se realiza em massa por todo o tipo de pessoas, sem importar seu nível económico pelo que não é um tipo de turismo exclusivo. É o mais convencional, pasivo e estacional. É normalmente menos exigente e especializado. Aqui podemos encontrar o turismo de sol e praia.
É aquele cujo programa de actividades e itinerario são decididos pelos viajantes sem intervenção de operadores turísticos.
Precisa de recursos histórico-artísticos para seu desenvolvimento. É mais exigente e menos estacional.
Realiza-se em espaços naturais, o turismo activo está estreitamente relacionado com o turismo rural e geralmente este tipo de actividades realizam-se em um parque natural devido ao interesse ecológico que estes apresentam.
As actividades mais conhecidas de turismo activo são as seguintes:
Aquele que se desenvolve com objecto ou fim de levar a cabo um negócio ou um acordo comercial, se desenvolve entre empresas pelo geral.
Começou a princípios do século XXI realizado por pessoas muito ricas e valentes, os riscos de perder a vida em uma viagem ao espaço são elevados.[16]
As primeiras viagens consistiam em uma estadia de 3 ou mais dias na Estação Espacial Internacional na que realizavam fotografias do espaço e a Terra, videos, conversas com pessoas no planeta, desfrute da ingravidez, colaboração com os tripulantes da estação e também realização de pequenos experimentos.[17]
Várias empresas trabalham na construção de naves capazes de realizar voos suborbitales e orbitais, assim[17] como em um hotel modulable para estadias mais longas e asequibles que as actuais, valorizadas em 21 milhões de dólares.[18]
O turismo científico é uma modalidade de turismo cuja motivação é o interesse na ciência ou a necessidade de realizar estudos e investigações científicas.
Em ocasiões existe a necessidade de viajar para observar in situ alguma realidade que é objecto de estudo. O turismo científico realiza-se de forma individual ou em pequenos grupos para evitar alterar o objecto de estudo em um meio natural.
O turismo científico para o público em general apareceu em países desenvolvidos para envolver de uma maneira mais directa e participativa às pessoas no conhecimento do mundo natural. Procura oferecer férias orientadas a um melhor entendimento da natureza desde um ponto de vista científico.
Têm a consideração de serviços turísticos a prestação de o:
A informação turística é o conjunto de serviços que se oferecem ao turista com o objectivo de lhe informar, lhe orientar, lhe facilitar e atender durante sua viagem ou estadia de férias em escritórios de informação turística través de informadores turísticos ou através de guias, intérpretes, correios de turismo, acompanhantes de grupo, videotex, etc. A definição inclui aqueles serviços públicos dependentes por regra geral de organismos públicos ou instituições que têm como missão informar facilitar e orientar ao turista durante sua estadia de férias ou viagens facilitando gratuitamente informação.
A informação turística inclui informação sobre:
Os objectivos fundamentais de um Escritório de Informação Turística (OIT) são:
Tipos de Escritório de Informação Turística:
Áreas de serviço :
Este serviço consiste em receber a algum turista em sua casa ou qualquer outro lugar oferecendo-lhe alguns dos serviços que se oferecem em um hotel como o é a alimentacio, o hospedaje etc... mas sem custo algum.
Áreas de serviço para Autocaravanas:
São pontos de casca ecológico das águas residuales destes veículos bem como para o fornecimento de água potable dos mesmos. Dado que a actividade principal destes veículos e de seus utentes é viajar habitando, o novo código de circulação de veículos a motor define-o como tal, veículo moradia, que, em sua afán itinerante, utiliza habitualmente as infra-estruturas viarias de nosso país.
São aquelas relacionadas com o turismo. Há dois grandes blocos as que produzem bens e serviços (produtoras), e as que os distribuem (revendedoras).
A Hotelería é um ramo do turismo, que brinda o serviço do alojamento ao turista. Leste pode ter diversas classificações, segundo o confort e o lugar onde se encontrem. A cada instalação hotelera tem suas próprias qualidades. A hoteleria é muito importante dentro do mundo turístico, já que brinda a estadía do turista na viagem.
Os estabelecimentos hoteleros dividem-se em:
Outros establecimentos destinados ao alojamento turístico são:
São estabelecimentos de restauração aqueles cuja actividade principal é a de fornecer habitualmente e mediante preço comidas e bebidas para sua consumición dentro ou fora do local. Ainda que estes estabelecimentos são considerados de utilização pública poderão seus proprietários estabelecer normas ou considerações sobre o curso de seus serviços e instalações.
Os estabelecimentos de restauração dividem-se em dois tipos:
Os establecimienteo principais de alimentação são:
São aquelas destinadas a transportar viajantes de um ponto a outro. Classificam-se em:
Agências de viagens (AA.VV) As empresas revendedoras de bens e serviços turísticos são aquelas que, em posse de um título ou licença, exercem actividades de intermediación turística.
As agências classificam-se em 3 grupos:
As AA.VV também se podem classificar em emissoras e receptoras .
Há outras muitas empresas relacionadas com o turismo directa ou indirectamente como as de lazer (cinemas, discotecas, espectáculos), empresas de equipamento de hotelaria, lavanderías, artigos de viagem, publicações especializadas, etc.
|
|
Nesta secção detectou-se o seguinte problema:
Para melhorá-la, pulsa [editar] junto a seu título, ou debate na discussão a respeito destes problemas. Podes avisar ao autor colando o seguinte em sua página de discussão:{{subst:Aviso PA|Turismo|referes}} |
O fenómeno turístico move milhões de pessoas no mundo e tem repercussões de muito diversa índole.
São muito relevantes devido ao nível de negócio que representa. Segundo a OMT o volume de sector turístico no 2003 já representava aproximadamente o 6% das exportações mundiais de bens e serviços; Esta cifra representava o 30% da exportação de serviços. Estes fluxos económicos devidos ao turismo afectam tanto em termos macroeconómicos como microeconómicos tanto nas zonas emissoras como nas receptoras (ainda que especialmente nestas). As repercussões económicas do turismo podem-se classificar nas seguintes:
A demanda turística depende sobretudo da forte situação económica dos países avançados. Quando a económia cresce também normalmente cresce o dinheiro disponível da população. E uma parte importante deste dinheiro disponível pela população gasta-se no turismo, particularmente nas economias em desenvolvimento. Uma retracción económica normalmente reduz a despesa turística.
Em general o crescimento das deslocações turísticas segue claramente as tendências de crescimento económico medidas pelo PIB. Nos anos em que o crecimeinto económico mundial excede lhe 4%, o crescimento do volume turístico tende a ser maior e nos anos nos que oPIB o turismo cresce inclusive menos. No período 1975-2000 o turismo incrementou-se uma média de 4,6% anual.
O turismo requer uma considerável mão de obra e, sobretudo, o manter uma reserva de trabalhadores especializados. O sector turístico ocupa ao redor de 10% da população activa do mundo, não só em emprego directo senão também em indirecto.{ O problema que propõe o turismo com respeito ao emprego é a forte estacionalidad, pois um grande número de postos de trabalho se creiam em temporada alta. Também o volume turístico depende em grande parte da situação macroeconómica.
Ademais este emprego apresenta umas condições particulares. Por exemplo em Espanha, em segundo o INE no 2004 o sector turístico em relação com a média de área de serviços tinha um salário médio inferior, uma estabilidade de emprego menor e uma participação maior da mulher. Também este tipo de emprego constitui uma parte mais importante das despesas empresariais (com uma taxa do 64,7)[cita requerida] e a menor taxa de valor acrescentado (43,7).[cita requerida]
Tanta é a importância actual do turismo que em vários países existe a carreira universitária e estudos de posgrado dedicados ao turismo.
O turismo supõe nos países eminentemente turísticos um peso específico elevado em seu PIB, por exemplo em Espanha segundo o INE represento um 11% do PIB no 2004 com uma facturação de 91.988,7 Milhões de Euros dos quais o 41.346,3 Milhões de Euros (um 4,9 % do PIB correponde ao que se denomina turismo receptor).
Ao incrementar-se os preços na temporada alta nos núcleos receptores, automaticamente afecta a toda a população da zona. Há uma oferta monetária excessiva, pelo que a demanda está disposta a pagar mais pelos alugueres, salários, etc.
O turismo tem um efeito multiplicador e equilibrador enlos países desenvolvidos, já que ao gerar emprego diminui em certa medida as diferenças económicas entre a população.
O valor internacional do mercado de divisas tem uma incidencia directa sobre o turismo, pois uma baixada ou subida das diferentes divisas repercute positiva ou negativamente no número de turistas nas diferentes zonas. Por outra parte quantos mais turistas entram mais sobe a moeda local do país repercutindo desta maneira no mercado de divisas.
Animam-se a construir macro-complexos turísticos dos quais o Estado cobrará impostos destes milionários investimentos imobiliários.
Os países receptores exportam turismo porque, ainda que em realidade recebem-no, trata-se de um produto de exportação só que consumido no lugar de produção. Os rendimentos por turismo aumentam em relação aos pagamentos, portanto a balança vê-se beneficiada. Ademais tem um efeito positivo nas exportações de outros bens, pois promociona os produtos locais através dos turistas que os conheceram in situ.
O desenvolvimento das zonas turísticas cria investimentos por parte das Administrações Públicas em infra-estruturas (aeroportos, estradas,…) para adecuar a oferta turística à demanda. Ademais embelezam-se e melhoram as cidades (parques, limpeza,...)para que sejam agradáveis para o turista. Todo isso não faz senão melhorar a vida do cidadão e a estadia do turista no lugar de destino.
O turismo põe em contacto a diferentes culturas: a local ou receptora com a foránea ou emissora. Isto supõe um intercâmbio de pautas de conduta, formas de vida, hábitos de diversa índole (gastronómicos, linguísticos, estéticos,…). Este efeito, ainda que positivo em ocasiões, pode chegar a ser perjudicial para a população autóctona, já que podem perder sua identidade ao tentar adaptar-se aos gustos e tradições do visitante (por exemplo o artesanato dos Massai em Kenya mudou suas cores tradicionais adaptando-se ao gosto do turista). Entre os efeitos culturais do turismo destacam os seguintes:
Na zona turística, as consequências derivam da introdução desde fora de uma nova realidade sociocultural à qual tanto a população indígena como seu sistema social têm que se adaptar. a primeira adaptação consiste em desenvolver uma classe encarregada de tratar aos forasteros. Isto se reflete na estrutura trabalhista local em uma expansão dos serviços. Os turistas têm de ser transportados, alojados, ajudados em muitos problemas que surguen e há que proveerles de actividades recreativas. Esta consequência primárias do turismo irão acompanhadas com frequência de conflitos psicológicos e sociais.
O modelo de aculturación pode aplicar ao contacto entre turistas e anfitriões. Este módelo explica que quando duas culturas entram em contacto a cada uma das duas tende a se assemelhar em parte à outra mediante um processo de empréstimo. No caso do turismo é carácteristico que este processo de empréstimo seja asimétrico. Os turistas têm menos probabilidades de tomar determinado elementos de seus anfitriões. Isto provoca uma corrente de transformações na comunidade da zona turística para se converter em algo a cada vez mais parecido à cultura dos turistas. Durante esta interacção o turista com frequência altera sua conduta quando esta longe de seu país e seus anfitriões aprenderão com frequência uma série de papéis destinados a encaixar com os gustos dos visitantes. O turista com frequência deseja enriquecer todo o possível sua viagem e seu tempo de lazer. Os motivos do turista refletir-se-ão suas expectativas e em sua conduta na zona turística.
Portanto, maior tolerância e respeito para outros costumes, o que evitaria fenómenos racistas e xenófobos. Grande parte de muitos malentendidos culturais surgem da ignorância destes (Ej. ritos, crenças, mitologías), o conhecer suas razões e vê-los implicam uma maior tolerância. Um turista que tem crescido com estereotipos pode ter uma mudança de paradigmas quando conhece uma cultura diferente.
O turismo favorece a paz e o entendimento plasmado na assinatura de convênios de amizade entre países que mantêm relações baseadas em seus fluxos turísticos.
Não só os turistas que viajam tentam aprender o idioma do país ao que vão, senão que no país receptor se fazem esforços por aprender a língua dos países emissores para atender melhor aos turistas. A aquisição de uma segunda língua de cara à actividade turística costuma ter por resultado uma maior mobilidade económica.
Em alguns casos (Bali, Kuna Yala) o turismo tem servido para regenerar as indústrias tradicionais, ao brindar-lhes uma expansão de seu mercado de produtos indígenas. Não obstante também se desenvolve uma degradação da estética a que dá lugar a comercialização de baratijas através de lojas de curiosidades e souvenirs com frequência de fabricação não indígena.
O turismo é uma actividade económica mais, pelo que deve existir um controle público em matéria de fiscalidad, segurança, etc.
Também há outro tipo de efeitos sociopolíticos não relacionados exclusivamente com o controle das administracioens públicas.