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Uso racional da água

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A água cobre o 70% da superfície terrestre.

O uso racional da água remete ao controle e gestão do consumo de água. É um conceito incluído nas políticas gerais de gestão dos recursos naturais renováveis e sócio a um desenvolvimento sostenible que deve permitir o aprovechamiento dos recursos, neste caso da água, de maneira eficiente garantido sua qualidade, evitando sua degradação com o objecto de não comprometer nem pôr em risco sua disponibilidade futura. Estes princípios aplicam-se em projectos de engenharia, arquitectura, urbanismo e agricultura que esteja concebido no marco da protecção e conservação dos recursos naturais. A água considera-se um recurso renovável limitado.

Conteúdo

Água doce

A Pluviosidad é uma das chaves na distribuição dos recursos hídricos disponíveis. A pluviosidad junto com sua distribuição nos diferentes rios e cuencas, agregado em lagos, embalses e presas bem como em acuíferos naturais determina a disponibilidade de água nas diferentes zonas geográficas. A desalinización de água de mar é o último recurso para conseguir água em certas zonas litorais com baixas precipitações e escassos recursos hídricos.

A água, um recurso escasso

Artigo principal: Água

O volume de água existente sobre nosso planeta, que é de aproximadamente 1.400 milhões de km³, tem permanecido inalterado durante os cinco mil milhões de anos de sua vida. Segundo as teorias aceitadas sobre a história da Terra, inicialmente a água encontrava-se em forma de vapor, sofrendo um processo de condensación pelo lento enfriamiento, e dando lugar a precipitações até atingir um verdadeiro equilíbrio entre a água superficial e a água evaporada.

Não obstante, uma grande porção desta água é salgada, como consequência do processo de salinización sofrido ao infiltrarse entre os minerales da corteza terrestre. Em um balanço geral, dos 1.400 milhões de km³ de água no mundo, só 33 milhões são de água doce. Desta quantidade teria que descontar o 87,3% que está em forma de gelo nos casquetes polares e glaciares, e o 12,3% que constitui a água subterrânea. Fica tão só um 0,4% de água utilizável, em volume 140.000 km³. Esta quantidade, a sua vez, está em um incesante movimento de evaporación - escorrentía, no fenómeno denominado ciclo hidrológico ou ciclo da água. Portanto, a quantidade de água realmente aprovechable é muito pequena, e submetida ademais a numerosas fontes de contaminação, pelo que deve ser utilizada racionalmente.

Arquitectura sustentable

A arquitectura sustentable é uma das disciplinas que procuram introduzir novos sistemas e instalações dentro dos edifícios para conseguir um Uso racional da água.

Os edifícios sustentables incorporam estratégias de projecto não só com vistas ao confort e a poupança de energia, senão também ao aprovechamiento e reutilização da água.

A nível mundial, a OMS estima que o 40% da água potable se utiliza para o funcionamento do sistema sanitário em edifícios, com um alto desperdicio. Devido a isto, em um primeiro momento se restringiu dito derroche mediante dispositivos manuais e automáticos nos artefactos sanitários. Ainda assim o consumo segue crescendo.

O desenho sustentable procura incorporar nos edifícios sistemas que recolham, acumulem e distribuam a água de chuva. Após ser utilizada com fins não potables, é separada em drenajes específicos, que as conduzem a tanques de tratamento para depois voltar a misturar com o água de chuva. Desta forma, salvo a água para beber, a higiene e cozinhar, o resto entra em um ciclo de permanente reciclado.

Como requer-se energia para o funcionamento das bombas de água que se precisam para a utilização desta água, podem se incorporar também geradores solares fotovoltaicos que evitem o consumo eléctrico.

A função dos sistemas hidráulicos dos edifícios sustentables é aproveitar a água pluvial, reutilizar os efluentes após um tratamento biológico pelas raízes do jardim, e utilizar dispositivos economizadores nos principais pontos de utilização.

As águas pluviales podem ser colectadas e os efluentes com baixo conteúdo de matéria orgânica (águas cinzas), devidamente tratados podem ser um fornecimento complementar ao sistema da água potable. Mas requerem um sistema independente para os diferentes pontos de utilização.

É conveniente, quando se zonifican os diversos ambientes de um edifício, conseguir concentrar em núcleos húmidos os serviços sanitários. Em caso de um edifício em altura podem conseguir-se vários núcleos húmidos, com a condição de concentrá-los em vertical. Desta forma minimizam-se os percursos por muros e tabiques e agrupa-lhos em plenos que contêm os montantes de (água fria e quente, desagües e ventilaciones). Em caso de moradias unifamiliares, cria-se uma zona húmida com a cozinha, lavadero e banho. Esta concentração permite a racionalización e economia das instalações.

Assim o sistema hidráulico de um edifício utiliza três depósitos:

Um sistema de recolección e aprovechamiento da água pluvial consiste basicamente em conduzir a água de chuva dos tetos por médio de canalizaciones (canaletas, pluviales, gargantas, bocas de chuva, etc) para equipas de filtrado e depósitos de armazenamento ou cisternas.

A água armazenada é bombeada para um depósito superior para que depois por gravidade abasteça os núcleos húmidos. Esta água tratada não deve ser utilizada para beber devido ao risco de concentração de contaminantes na água colectada.

A água pluvial colectada pode destinar à descarga sanitária de inodoros e mingitorios, piletas de lavar e lavarropas electromecánicos. Poderia também se utilizar como fornecimento alternativo para o depósito destinado ao sistema de calefacção ou para o riego de jardins. Sempre deve estar claramente indicado em grifos, válvulas e cañerías o uso que deve dar a esta água tratada.

A atmosfera de zonas urbanas não são limpas e é usual que contenham contaminantes tóxicos em suspensão e depositadas em tetos, cobertas e azoteas. Quando llueve estas são arrastadas ao sistema pluvial. São usuais:

Por isto se recomenda o descarte dos primeiros milímetros de chuva. São sistemas que não se encontram no mercado e devem desenhar ao efeito pelos profissionais responsáveis pelo projecto das instalações do edifício.

Veja-se também

Entidades e organismos relacionados

Bibliografía

Enlaces externos

Na contramão da privatização da água
A favor da privatização da água
Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/t/e/Ate%C3%ADsmo.html"