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Voo 587 de American Airlines

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Voo 587 de American Airlines
Flight 587 NOAA Photo of Crash Site.jpg
Lugar do impacto do avião.
Resumem
Data  12 de novembro de 2001.
Causa  Erro do piloto causando falha estrutural
Lugar  Queens, Cidade de Nova York
Coordenadas  40°34′38″N 73°51′02″Ou / 40.57722, -73.85056
Origem  Aeroporto Internacional John F. Kennedy
Destino  Aeroporto Internacional das Américas
Falecidos  265 (incluindo 5 pessoas em terra)
Feridos  1
Aeronave
Tipo  de aeronave Airbus A300-600
Operador  American Airlines
Registo  N14053
Passageiros  251
Tripulação  9
Sobreviventes  0

O voo 587 de American Airlines era um voo regular desde o Aeroporto Internacional JFK de Nova York, Estados Unidos, ao Aeroporto Internacional As Américas de Santo Domingo, República Dominicana. O 12 de novembro de 2001 o avião se estrelló na área de Queens a 1 minuto de descolar do Aeroporto JFK, matando a seus 260 ocupantes e a 5 pessoas mais em terra, sendo o segundo pior acidente na história dos Estados Unidos, só superado pelo do voo 191 de American Airlines, com 273 vítimas.

Conteúdo

O voo

Após os atentados do 11 de setembro do 2001, a segurança aérea nos Estados Unidos mudou bastante. O 12 de novembro de 2001, a tripulação do voo 587 de American Airlines preparava-se para um voo de 3 horas e meia a Santo Domingo, República Dominicana. O avião era um Airbus A300B4-605R, com 13 anos de serviço com American Airlines, o A300 nunca tinha tido um acidente. Às 9:11 o voo 587 estava em espera para descolar, dantes que ele vinha um Boeing 747 de Japan Airlines; 30 segundos após a descolagem do avião japonês, advertiram-lhe ao voo 587 de que sofreria uma turbulência de estela, já que o 747 estaria a 8 km de distância do voo 587 quando este tomasse voo. Às 9:14 o voo 587 descola, aos controles do avião estava o co-piloto Sten Molin, já que ao controle das comunicações estava o capitão Ed States; às 9:15 o voo 587 encontra-se com a turbulência deixada pelo 747 japonês e, como lhe tinham ensinado em seu treinamento, Molin começou a pressionar aos pedales que controlam o timão direccional do avião para sair da turbulência, mas ao quinto movimento ao lado direito se ouve uma explosão e o avião começou a cair em torque e se estrela em uma zona chamada Rockaway de Long Island, em um dos distritos de Nova York chamado Queens, morrem os 260 ocupantes do A300 e 5 mais em terra.

Investigação

Estabilizador.

A causa do acidente revelou-se o 9 de fevereiro de 2002 : o co-piloto Sten Molin foi treinado para pressionar agressivamente o timão direccional de um lado a outro em caso de turbulência de estela grave, mas sem saber a sensibilidade dos pedales do Airbus A300, se destroço e separo todo o estabilizador vertical do A300. Após este acidente modificou-se o manual de treinamento para que nenhum piloto sobrecargue os pedales sensíveis do A300 outra vez.

American Airlines treinou a todos os pilotos dos Airbus A300 a maniobrar agrasivamente os pedales de timão. isto implicou a que ocorresse uma disputa entre American Airlines e o fabricante do aparelho (Airbus Industrie) que informou que dantes do acidente lhe habia enviado uma comunicação à compañia proprietária do aparelho advirtiendoles que não abusassem dos controles de pedales dos A300, mas American Airlines informou que a comunicação tinha chegado após o acidente. Enquanto ocorre esta disputa sobre a responsabilidade de incidente a base de cruze de acusações, se entablan demandas milionárias por parte dos familiares das victimas para American Airlines.

Veja-se também

Enlaces externos

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