| Antonio Rosón Pérez | |||
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| Nome completo: | Antonio Rosón Pérez | ||
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| Dados pessoais | |||
| Data de nascimento: | 8 de Junho de 1911. | ||
| Lugar de nascimento: | Becerreá, Galiza | ||
| Data de falecemento: | 19 de Agosto de 1986. | ||
| Lugar de falecemento: | Lugo, Galiza | ||
| Organização(s): | Aliança Popular União de Centro Democrático Partido Liberal | ||
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| Cargo(s): | Presidente da Xunta da Galiza (1977- 1979) | ||
| Profissão: | Político e advogado | ||
Antonio Rosón Pérez, nado em Becerreá , província de Lugo, o 8 de Junho de 1911 e finado na cidade de Lugo o 19 de Agosto de 1986 , foi um advogado galego, primeiro presidente da Xunta da Galiza.
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Filho maior do farmacêutico de Becerreá, Eulogio Rosón López, estudou o bacharelato no Instituto de Lugo, estudando logo em Santiago e Oviedo, rematando por licenciar-se em Direito pela Universidade de Valladolid. Começaria a sua vida profissional em Lugo ao abeiro do seu tio Eduardo. Na altura da sublevación militar de 18 de Julho de 1936 , Antonio Rosón ingressa no Exército golpista com o grau de alférez, encarregando-se de labores repressivos na província lucense, segundo acusações posteriores da revista Interviú. Logo participou intensamente na vida política do franquismo. Foi subxefe província de FET y de las JONS, procurador nas Cortes em representação pelo denominado "Tercio familiar" pela província de Lugo, durante a IX e a X Legislatura; presidente da Deputação Provincial de Lugo entre 1949 e 1951; presidente da Câmara provincial Agrária dessa província. Ainda foi vicedecano do Colégio de Advogados de Lugo; presidente da Comissão de Agricultura do Conselho Económico e Sindical do Noroeste de Espanha e conselheiro de FRIGSA, Frigoríficos Industriales da Galiza, S.A.
Depois da constituição da Junta preautonómica (1977), a UCD , partido maioritário na Galiza, rejeitou a possibilidade de que um galeguista histórico a presidisse. Depois de ter baralhado a opção de situar como presidente a Pío Cabanillas, finalmente optou por nomear a Antonio Rosón, que fora um dos fundadores de Aliança Popular na Galiza, ainda que deseguido se afastara dela. Porém, a tentativa do então presidente do Governo, Adolfo Suárez, para aprovar um estatuto com um conjunto de competências inferior aos do País Basco e Catalunha, provocou um grande mal-estar na comunidade galega, ao que se somaria uma parte da UCD local e o mesmo presidente da Xunta preautonómica, Antonio Rosón, quem tentava involucrar a uma parte do nacionalismo no processo de criação da autonomia e foi ele quem outorgou ao 25 de Julho o carácter de Dia Nacional da Galiza. A UCD decidíu sustituilo e, em 1979, Xosé Quiroga foi nomeado novo presidente da Xunta da Galiza.
Desfeita a UCD, Rosón une-se ao Partido Liberal coaligado com Aliança Popular, atingindo ainda a ser presidente do Parlamento da Galiza, na sua segunda legislatura entre 1985 e 1986, sendo substituído, pela sua má saúde, o 13 de Maio desse último ano por Tomás Pérez Vidal.
Rosón foi também Deputado por Lugo (1977 - 1979) e Senador também por Lugo (1979 - 1982)
Foi membro de número da Real Academia Galega de Legislatura e Xurisprudencia. Estava na pose da Grande Cruz dele Mérito Agrícola.
Rosón publicou obras fundamentalmente dedicadas a temática agrária desde perspectiva jurídica. A destacar:
| Predecessor: Ninguém | Presidente da Xunta da Galiza 1977 - 1979 | Sucessor: Xosé Quiroga Suárez |