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Garriga

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Paisagem de garriga

Em botánica , a garriga designa uma formação vexetal característica das regiões mediterráneas (phrygana em grego ) .

Índice

Etimoloxía e características

O termo garriga vêem da raiz pré-indoeuropea *kar, *gar, *kal, *gal, que significa pedra » ou « rocha » ; por extensão « sobretudo de pedra, casa, forteleza, aldeia » ; originando guarric em celta ; garric em occitan, « árvore de rocha », termo que nomeia um tipo carrasco; catalão garriga; italiano gariga. As palavras, topónimos ou usuais na Franza, Gard, Carcassonne, karst, calanque, chalet, clapier, crau, grave, garoupe derivam dessas raízes.

A garriga é uma formação vexetal baixa, mais ou menos difícil de penetrar, constituida principalmente de arbustos resistentes à sequedade, formando monte sob espiñoso. Esta formação é o resultado da degradación da floresta de Quercus (Quercus pubescens, Quercus ilex), provocada por cabras e ovelhas, a acção antrópica e o lume, actuando desde há mais de 5000 anos.

A garriga é a terreno calcareo o que o maquis aos terrenos siliceos. Pode ser confundida doadamente com o maquis baixo, mas diferen sensivelmente pelo composição florística, mesmo pelos diferentes tons de verdes, que na garriga tende ao grisáceo.

Algumas formação da garriga podem mostrar um aspeito agradável em alguns períodos anuais, como nos momentos da floração de algumas espécies, se o seu grau de cubrición do terreno é significativo. Nestes casos pode adquirir tons azuis-violáceos em formações ricas em romeu , e violáceo se predomina a cantroxo (Lavandula stoechas), amarelo se suficiente em Helicriso, em arbustos de xesta (Genista sp) e Calycotomae. Mas grande parte do ano parece desolada, sobretodo se ocupa grandes superfícies. Outra característica típica da garriga é o intenso perfume que emana das inúmeras espécies aromáticas que a compõem, nomeadamente, a parte das citadas, plantas das famílias das Labiatae e das Asteraceae. A vexetación herbácea está sobretodo representada por plantas anuais, muitas espiñosas, sem que faltem as perennes, como plantas bulbosas.

História

A garriga não foi sempre o ermo árido que conhecemos. Outrora foi lugar de uma importante actividade. Sem falar dos inúmeros vestígios prehistóricos e medievais: (megálitos, castelos, cavernas fortificadas, ermidas...), os rebanhos de cabras e ovelhas pastaban aí, os vidreiros alimentavam os seus fornos com os a madeira prtoveniente das florestas da garriga, os carboeiros pinchaban as árvores para fabricar carvão para as cidades, buscava-se a cortiza para preparar os couros, e montes inteiros eram rozados para plantar oliveiras ou viñedos.

Toda essa actividade declinou com a chegada da revolução industrial, e com o éxodo rural que a acompanharia posteriormente. As rozadas para usos humanos e ganadeiros diminuíram progresivamnte, e a vexetación recobrou terreno mesmo nos caminhos.

Espécies vexetais

Entre as plantas típicas da garriga acham-se:

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