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| História da Galiza |
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Idade Antiga Antigüidade tardia Idade Média
Veja-se também: |
| Cronologia do reino da Galiza |
Conhece-se como protohistoria o período de cada cultura sobre o qual não existem textos escritos produzidos pela própria cultura que se investiga, mas sim referências em autores de outras civilizações. Para a Galiza, as fontes são as greco-latinas, pelo que este período se inscreve geralmente na Idade Antiga.
As primeiras menções que têm dar# nas vistas são a de verdadeiras ilhas, as Cassitérides, nas que abundaba o estaño. Mas o conhecimento do Ocidente foi extremadamente limitado até a época helenística. A primeira referência é a de um viajante marsellés de fins do século IV a.C., Piteas, quem menciona o cabo Nerio e a tribo dos ártabros. Estas informações foram recolhidas por Eratóstenes (século III a.C.); mais tarde escreveram Polibio (século II a.C.), Artemidoro, Posidonio e Estrabón (século I aC), Plinio (século I) e Ptolomeu (século II).
A indoeuropeización do cuadrante norocidental da Península Ibérica durante o Idade do Bronze foi continuada por elementos se calhar célticos durante a Idade do Ferro, a partir do século VI a.C.. Apareceu assim a Cultura castrexa, caracterizada pelos castros ou citanias, povoados fortificados sem a penas urbanismo. Ainda que às vezes ferro e Cultura castrexa se façam equivalentes, convém distinguir entre os dois conceitos porque a transição entre Bronze e Ferro é ainda bastante desconhecida e não está claro que elementos anteriores pervivíron e de onde provem os rasgos prototíbicos do mundo castrexo. Em efeito, os castros mais antigos datam dos séculos VIII e VII a.C. Esta área cultural tem o seu limite oriental no rio Navia e o Bierzo e o meridional no rio Douro. Não se deu em nenhum momento um processo de construção de entidades de tipo estatal, já que se tratava de uma sociedade de tipo xentilicio. Da lenta fusão por aculturación entre os mundos castrexo e provincial romano surge a cultura galaico-romana.