| Manuel Leiras Pulpeiro | |
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| Nascimento: | 25 de Outubro de 1854 Mondoñedo, Lugo |
| Falecemento: | 9 de Novembro de 1912 Mondoñedo, Lugo |
| Língua: | Galego, castelhano |
| Género(s): | Poesia |
Manuel Leiras Pulpeiro, nado em Mondoñedo o 25 de Outubro de 1854 e finado na mesma vila o 9 de Novembro de 1912 , foi um escritor galego do Rexurdimento.
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Estudou Latín e Humanidades no seminário mindoniense, e Medicina em Madrid , licenciando-se em 1877[1]. Exerceu a Medicina em Mondoñedo, com um grande reconhecimento popular.
Foi republicano, e chegou a ser Presidente do Comité Republicano Federal de Mondoñedo Liberal. Anticlerical. O seu talante criou-lhe numerosas dificuldades em Mondoñedo, sé bispal, conseguindo manter as suas convicións com total firmeza.
Rejeitou a nomeação de membro da Real Academia Galega por cuidar não merecê-lo, mas doou a esta Instituição importante material etnográfico e léxico (refrão, cantares, adivinhas, etc.) por ele recolhido. Escreveu um só livro, Cantares Gallegos (1911), com cántigas de tipo popular e de temática costumista, patriótica e sátira anticlerical, onde eleva à categoria de mito a figura do Marechal Pardo de Cela.
Cantou a Mondoñedo e às suas terras, a Galiza e aos seus problemas. Os seus restos receberam sepultura no cemitério civil de Mondoñedo.
Poucos anos depois da sua morte juntaram-se em Obras Completas (1930) as composições que deixara inéditas, e em 1970 Xosé Luís Franco Grande publicou a Obra Completa de Leiras, recolhendo outros inéditos.
Dedicou-se-lhe em 1983 o Dia das Letras Galegas
| Predecessor: Luis Amado Carballo | Dia das Letras Galegas 1983 Manuel Leiras Pulpeiro | Sucessor: Armando Cotarelo Valledor |
Poema de Leiras Pulpeiro em Mondoñedo |
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