| Meirás | |
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| Pazo de Meirás | |
| Câmara municipal: | Sada |
| Área: | - km² |
| População: | (Ano 2004) 842 hab. |
| Densidade: | - hab./km² |
| Entidades de população: | 19 |
São Martiño de Meirás é uma freguesia que se localiza no oeste da câmara municipal de Sada . Segundo o padrón autárquico de 2004 tinha 842 habitantes (421 mulheres e 421 homens) distribuídos em 11 entidades de população, o que supõe um aumento no que diz respeito ao ano 1999 quando contava com 703 habitantes.
Orogáficamente, é a freguesia mais elevada da câmara municipal, se bem não chega a sobrepasar os 170 m. em Muiño do Vento.
A sua população dedicou-se tradicionalmente à agricultura, coma demonstra o Cadastro de Ensenada no 1752.
Índice |
No 1812, com o nascimento da câmara municipal de Sada , incorporou-se a ele. Durante a II República existíu uma importante actividade sindical, com a criação da Associação Agrária de Meirás e o Sindicato de Profesiones Várias de Meirás. Este último, de filiación cenetista, manteria um comprido e intenso conflito com um proprietário local, José Gayoso, pelo controlo de umas terras arrendadas a duas famílias camponesas e às que lhes queria incrementar a renda. Os vizinhos tomariam a finca pela força, sendo desalojados em numerosas ocasião pelos guardas de assalto e, alguns deles, encarcelados. Finalmente, o párroco Benigno Mayo, que favorecera com as suas actuações a Gayoso, seria expulso da freguesia e a casa reitoral tomada. Vencellada ao Sindicato, cabe destacar a criação no 1933 do Centro de Estudios Sociales Generación Consciente, um agrupamento cultural que tinha por finalidade o juntar uma biblioteca, realizar conferências e artellar uma escola livre.
Com a sublevación militar do 1936 desatar-se-ia uma fera repressão, sendo assassinados dois sindicalistas (Antonio Carballeira Muñiz e Manuel Rogo Te as) e havendo-se de agachar muitos outros por meses ou inclusive anos. No 1937, Pedro Barrié de la Maza e outros empresários constituiriam unhá Junta Pró Pazo dele Caudillo, com o objecto de comprar as Torres de Meirás aos herdeiros da Conde de Pardo Bazán e lhas presentear ao dictador. Ao mesmo tempo, os fundos para a compra conseguir-nos-ia mediante uma forzosa "suscripción popular", obrigando aos vizinhos a pagar mediante a coação. Para alargar os terrenos do pazo expropiaríanse, com ridículas indemnizações ou sem elas, os terrenos colindantes ao mesmo, incluída uma habitação. Logo, com a chegada de Franco , Meirás cobraria um protagonismo que, em todo o caso, nunca supôs benefício algum para os seus habitantes.
No ano 1978, o rei Juan Carlos I concederia à mulher do dictador, Carmen Por o, o senhorio de Meirás . Hoxendía desatou-se um importante movimento para a recuperação do imóvel e a sua devolução ao povo, já que a sua adquisión foi totalmente ilícita.[1]
| Lugares da freguesia de Meirás na câmara municipal de Sada (A Corunha) | |
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As Agras | A Cañota | Cimás | O Cruzeiro | A Encrucillada | Muíño do Vento | O Pé do Muíño | Peredo | Pinheiro | O Redondo | A Regueira | Senra | Souto da Igreja | Os Tornos | Torrón | Tumbadoiro | A Valia | O Vai-lo | Vilar |
| Galiza | Província da Corunha | Freguesias de Sada. | |
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Carnoedo (Santo André) | Meirás (São Martiño) | Mondego (São Xián) | Mosteirón (São Nicolao) | Osedo (São Xián) | Sada (Santa María) | Soñeiro (São Xián) | Veigue (Santa Comba) |