A miticultura é o cultivo industrial do mexillón, uma actividade marisqueira dirigida e controlada pelo homem sobre artefactos flotantes, denominados bateas, fondeados nas águas costeiras. Na actualidade é uma das principais actividades económicas de numerosas populações da costa galega, especialmente nas Rias Baixas.
Índice |
As primeiras tentativas de cultivar mexillóns não se produzem até princípios do século XX, quando se comprovou que os mexillóns que se fixavam nos paus empregues para secar as redes medravam mais e mais logo com os que cresciam nas rochas. Esta observação levou à instalação de empalizadas próximas à beira do mar, cravadas na areia, para que se fixara naturalmente a semente de mexillón [1], empalizadas que ficavam periodicamente ao ar com o devalo da maré. O proprietário não fazia mais que esperar a que medrasse até tamanhos comerciais, momento no que recolhia o mexillón e o comercializava.
Este sistema, importado desde França e aplicado em Espanha primeiro em Catalunha, demonstrou-se muito pouco produtivo, e foi logo substituído por boias das que penduravam uma ou duas cordas tão compridas como permitia a profundidade do mar nesse ponto. Estas boias deram passo, também em Catalunha, a caixões de certo tamanho, que permitiam um maior número de cordas [2]. Outra importante transformação foi potenciar a afixação de semente de mexillón a base de recolher das rochas costeiras e amarrala às cordas, sem esperar a afixação espontánea das larvas, com o que se multiplica a produção.
Já em meados de século, estes caixões foram substituídos por barcos que, por velhos, já não serviam para a pesca ou o transporte de ónus [3]. Estes barcos eram ancorados no interior das rias e colocavam-se-lhes cordas pendurando da borda, primeiro, ou de fortes paus horizontais sujeitos à coberta, aumentando assim o número de cordas.
O último passo foi a substituição daqueles barcos por artefactos flotantes construídos especificamente com este fim, as actuais bateas que se podem ver nas rias baixas galegas.
Os primeiros dados que temos na Galiza do cultivo de mexillón datam de 1932 [4], quando Manuel Otero Moratinos instalou em Tirán (Moaña) um caixão de madeira seguindo o modelo que vera numa viagem a Catalunha. A experiência durou só uns meses e foi um insucesso.
A segunda tentativa foi em 1946 , quando Ozores Saavedra, proprietário de um viveiro de moluscos em Vilagarcía no que levava já tempo tentando cultivar mexillóns em empalizadas, fixo construir a primeira batea galega, com um único flotador de madeira sobre o que sujeitou um entramado de tabelas das que colgou as cordas. Desta volta, a experiência teve sucesso e ao ano seguinte já tinha 10 bateas semelhantes no porto de Vilagarcía. A expansão por toda a Galiza não se fixo esperar: no ano 1949 instalam-se as primeiras bateas na ria de Vigo; em 1954 aparecem em Cambados , O Grove, Bueu e Caramiñal; em 1955 , na ria de Sada e ao ano seguinte na de Muros.
Hoje existem registadas uhas 3.500 bateas nas diferentes rias galegas. De vez em quando, xurden novos projectos com novas soluções de flotabilidade para conseguir fondealas também em alta mar, mas todavía sem sucesso. Daqueles materiais iniciais -madeira e esparto- passou-se a outros mais eficientes e duradouros -ferro, poliéster, PVC, etc.- e as técnicas de trabalho foram mecanizándose cada vez mais, conseguindo assim um notável aumento na produtividade e na melhora das condições de trabalho.
Basicamente consiste num enreixado de fortes traves de madeira sujeitas entre sim, formando um conjunto plano e quadrado. Sobre estas traves cravam-se outros paus mais finos e curtos, chamados pontóns ou cancos para aumentar os pontos de afixação das cordas.
Do enreixado assim construído ata-se um número variable de cordas nas que se fixará e crescerá o mexillón. Numa daquelas traves fixa-se um bloco de cemento, ou morto, que serve de afixação ao ponto de fondeo.
É preciso advertir, finalmente, que este sistema de cultivo em batea também se utiliza para o cultivo ou engorda de outros moluscos, como ostra ou vieira, assim como de outras espécies marinhas, como crustáceos ou peixes, trás as necessárias modificações estruturais que correspondam à espécie cultivada.
Também denominado engrellado, consiste no conjunto de traves e cancos que, armados entre sim, dá lugar a uma superfície quadrada ou rectangular, de dimensões muito variables mas com um máximo legal de 500 m2 úteis e 27 m de proa, no máximo, que frota a verdadeira altura sobre o nível do mar. Não deve estar muito próximo à água para evitar que as larvas de mexillón se fixem sobre as traves mestres e terminem estragando-as; ademais, ao estar um pouco elevadas, sempre estarão mais secas que se a água desse nelas continuamente. Também não pode estar muito elevado (a respeito da superfície do mar) porque o conjunto perderia estabilidade e cabecearía em momentos de mar forte, o que teria como consequência o desprendimento do mexillón das cordas e o possível afundimento da batea ao desequilibrarse o peso que suporta a plataforma.
As traves vão colocadas lonxitudinalmente de proa a popa. A central, na que se amarra o morto, chama-se trave de amarre; adopta ter uma secção de 40x40 cm. Os três pares de traves às que se amarran os flotadores (dois flotadores em cada par) chamam-se traves transversais; adoptam ter uma secção de 35x35 cm. És as traves laterais, que fecham o quadrado, chamam-se látigos.
Para a construção das traves e cancos utiliza-se madeira de eucalipto , não só pela sua economia senão por ser estas árvores de grande altura e tronco recto, o que permitem fazer as traves de uma só peça. Recentemente estão-se a experimentar traves de PVC.
Antes era muito comum que no centro ou na popa da batea se levantasse um pequeno caseto de madeira, aberto a popa, para guardar alguns úteis, para fazer certas operações do processo de cultivo (como o encordado) ou, simplesmente, para gorecerse em caso de necessidade. Actualmente, este caseto só pode verse nas bateas mais antigas.
Novas traves para batea, de PVC (A Revolta, Sanxenxo). |
Cancos preparados para contruír uma nova batea (Vilanova de Arousa). |
Os primeiros flotadores que sustentavam toda a estrutura eram os próprios capacetes dos barcos utilizados para contruí-la batea, mas logo foram substituídos, primeiro, por grandes caixões de madeira recubertos de cemento e, actualmente, de metal recuberto de fibra de vidro ou poliéster.
A forma e o número de flotadores também foi mudando com o tempo. Houve bateas de um único flotador central (que vinha medir uns 12 x 5 x 2 metros) mas as actuais contam com 4 ou, normalmente, 6 grandes flotadores, segundo as dimensões da batea, que asseguram que esta se mantenha a flote, ainda nos momentos em que o peso do mexillón que pende dela seja muito elevado. É preciso advertir que no cómputo da superfície máxima da batea, 500 m2 não se tem em conta o espaço ocupado pelos flotadores. Durante uns anos utilizaram-se muito compridos flotadores tubulares, do comprido da própria batea, que logo foram rejeitados porque rachaban com facilidade. Na actualidade, os de uso comum são cilindros dispostos horizontalmente, de 2,20 m de diámetro e 4 m de xeneratriz.
Aqueles primitivos flotadores de cemento (construídos sobre um caixão de madeira mais ou menos cúbico de, aproximadamente, 2 m de lado, impregnados em alquitrán -piche- e recubertos com um tecido metálico e, sobre esta, uma camada de cemento) ainda podem verse aboiados em diferentes pontos da costa. Muitos foram destruídos [5] mas noutros casos adaptaram-se a novos usos.
Vê-lhos flotadores tubulares arrombados numa leira (14 x 1,20 metros). |
Vê-lho flotador de madeira (já sem o cemento que o cobria), reutilizado como caseta. |
Na trave central, trave de amarre, sujeita-se, mediante um colar provisto de um xiratorio, uma forte corrente que remata num grande bloco de cemento, chamado morto, de 25-30 toneladas. A função deste morrido é a de fixar a batea, a modo de áncora, ao fundo e evitar que as correntes a arrastem. O comprimento da corrente de afixação ao morrido depende da máxima pleamar no lugar de fondeo e permite que a batea suba ou baixe segundo as marés, assim como um mínimo deslocamento horizontal. Habitualmente, a parte da batea na que se amarraba o morto passa a considerar-se a proa.
Existe alguma batea com dois mortos, um a proa e outro a popa, mas o normal é que contem com um único morto, o que permite que a batea gire sobre o ponto de fondeo. Esta disposição faz com que a proa da batea esteja sempre enfrontada às correntes marinhas.
Ao primeiro, os mortos faziam-se com um grande bloco de pedra no que se atravessava um pasador ao que se sujeitava a corrente com um grillón. Logo fizeram-se com um encofrado que se recheaba de cemento armado, com um ferro dobrado no meio, ao que se sujeitava a corrente. Actualmente fazem-se de formigón armado com fortes malhas de aço entre as que se fixa o chicote da corrente. A forma pode ser cadrangular (com a base mais ancha), troncopiramidal ou troncocónica.
Detalhe das malhas da corrente para amarra-lo morrido (aprox. 60 x 40 cm). |
O sistema de cultivo está representado pelas cordas que penduram da estrutura e nas que cresce o mexillón. O tamanho -comprimento- e número de cordas é muito variable, dependendo da profundidade do mar nesse ponto, da zona mais ou menos produtiva na que esteja instalada a batea e da resistência que tenha a estrutura. Em qualquer caso, o Plano de Exploração Marisquera limita desde 1989 o número de cordas por batea a 500 no máximo e o comprimento a 12 metros úteis.
Cada corda, realmente, está constituída por duas partes. A parte superior, telefonema rabiza, ata aos paus da batea e chega a uma profundidade de 1 metro aproximadamente baixo o mar; ao estar em boa parte exposta ao sol e ao ar, estraga-se com facilidade e há que renová-la cada 2-3 anos. A parte inferior, a corda propriamente dita, é a que suporta o mexillón, está permanentemente baixo a água e vem durando de 6 a 7 anos. Nesta parte inferior insírense cada 80-100 cm, atravessando a corda, uns paus de uns 25-30 cm de comprido, chamados tarugos (ou palillos) que ajudam a suportar o peso da coluna de mexillón e evitam que este se desprenda; estes tarugos eram antes de madeira (nomeadamente, de mimosa ) mas agora são sempre de material plástico.
Os cabos, antes de esparto e hoje de fibras sintéticas, normalmente nailon (procedente de restos de rede dos barcos de arraste, apresentam uma superfície áspera que facilita a afixação do mexillón por meio do biso (embisamento). A substituição do esparto por materiais sintéticos permitiu duprica-la comprimento das cordas já que aquelas não aguentavam o peso de mais de 5-6 metros de mexillón.
Podemos dividir o processo de cultivo nas seguintes fases:
O cultivo começa com a recolhida da semente ou mexilla, que procede, habitualmente, das rochas costeiras, nas que se fixam as larvas em condições naturais. O que se recolhe como semeie é, em realidade, criação de mexillón, exemplares de pequeno tamanho (ao redor de 1 cm de comprimento ou menos).
Outra possibilidade, menos frequente, é utilizar contentores colocados na própria batea. Estes contentores são redes ou cordas que se fixam na proa da batea, e que servem de base de afixação para as larvas que liberam os mexillóns das outras bateas do polígono[6]. Este recurso é mais efectivo nas bateas situadas nas zonas mais externas das rias.
Prefere-se o mexillón pequeno, criado nas rochas, porque é mais resistente, forma o biso mais abundante e medra mais rapidamente com o obtido dos contentores. O melhor momento para recolher mexilla das rochas vai de Novembro a Fevereiro. Se se recorre aos contentores, a época para colocá-los, coincidindo com o momento de desove do mexillón, é de Março a Maio, de modo que para Julho-Agosto já estão cheias de semente aproveitable.
Uma vez obtida a semente, os bateeiros confeccionan as cordas mediante uma operação denominada encordado. Consiste em rodear a corda com a mexilla, a razão de 1,5-2 kg de molusco por metro de corda, à vez que se vai envolvendo todo com uma fina rede, a modo de venda. Esta rede, de acetato ou de algodón , podrece e cai aos poucos dias, uma vez que o mexillón se fixa por sim mesmo à corda, com o biso que segrega. Habitualmente, este primeiro encordado faz à mão.
Estas cordas, com o molusco, penduram-se da batea para que o mexillón continue o seu crescimento alimentando-se do plancto que frota no mar. Habitualmente, o número de cordas que se colocam nesta primeira fase é de um terço da capacidade da batea (prevendo o desdobre). A fase de preengorde vem durando 4-6 meses, período durante o que o mexillón chega a tamanhos de 4-5 cm.
Alcançado este tamanho, a densidade de mexillón por corda é alta demais para que o acesso do molusco ao alimento seja suficiente, pelo que o crescimento se enlentece. Para rarea-lo mexillón e facilitar o seu crescimento recorre-se a tirar o mexillón e dividí-lo (desdobralo) em 2-4 cordas, sendo o mais habitual fazer 3 cordas com o molusco procedente de uma corda de preengorde. À vez que se disgrega a massa de molusco, estendem-se as cordas a toda a superfície da batea. A confección destas cordas é um processo semelhante ao descrito antes como encordado, pois unicamente muda o tamanho do mexillón, mas adopta fazer-se mecanicamente, com maquinaria apropriada.
O momento de fazer o desdobre, o número de cordas que dá lugar e a densidade com a que se fazem estas novas cordas dependem da zona onde esteja fondeada a batea (as mais externas, para boca da ria, são mais produtivas) e do tamanho do mexillón que se quer obter (grande, pequeno, mediano), entre outros factores. A época preferível adopta ser o Verão (entre Junho e Outubro).
Uma vez feito o desdobre e repartido o mexillón nas cordas definitivas, a uma densidade de uns 40 kg por corda, estas voltam-se pendurar da batea para que o mexillón continue crescendo, durante um período de 6-8 meses mais[7]. Em algum caso realiza-se um segundo desdobre aos poucos meses, mas não é frequente.
Uma vez que o mexillón alcança o tamanho comercial desejado pelo bateeiro, ao redor dos 8-10 cm se é para consumo directo ou menos se é para conserva, procede-se à sua extracção. Mediante barcos adaptados a esta função, provistos de um guindastre, recolhem-se as cordas com uma gaiola (cesto) e deposita-se o mexillón sobre a coberta, directamente sobre ela ou dentro de uma tolva. A operação de separar o mexillón da corda de criação denomina-se desgranado. Uma vez o mexillón no barco, lava-se para eliminar os numerosos organismos marinhos que acompanham o mexillón e embólsase em sacos de malha para transportá-lo a terra. Ali serão submetidos à depuración, no caso de proceder de zonas contaminadas, ou serão acondicionados para a sua venda directa, de proceder de uma zona salubre.
Quando o mexillón vai destinado a conserva ou a um cocedoiro adopta transportar-se a granel e sem classificar. Quando vai destinado ao seu consumo em fresco classifica-se também normalmente no barco, desgranándoo sobre umas grellas, aìnda que também pode deixar-se essa operação para fazer na estação de tratamento de águas residuais.
Barco mexilloeiro no porto de Vilanova de Arousa. Veja-se o guindastre, o cesto, a tolva e a grella para classificar o mexillón |
Detalhe do cesto de um barco mexilloneiro para a carrega das cordas desde a batea à coberta do barco |
Outro barco no mesmo porto, com o guindastre e cesto antigos. |
Carroça para o encordado manual da mexilla. |
Grella para encordar e classificar o mexillón. |
Boca da máquina para encorda-lo mexillón no desdobre das cordas. |
[8] Segundo dados estatísticos da FAO publicados em 2004 , a produção mundial de mexillón mediante sistemas de acuicultura chega ao milhão e meio de toneladas anuais, das que 600.000 toneladas correspondem a China, primeiro país, com diferencia, na miticultura.
A União Européia, no seu conjunto, produz uma quantidade similar: outras 600.000 toneladas, das que praticamente a metade se produz em Espanha (segundo produtor mundial). E corresponde-lhe a Galiza o 90-95% desta produção, com cifras que oscilam entre as 270 e as 290.000 toneladas anuais. É preciso advertir que a produção chinesa vai dirigida fundamentalmente a outras indústrias pesqueiras de transformação, como alimento das suas granjas de crustáceos, pelo que Espanha, e concretamente Galiza, segue a ser o principal produtor de mexillón com destino ao consumo humano.
Cingindo-nos já à miticultura galega, as cifras económicas do sector mexilloeiro são contundentes: dá lugar a mais de 8.500 empregos directos fixos e 7.000 indirectos, ocupa a mais de 1.000 embarcações auxiliares e gera um valor em primeira venda de 114 milhões de euros. A estas cifras haveria que acrescentar as correspondentes a provedores de equipas e transporte e a empresas derivadas desta produção (estações estações de tratamento de águas residuais de moluscos, cocedoiros de moluscos e fábricas de conserva). No seu conjunto, nas zonas costeiras próximas aos polígonos bateeiros, o denominado clúster do mexillón[9] factura 30% das actividades pesqueiras e significa 18% do emprego.
Em consequência, o sector mexilloeiro galego tem uma altísima trascendencia económica, directa e multiplicadora, sobre o emprego e o desenvolvimento económico das câmaras municipais situadas nas beiras das rias baixas galegas.
Em 1987[10], as bateas distribuídas por cada grupo de polígonos eram as seguintes:
| Zona | Número de bateas |
|---|---|
| Ribeira | 46 |
| A Pobra do Caramiñal | 611 |
| Vilagarcía de Arousa | 474 |
| Cambados | 577 |
| O Grove | 591 |
| Portonovo | 116 |
| Bueu | 119 |
| Cangas (Rande) | 100 |
| Cangas (Liméns) | 223 |
| Redondela | 204 |
| Vigo | 98 |
| Muros | 94 |
| Noia | 19 |
| Sada | 87 |
| Camariñas | 8 |
A Administração autonómica e as associações de produtores, cada vez mais fortes e profesionalizadas, regulam esta actividade e estabelecem tanto as características às que deve cingir-se a batea como a sua distribuição e fondeo, nos chamados "polígonos" ou, tecnicamente, "zonas de produção de moluscos bivalvos".
A primeira norma legal que se ditou ordenando a instalação de bateas, formas da concessão e outras características surge em 1961 [11]. Neste Decreto, com posteriores modificações, já se estabelece a distribuição das zonas marítimas em "polígonos", para garantir as outras actividades marítimas (pesqueiras e de transporte) sem dificuldades ante a presença de bateas.
Na actualidade, as zonas de produção de moluscos em batea distribuem-se nas rias de Arousa, Vigo, Pontevedra, Muros-Noia e Ares-Betanzos. Em cada uma delas estabeleceram-se zonas e subzonas, coincidindo com os antes chamados "polígonos". Dentro de cada polígono marcam-se "cadrículas", fondeándose uma batea em cada uma delas.
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||