| Negreira | |
|---|---|
| Situação | |
| Xentilicio[1]: | Negreirés - Nicrariense |
| Geografia | |
| Província: | Província da Corunha |
| Comarca: | Barcala |
| População: | 6.941 hab. (2009) |
| Área: | 115,1 km² |
| Densidade: | 57,11 hab./km² |
| Entidades de população: | 18 freguesias |
| Capital da câmara municipal: | |
| Política (2007) | |
| Presidente da Câmara: | Jorge Tuñas Caamaño (PSdeG-PSOE) |
| Vereadores: | BNG: 0 PPde G: 5 PSde G-PSOE: 6 Outros: P.I.DE N 2 |
| Eleições autárquicas em Negreira | |
| Uso do galego[2] (2001) | |
| Galegofalantes: | 97,65 % |
| Sitio web oficial | |
| www.concellodenegreira.es | |
Negreira (xentilicio Negreirés ou também Nicrariense) é uma câmara municipal da província da Corunha na Galiza. Pertence à Comarca da Barcala. Linda ao lês com a câmara municipal de Ames , ao sul com o de Brión , Noia e Outes, ao oeste linda com Outes e Mazaricos, ao norte com A Baña e Santa Comba.
População no 2009: 6.941 habitantes segundo o INE (6.481 no 2006, 6.519 no 2005, 6.497 no 2004, 6.529 em 2003 ).
| Evolução da população de Negreira - desde 1900 até 2004 - | ||||
| 1900 | 1930 | 1950 | 1981 | 2004 |
| 5.847 | 6.958 | 8.440 | 7.771 | 6.497 |
| Fontes: INE e IGE
(Os critérios de registro censal variaram entre 1900 e 2004, e os dados do INE e do IGE podem não coincidir.) | ||||
Índice |
Desde Santiago, pela comarcal C-543 até Bertamiráns (Ames), desviar-mos à direita pela local LC-450. Esta estrada chega ao centro da vila de Negreira (e segue até Muxía pela Pereira, a Costa da Morte).
Complexos megalíticos no monte Corzán. Dolmen e mámoas em Espiñaredo: conjunto de 32 pedras com umas medidas de 32 metros de diámetro e 5 de altura. Estátuas de Logrosa: duas estátuas prehistóricas testemunhas de um importante assentamento castrexo, cortadas à altura do ventre. Apresentam claramente braços e mãos, posturas hieráticas. estas peças encontram-se num museu compostelán. Restos de castros em: Logrosa, Vilachán, Xallas e Broño. Todo o Vale da Barcala teve uma importante actividade pré-romana.
Assentamento de Nicraria Tamara. Exploração de minas de prata.
Concessão real do feudo de Negreira ao bispo compostelán Sisando (876). No 979 incursão normanda arrasa a vila. No 1113, superada a ameaça normanda e árabe, reconstrúese a vila.
Os Reis Católicos declaram à vila, Fuero Real, o que supõe a sua independência do mando episcopal. Esta concessão foi renovada por Carlos I no 1520.
Fundamentalmente baseada no sector primário: agricultura e gandería. Na câmara municipal cultívase principalmente: millo, pataca e cultivos forraxeiros. Uma importante superfície fértil reservasse à erva campía para pasto do gando (maioritariamente vacuno). Na gandería exploram-se principalmente o gando bovino e na parte do vacuno as frisonas leiteiras. A produção leiteira tem certa importância. as cooperativas da bisbarra fundaram Feiraco que hoje é uma das maiores empresas leiteiras de capital galego.
Exploração de minas de Tungsteno durante a Guerra Civil e a Segunda Guerra Mundial, hoje essas minas estão fechadas.
Destaca o Pazo do Cotón, situado ao pé do Caminho Real, séculos XVII-XVIII, claustro, triple arcada na porta da capela. Balaustrada barroca, piso superior com uma galería de grandes pilares.
Floresta à beira de Negreira |
Pazo do Cotón |
Pazo do Cotón |
Para uma lista completa de todos os lugares da câmara municipal de Negreira veja: Lugares de Negreira.