As Normas Ortográficas e Morfolóxico do Idioma Galego (NOMIG) são o documento em que se plasmou o acordo entre a Real Academia Galega e o Instituto da Língua Galega em matéria de unificação ortográfica e morfolóxico.
A elaboração das Normas ortográficas e morfolóxico do idioma galego fez-se atendendo aos seguintes princípios:
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A primeira edição das Normas foi aprovada o 3 de Julho de 1982 , em sessão conjunta da Real Academia Galega e o Instituto da Língua Galega.
Em 1995 publicou-se uma reedición das Normas que introduziu pequenas modificações pontuais e cobria algumas das lagoas que se detectaram na edição de 1982. Esta modificação foi aprovada pelo Instituto da Língua Galega o 11 de Novembro de 1994 e pela Real Academia Galega o 25 de Fevereiro de 1995 .
Finalmente, em 2003 publicou-se uma terceira versão que modificava em profundidade as Normas anteriores. Com esta reforma buscava-se um acordo entre as diferentes tendências normativas existentes nesse momento, mais ou menos confrontadas. Com este objectivo de concordia, introduziram-se propostas de outras normativas e incluíram-se soluções duplas. Para a redacção destas novas Normas, a Academia criou uma Comissão na que estavam representados os departamentos de Filoloxía Galega das três Universidades da Galiza, ademais do Instituto da Língua e a própria Academia. O texto final foi aprovado pela Real Academia em sessão plenária celebrada o 12 de Julho de 2003 e publicado em Dezembro desse mesmo ano, apesar de que Edições da Cimeira já as publicara o 17 de Novembro, baixo o título das normas ortográficas e morfolóxico da língua galega. Actualizações, complementos e desviacións. A Real Academia exigiu-lhe que retirara a publicação por não dispor de nenhuma propriedade sobre o texto nem autorização para fazê-lo, mas Cimeira fixa caso omiso[1].