Em sociologia e biologia, uma população é um grupo de pessoas, ou organismos de uma espécie particular, que vivem numa área geográfica, ou espaço, e cujo número se determina normalmente por um censo.
A demografía é o estudo estatístico das populações humanas. Aspectos vários do comportamento humano nas populações estudam-se em sociologia, economia, e geografia, em especial, na geografia da população. O estudo de populações normalmente está governado pelas leis da probabilidade, e as conclusões dos estudos pode não ser sempre aplicables a alguns indivíduos.
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Estas são teorias para explicar os patrões do crescimento da população em diversos países do mundo. Segundo Sidney H. Coontz[1] as teorias da população podem classificar-se em três grupos:
A tese que correlaciona a disponibilidade de alimentos com o crescimento da população seria um claro exemplo das teorias biológicas, já que se poderia aplicar tanto à espécie humana como aos demais seres vivos. Segundo esta tese, apresentam-se períodos alternantes nos cales o número de habitantes encontra-se por baixo do nível dos recursos alimenticios ou por enzima dos mesmos, o qual determina uma diminuição ou um aumento da mortalidade, respectivamente. Dentro das teorias biológicas poderiam incluir-se as de Malthus [2] e as de Josué de Castro[3]. Malthus estudou o crescimento da população sem relacioná-lo com factores culturais. Para Malthus, o crescimento da população tinha um ritmo evolutivo superior ao da obtenção de alimentos: fazia-se referência a que o número de habitantes medrava seguindo uma progressão xeométrica enquanto que a disponibilidade de alimentos só aumentava ao ritmo de uma progressão aritmética. Os séculos XIX e XX demonstraram que Malthus estava equivocado, já que a produção de alimentos cresceu a um nível acelerado graças ao desenvolvimento tecnológico aplicado à agricultura e a agroindustria, ao transporte e armazenamento de alimentos, é dizer a um aumento nunca antes visto da produtividade e o rendimento da agricultura e de outros sectores económicos.
O facto de que o fome no mundo venha crescendo e estendendo-se consideravelmente no mundo actual, à vez que nos países desenvolvidos (e em algumas outras regiões menos desenvolvidas), têm-se excedentes agrícolas que adoptam diminuir os preços a uns preços demasiado baixos para ser rendíveis não é senão uma dos paradoxos crave dos nossos tempos. Há excesso de alimentos, até o ponto de que uma enorme quantidade de alimentos a nível mundial refúganse diariamente por chegar à sua data de vencemento, enquanto que muita gente, as vezes, dos próprios países onde se produziram ditos alimentos, perece pela mortalidade e morbilidade derivadas do seu sob nível de vida. Em resumo: aumentou a produção de alimentos a um ritmo nunca antes visto e aumentou também o número de pessoas ao nível de pobreza crítica, apesar de que o ritmo de crescimento da população também veio diminuindo a um nível que Malthus jamais chegou a intuír.
Chama-se densidade de população ao número total de habitantes dividido entre o número de km² de uma zona, região ou país determinados. A densidade de população mede-se dividindo o número de indivíduos entre a área da região onde vivem.
Os países com a meirande densidade de população são microestados: Mónaco, Singapura, a Cidade do Vaticano, e Malta. Entre os países de maior tamanho, Bangladesh é o que têm maior densidade de população.
A distribuição por idade e sexo de uma população dada, uma nação ou região normalmente representa-se com uma pirámide de população. Esta distribuição triangular com as porções da população no eixo horizontal X e os grupos de idades de cada 5 anos no eixo vertical Y. A população de homens está representada na parte esquerda do eixo vertical e a população feminina à direita.
Este tipo de gráfico mostra a composição segundo idade e sexo de uma população para uma data ou ano determinado, geralmente para o ano em que se realiza um censo. As nações com uma baixa mortalidade infantil e uma alta lonxevidade mostraram uma forma mais rectangular já que a maioria da população vive até uma idade lonxeva.