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A província de Vigo teve vixencia em dois períodos do século XIX.
Em 1810, o governo de Xosé Bonaparte tenta ordear o território, dividindo-o em 38 prefeituras, ao estilo das estabelecidas na França, e 111 subprefecturas, segundo o projecto do clérigo Llorente. As prefeituras, coma na França actual, receberiam nomes relativas a acidentes geográficos, fundamentalmente rios e cabos. Esta divisão nunca chegou a entrar em vigor.
Na Galiza fazia uma divisão, onde aparece a capitalidade da cidade de Vigo numa prefeitura supostamente chamada Minho Baixo. Outras prefeituras galegas seriam: Tambre, capital A Corunha; Minho Alto, capital Lugo; e Sil capital Ourense. As de Minho Baixo e Tambre coicidían com as actuais províncias de Pontevedra e da Corunha respectivamente. A de Sil compreendia o sul da actual Província de Lugo.
Na divisão territorial de 1822 , realizada no trienio liberal no mês de Janeiro, estabelece-se que na Galiza há quatro províncias, A Corunha, Lugo, Ourense e Vigo.
Também é destacável que existe uma província em Vilafranca do Bierzo à que pertencia a Comarca de Valdeorras, mas situada na região de León .
Esta divisão deu lugar a problemas pelos limites e capitalidades, e em 1823 com o retorno do Antigo Regime, ficou sem validade.
Em 1833 com o decreto de Javier de Burgos estabelece-se a actual divisão de províncias, onde Pontevedra tomada a capitalidade.
Certamente na divisão provincial do estado espanhol as discussões sobre capitalidade são escassas, na prática totalidade delas a capital é a cidade principal e melhor comunicada, em bem poucos casos há duas cidade de similar importância, no caso das Astúrias com Ovieu e Xixón, ou Cádiz e Jerez de La Frontera na Província de Cádiz.