| Valdoviño | |
|---|---|
| Situação | |
| Xentilicio[1]: | Valdoviñés |
| Geografia | |
| Província: | Província da Corunha |
| Comarca: | Ferrol |
| População: | 6.986 hab. (2008) |
| Área: | 88,2 km² |
| Densidade: | 79,21 hab./km² |
| Entidades de população: | - |
| Capital da câmara municipal: | |
| Política (2007) | |
| Presidente da Câmara: | María Isabel Álvarez Diéguez (TEGA) |
| Vereadores: | BNG: 1 PPde G: 3 PSde G-PSOE: 3 Outros: TEGA 3, CV 2, UIV 1 |
| Eleições autárquicas em Valdoviño | |
| Uso do galego[2] (2001) | |
| Galegofalantes: | 94,95 % |
| Sitio web oficial | |
| www.concellodevaldovino.com | |
Valdoviño é uma câmara municipal da Província da Corunha na Galiza. Pertence à Comarca de Ferrol.
População no 2007: 6.978 habitantes segundo o INE (6.896 no 2006, 6.888 no 2005, 6.854 no 2004, 6.877 em 2003 ).
Xentilicio (veja-se no Galizionario) : Valdoviñés
| Evolução da população de Valdoviño - desde 1900 até 2004 - | ||||
| 1900 | 1930 | 1950 | 1981 | 2004 |
| 6.178 | 8.027 | 8.477 | 7.035 | 6.854 |
| Fontes: INE e IGE
(Os critérios de registro censal variaram entre 1900 e 2004, e os dados do INE e do IGE podem não coincidir.) | ||||
Índice |
A actual Câmara municipal de Valdoviño foi formado com a união de várias freguesias das xurisdicións de Trasancos e de Cedeira. A criação da nova Câmara municipal e o seu nome aparecem aprovados no Boletim Oficial da Província da Corunha de 20 de Junho de 1836.
A primeira casa consistorial esteve em São Bartolomeu de Lourido e era um edifício que se vinha utilizando como lugar de reuniões da xurisdición de Trasancos e, mais tarde, passaria a ser cárcere autárquica.
À nova Câmara municipal deu-se-lhe o nome de Valdoviño porque nessa freguesia não existia nenhuma entidade singular de população com esse mesmo nome. Às vezes, apareceu escrito em antigas actas e outros documentos com "b" (Baldoviño), mas foi unicamente devido a erros ortográficos.
Previamente, produziram-se várias tentativas de criação de câmaras municipais em toda Espanha, a grande maioria falidos devido às mudanças políticas, e aparecem em 1821 e em 1822 nomeados as câmaras municipais de Valdoviño e Pantín no reparto de impostos, ainda que, provavelmente, não chegassem a funcionar como tais.
O presidente da Câmara mais antigo do que existe documentação é José Sanjurjo e aparece citado o 23 de Julho de 1840.
Em 1856, a Coroa Espanhola põe a subhasta a lagoa de Valdoviño e os terrenos que a arrodean. É adquirida por José Pardo Bazán, pai da escritora Emilia Pardo Bazán, por 91.000 reais.
Desde a sua criação em 1836, e nos cem anos seguintes, a história política de Valdoviño foi convulsa, com suspensões da corporação local, encarceramento de políticos e pessoal autárquico ou manipulações nas eleições.
As irregularidades seguir-se-iam a produzir durante muitos anos, inclusive durante o regime de Francisco Franco, quando deram-se casos de rebeldia de vereadores contra os presidentes da Câmara nomeados pela ditadura.
Em 1930 começam as obras da estrada à praia da Frouxeira. Este mesmo ano começa a extracção em Valdoviño de pirita arsenical de prata e aurífera para a produção de ouro.
Em Abril de 1931 proclama-se a Segunda República em Valdoviño. O primeiro presidente da Câmara do novo sistema político foi José López Rodríguez.
As eleições celebradas em 1931 deparan os seguintes resultados: 10 vereadores do Partido Republicano Radical contra os 6 obtidos pela O.R.G.A. Nas de 1935 passam a ser de 8 Republicanos Radicais e 6 Republicanos Independentes - havia duas vaga -. Em 1936 a corporação autárquica ficou constituída por 14 vereadores de Izquierda Republicana, um Galeguista e um socialista.
Entre Outubro e Dezembro de 1934 houve dois presidentes da Câmara, duas corporações e duas casas consistoriais. Teve que intervir o gobernador civil.
Em 1940 procede-se ao desartellado dos dois canhões Vickers United do calibre 38,1 sitos em Meirás; procedendo-se ao sua deslocação a Alxeciras. Estes canhões foram substituídos por baterias antiaéreas. Em Novembro de 1974, começa o serviço de trazida de águas desde a represa das Forcadas.
O derradeiro presidente da Câmara da ditadura foi José Morales, o qual dirigiu a Câmara municipal até o 19 de Abril de 1979, data na que é nomeado Manuel Villarnovo. A primeira alcaldesa foi María Elisa Garrido Cantarero (PSdeG-PSOE), que acedeu ao cargo o 17 de Junho de 1995.
O 8 de Julho de 1993 se lhe concede por vez primeira a Bandeira Azul à praia da Frouxeira, símbolo do importantísimo desenvolvimento turístico vivido na Câmara municipal nas últimas décadas. Em Julho de 1993, a lagoa da Frouxeira inscreve no convénio Ramsar. Entre 1993 e 1994 constrói-se o faro de Ponta Frouxeira.
Trás as eleições de Maio de 2007, resultou eleita alcaldesa de Valdoviño María Isabel Álvarez Diéguez, de Terra Galega. Na noite anterior ao pleno de constituição, assinou-se um pacto de governo entre Terra Galega, Partido Popular e a União de Independentes de Valdoviño.
Praia da Frouxeira |
Praia do Rio (Meirás) |
Igreja de São Vicente de Meirás |
Praia de Valdoviño |
Para uma lista completa de todos os lugares da câmara municipal de Valdoviño veja: Lugares de Valdoviño.
| Galiza | Província da Corunha | Freguesias de Valdoviño. | |
|---|---|
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Lago (Santiago) | Loira (São Pedro) | Lourido (São Bartolomeu) | Meirás (São Vicente) | Pantín (Santiago) | O Sequeiro (Santa María) | Valdoviño (Santalla) | Vilaboa (São Vicente) | Vilarrube (São Martiño) |
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